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Planeta Criança



Poesia & Contos Infantis

 

 

 


O SANGUE DO DRÁCULA / Carol Lynne
O SANGUE DO DRÁCULA / Carol Lynne

                                                                                                                                                   

                                                                                                                                                  

 

 

Biblioteca Virtual do Poeta Sem Limites

 

 

O SANGUE DO DRÁCULA

                             1447 D.C.

Radu tomou a urna de sangue de seu empregado e passou-a para o fabricante de vinho. “Deixe passar uma palavra é será sua morte.” Ele rosnou.

O homem murchou curvando-se e retirando-se para a noite.

Radu voltou-se para o servo, na qual gastou muitas horas aprazíveis de foda. “Você seguiu minhas instruções?”

“Sim, Sua Majestade. Os túmulos foram abandonados, assim que eu cheguei.”

“Excelente. A vingança está próxima.” Ele debruçou abaixo e beijou o servo. Embora o menino não tivesse nenhum poder sobre seu coração, desfrutava da inocência do rapaz. Pena que seu companheiro estava crescendo, ficando velho e contaminado pelas tarefas que era ordenado a realizar.

Radu recuou e olhou fixamente abaixo para seu amante jovem. “Eu não promoverei mais nenhum contato sobre este assunto. Uma vez que o vinho seja entregue para mim, mate o fabricante e queime o vinhedo. Depois da cerimônia você levará um recipiente para meu irmão, com uma nota de congratulação. O estoque restante deverá ser colocado em minha adega. Compreendido?”

“Sim, Sua Majestade.”

 

 

                               Dias de hoje...

Morgan Thompson passou as mãos sobre o pequeno caixote de madeira que tinha acabado de ser entregue. Quantos anos ele esperou para conseguir colocar suas mãos em uma mercadoria tão valiosa?

Ele abriu o caixote erguendo a miniatura do barril de barro na qual gastou dezenas de milhares de dólares para obter. A eletricidade parecia viajava pelas pontas dos dedos, para seus braços, e então para sua cabeça quando esfregou seu dedo polegar, sobre o selo antigo. O suor formava em sua sobrancelha, enquanto lutava para tranqüilizar sua respiração.

“Isso é tudo por hoje, Sr. Thompson?” Seu mordomo perguntou.

Morgan depressa tentou esconder o barril precioso do olhar. “Sim, Thornton.”

O que ele viu? O que dirá aos outros? Ele depressa olhou em torno do seu escritório, sabendo não existia nenhum lugar que pudesse esconder seu elixir precioso. Eles estão em toda parte, procurando minhas coisas à noite e pelo dia. Assim que Thornton deixou o quarto, Morgan apressou em fechar a porta. Existia somente uma maneira para ter certeza que ninguém tentaria achar o seu precioso.

Morgan cruzou de volta para a escrivaninha e começou a rasgar a cera vermelha grossa que cobria o topo do recipiente. Eu não compartilharei meu achado com ninguém. Ele cruzou para o armário de bebida alcoólica e retirou o abridor de garrafa que era uma obra de arte.

Ele conseguiu extrair a maior parte da cortiça, só um pouco restando do lado de dentro. Uma vez que o barril foi aberto, olhou fixamente para sua compra cara. Um único gole valia mais do que pagava ao seu pessoal em uma semana. É por isso que Thornton e os outros queriam isso.

Morgan sorriu, quando despejou o líquido escuro vermelho em um copo. Barril na mão, levou ambos sobre a sua cadeira, ao lado da lareira. Ele apoiou o barril contra sua stand de charutos, tendo certeza de não derramar uma gota. Rodou o vinho precioso, fascinado pela forma como se agarrava as paredes do copo. Embora uma quantia pesada de sedimentos fosse evidente, já era esperado em um dos mais antigos vinhos achados. Cor rubra escura, sangue imediatamente veio à mente de Morgan. “Oh, mas você é bonito.” Ele sussurrou.

Ele inalou o buquê, fechando seus olhos para isolar os ingredientes individuais usados na fabricação. Com água na boca só de pensar em realmente saboreá-lo, teve o cuidado de colocar o cristal em seus lábios e permitiu a menor quantidade em sua boca.

As lágrimas saltaram aos olhos de Morgan, enquanto respirava por meio de seu nariz e saboreava o sabor da dança em sua língua. Apesar do sabor amargo, a única coisa que ele mais queria no mundo, tinha valido a pena cada centavo.

A cada gole, a sua sede cresceu. Após o primeiro copo, bebeu avidamente outro, não mais tomando o seu tempo. Ele ouviu passos acima dele e olhou fixamente para o teto. Thornton.

Morgan sabia que seu mordomo estava apenas esperando que abandonasse o precioso vinho, antes de deslizar pelas escadas, para beber ele mesmo. Estavam todos com inveja do seu dinheiro. Era a sua vida, e não havia nenhuma maneira que compartilhasse o que tinha sacrificado vida e amor para com os vermes que trabalhava para ele.

A escolha de abandonar o copo e beber direto do barril foi à lógica. Quanto mais bebia, mais altas eram as vozes. Ele podia ouvi-los conversando, planejando invadir seu escritório.

Morgan sabia que estava sozinho. Ele estava numa ilha e sua casa estava sendo invadida por traidores. Matar ou ser morto. Matar ou ser morto. A frase se repetia continuamente através de sua mente, mas ele continuou a beber.

Quando o último gole do vinho atingiu seus lábios, Morgan apertou o barril de barro, necessitando de mais uma gota. Mais. Preciso de mais. As vozes começaram novamente. Desta vez o motorista, Albert, bem como sua governanta, Mary, estavam conspirando contra ele.

Matar ou ser morto. Ele se levantou da cadeira e caminhou em direção à lareira. O eixo de bronze do atiçador parecia brilhar, chamando por ele. Morgan passou o dedo sobre o cabo ornamentado, antes de agarrá-lo em sua mão. Ergueu do seu lugar de descanso e sentiu confortável o equilíbrio do peso.

Matar ou ser morto. Arma na mão, Morgan abriu a porta do escritório. Sua casa foi outrora pacífica, agora estava cheia de traição. Ele sabia que Thornton estava atrás disso. O fato de que Morgan estava empregado durante quase quarenta anos com ele, não parecia significar nada para o estóico Britânico.

Quando o relógio do seu avô do século XVIII começou a soar meia-noite, Morgan subiu a escadaria em curva. Uma vez, no segundo andar, Morgan girou para a ala dos empregados. Ele parou em frente à porta de Mary. Tudo estava calmo, mas sabia que era um truque.

Matar ou ser morto. Morgan continuou para o quarto de Thornton. Com cautela não normalmente visto em um homem de setenta e dois anos de idade, abriu a porta e entrou no quarto do mordomo. Graças ao luar brilhando através da janela, foi capaz de estudar o envelhecimento do homem. Como se atrevia Thornton a tramar contra ele.

O primeiro golpe foi através da parte superior do nariz causado um grito em Thornton. Morgan rapidamente calou o mordomo, antes de ele conseguir avisar os outros. Um soco rápido com a arma na garganta do homem o silenciou.

Morgan viu quando o sangue começou a jorrar da ferida. Ele ficou fascinado e ligou o abajur pequeno. Tremendo, Morgan caiu de joelhos e viu como o doce vinho vermelho que bebeu antes, fluía de Thornton sobre a cama.

Ele inclinou para frente e selou sua boca sobre o buraco, chupando o vinho da artéria do anfitrião. A cada gole do líquido inebriante, Morgan se sentia mais jovem, mais forte. Preciso de mais.

O mantra em curso em sua cabeça mudou para uma única palavra. Mais.

Quando o vinho tinto de sangue que despejava da garganta de Thornton começou a diminuir, Morgan subiu para seus pés. Mais.

Arma na mão, Morgan entrou no quarto de sua governanta. A necessidade era mais forte que a sua ira, por Mary manter o segredo dele. Ele segurou o atiçador pesado acima do pescoço da mulher e mergulhou através da carne, com toda a sua força renovada.

Os olhos de Mary abriram no momento do impacto. Os sons guturais provenientes da garganta aberta pareciam zombar dele. Como ela ousava. Em um acesso de raiva, começou a esmurrar o seu corpo, usando o atiçador como se fosse um bastão de beisebol. A cada mordida gratificante, Morgan se sentiu mais forte.

Até o momento, que se ajoelhou para beber da ferida no pescoço, não podia reconhecer a sangrenta forma de sua governanta. Mais.

Depois de terminar com Mary, foi ao seu motorista, Albert. Ele se deteve sobre o corpo mutilado e drenado do motorista com um sorriso. Seu estômago começou a ter espasmos. Mais.

Atiçador na mão, Morgan entrou na rua precisando de mais. Ele não tinha ciência do tarde da noite, até um corredor estar quase em cima dele. Morgan começou a rir, quando seu alvo estava a pouca distância.

Não demorou muito tempo para que o homem estivesse em uma poça de sangue. Em suas mãos e joelhos, Morgan levava tudo que podia do homem magro. Ele gostou da surpresa nos olhos do atleta, na primeira paulada do atiçador de bronze. Morgan não era mais o milionário recluso que vivia em um canto. Ele era um Deus.

O Pub O' Malley's veio à mente. Como muitas pessoas estavam reunidas na taberna do bairro? Haveria o suficiente para satisfazer a sua fome renovada?

Quando começou a caminhar em direção as vozes distantes, percebeu que sua roupa estava encharcada de sangue e estava pesando. O paletó estava pingando contraindo seus ombros, deixando cair na calçada com um indicador. Ele deixou o pedaço de mil dólares de roupa, onde aterrissou e começou a desabotoar a camisa, enquanto se aproximava das vozes.

Estavam conversando sobre ele, conspirando. Quantos médicos tinha visitado, procurando as respostas para o seu corpo envelhecido? A idade não foi bem recebida no mundo corporativo infestadas de tubarões. Eles mentiram para mim. Desde o começo, as respostas para seus problemas estavam todas ao seu redor.

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Morgan dobrou seu braço, sentindo a força renovada em seus músculos. Mais.

 

No momento em que chegou à taverna, estava nu da cintura para cima. Ele escondeu o atiçador nas costas ao entrar no pequeno estabelecimento. Quando o homem forte entrou pela porta, parecia estar cheio do vinho ‘salvar-vidas’. Não demorou muito para dominá-lo. Uma pancada poderosa na parte de trás da cabeça, o rapaz caiu de seu banco.

Quando mergulhou o atiçador no pescoço do homem, ouviu gritos. Vários clientes tentaram puxá-lo para fora da artéria, mas eles não foram páreo para o renovado vigor. Morgan afundou seus dentes na carne do homem, tentando rasgar a pele ao redor para chegar mais perto do elixir ‘salvar-vidas’.

Ele sentiu algo bater em suas costas, mas se recusou a deixar a artéria do pescoço. De repente, seus pulmões foram incapazes de tirar o oxigênio necessário para sugar o vinho. Finalmente liberando a carne do homem, sentou-se e colocou a mão sobre o peito. Sentiu a ferida aberta que começou a arquejar por ar.

Não. Não quando finalmente descobri o segredo…

 

O estroboscópico[1] que produzem as luzes dos carros da polícia ajudou na sensação da escuridão, quando o detetive Bobby Marks chegou ao local. Ele saiu de seu carro e amaldiçoou o doente s.o.b.[2] que tinha arruinado sua noite. Ele estava ansioso para ir para casa, assistir um velho filme de Charlie Chan em seu DVD e relaxando no sofá, até que adormecesse. Não parecia que isso iria acontecer agora.

"O que temos aqui, Hansen?" Ele se aproximou do policial fardado na borda da fita de advertência amarela.

O oficial de polícia veterano, parecia verde em torno do riacho. “Nós temos um psicótico morto e mais sangue que um filme de Freddy Krueger.”

“Quem é Freddy Krueger?”

Hansen olhou para ele. “Você nunca viu algum dos filmes Nightmare on Elm Street[3]?”

“Inferno, Hansen, você conhece Marks, ele não assiste porcarias.” Jablonsky, companheiro de Bobby, caminhava com as mãos enfiadas em seus bolsos e um palito entre seus dentes cerrados.

“Eu esqueço. Nenhum filme que passou depois das dezenove e cinqüenta, você assistiu.” Hansen agitou sua cabeça. “Você perdeu alguns bons filmes, homem.”

“Em sua opinião. Agora, qualquer um de vocês vai dizer o que está acontecendo aqui? Ou vou ter que ir buscar o Tenente?”

Ambos os homens enrijeceram. O tenente era uma senhora delicada, mais intransigente do Alabama que não tolerava muito dos seus oficiais. Bobby não tinha nenhum problema com ela, principalmente porque ele fazia o seu trabalho e não pensava que, porque era uma mulher, ela era moleza. Ele a tinha visto sozinha, derrubar um homem de 125 quilos. Ele não iria mexer com ela. Os outros oficiais estavam com medo dela e ela gostava disso.

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Jablonsky ergueu a fita para Bobby curvar-se debaixo. “O que nós temos aqui é um violento assassinato com várias testemunhas.”

“Não são todos os homicídios, pela sua própria natureza, violentos?" Bobby escondeu o sorriso, quando seu parceiro olhou para ele.

“Cala a boca, espertinho. O que estou querendo dizer é que este sujeito não se importava que O' Malley's estivesse cheio de pessoas. Ele não parecia nem notar que eles estivessem ao redor. O que consegui até agora, ele entrou na taverna, balançou um atiçador de fogo neste grande sujeito dentro da porta. Uma vez que o sujeito caiu abaixo, ele enfiou a ponta no pescoço do rapaz e começou a beber seu sangue.”

Bobby levantou sua mão para parar a recitação de Jablonsky. “Bebendo seu sangue?”

Seu companheiro de cinco anos estremeceu. “Eu vi muitos assassinatos acontecerem, Bobby. Você sabe disso, mas este e mais estranho do que o habitual. Sim, todas as testemunhas dizem que ele rasgou a garganta da vítima e literalmente estava sugando o sangue do pescoço do homem.”

Eles entraram no O' Malley's, Bobby deu sua primeira olhada na cena do crime. Lençóis cobriam dois corpos e um atiçador de fogo de bronze deitado no chão perto do menor dos dois montes. O cheiro metálico de sangue misturado com a fumaça e suor contaminava o ar em torno deles. Policiais uniformizados reuniam os fregueses do bar do outro lado da sala, enquanto interrogavam cada um. Havia um homem separado dos outros e outro detetive de homicídios estava interrogando.

Ele balançou a cabeça em direção ao par. "Qual é a história com ele?"

"Ele é o homem que atirou em nosso assassino." Jablonsky apontou para a pistola nove milímetros, repousado sobre uma das mesas próxima. "Fora de serviço, o policial parou para tomar uma bebida, antes de ir para casa. Atirou nas costas do homem, mas não antes que o homem matasse a vítima."

"Este vai assombrá-lo.” Bobby murmurou, enquanto se agachava junto ao maior monte e levantava o lençol.

Apesar de escorregar sobre as luvas de látex, manteve as mãos escondido no bolso do paletó, enquanto estudava a vítima.

"Cara muito grande. Seria difícil de matar sem uma luta, portanto, o criminoso deve tê-lo pego de surpresa. O acertou na parte de trás da cabeça, derrubando-o de seu banco? "Ele olhou para Jablonsky.

O outro detetive assentiu com a cabeça na direção de banco derrubado. "Isso é o que dizem as testemunhas."

"Quando o cara caiu no chão, o atiçador foi enfiado em seu pescoço, abrindo a jugular. Você acha que foi de propósito, ou apenas um golpe de sorte?"

O buraco irregular no pescoço da vítima estava circulado de sangue, vermelho escuro e crostas. Bobby não mexeu na ferida, mas inclinou adiante para verificar as gotas que pareciam marcas de dentes na carne.

"Eu não sei, cara. Eu estava olhando para que isto fosse golpe de sorte, mas, Bobby, esse cara não era sua primeira vítima." Jablonsky engoliu, parecendo como se quisesse vomitar.

"Se você vai vomitar, faz isto lá fora", Bobby ordenou, largando o lençol sobre a vítima corpulenta e indo em direção ao próximo. "Se esse cara não foi o primeiro, onde estão os outros?"

"Dê uma olhada nesse cara, então mostrarei a trilha."

Trilha? Isso não parecia promissor. Passando para o segundo cadáver, respirou fundo antes de levantar o lençol. Era duro às vezes, olhar para o rosto de um assassino. Mesmo após todos esses anos que Bobby tinha servido como um policial, continuava esperando que um deles fosse parecido com um monstro, o que eles realmente eram, mas nenhum nunca o fez.

"Santa Merda.” Bobby murmurou, quando viu o rosto do atacante.

"Sim. Isso pode ser uma das razões pelas quais ninguém suspeitou dele, quando entrou aqui." Jablonsky cutucou o mocassim de couro marrom italiano com o pé direito no homem morto.

"Morgan Thompson."

Bobby seria o primeiro a admitir, que não prestava muita atenção à notícia ou pessoas que eram ricas ou não, mas mesmo ele tinha ouvido falar de Morgan Thompson. O homem era um bilionário e um recluso. Deveria ser um dos raros dias em que o senhor mais velho saiu de sua mansão em New York City, e estava ali deitado, coberto de sangue e acusado de um crime hediondo.

"Isso não é tudo dele ou da vítima, não é? Não há maneira, existe muito sangue."

Ele apontou para o corpo de Thompson, coberto quase da cabeça aos pés em sangue e feridas. Fazia quarenta minutos desde que o homem havia sido baleado, mas o sangue ainda estava úmido.

Depois de soltar o lençol, Bobby levantou e virou para enfrentar a tenente. Normalmente seu rosto inexpressivo possuía um gesto de desgosto, quando ela olhou fixamente abaixo no vermelho lençol listrado."Detetive Marks, Detetive Jablonsky, venham comigo. Os técnicos vão processar a cena, e os policiais podem terminar as entrevistas preliminares." Ela virou rapidamente em um dedo do pé e saiu do bar.A tenente parou para conversar com uma unidade K-9 em pé, ao lado da multidão de policiais. O Pastor Alemão dançou nos pés de seu dono, ansioso para fazer o que ele tinha sido treinado para fazer.Eles seguiram o policial e seu cachorro na calçada, e a poucos quarteirões de distância, encontraram outro grupo de policiais, a fita amarela, e outro corpo morto.Um som de ânsia de vômito veio de um beco, Bobby olhou para cima para ver um policial jovem uniformizado dobrado para frente.Bobby assentiu com simpatia para o homem mais jovem, torcendo seu o estômago em nós. Ele tinha visto muitos assassinatos, alguns ainda mais terríveis do que este, mas parecia haver algo terrivelmente mal no que Thompson tinha feito. Matar uma pessoa, antes de beber o seu sangue e nem mesmo esperar até que seu coração parasse de bater, antes de sorver a essência da sua vida como se fosse o melhor vinho.“Este é um daqueles casos em que o cão terá uma pessoa para a vida, tenente.” Comentou Bobby, quando se afastaram do segundo grupo em direção a uma casa grande na esquina."Esta casa é de Thompson?”"Ele começou aqui." "Matou seu mordomo, governanta, e motorista com o mesmo M.O. como os outros. Parece que o chofer foi o último, e quando não havia mais nenhum sangue saiu, ele foi caçar. Infelizmente, encontrou mais vítimas.""Este é o seu caso, Marks e Jablonsky. Não estrague tudo. Eu já tenho o Comissário respirando no meu pescoço, e preciso ser capaz de lhe dar respostas em breve. Parece que o prefeito e Thompson foram amigos próximos o suficiente, para Thompson doar vários milhares de dólares para sua campanha.""Eu quero vocês na minha sala amanhã de manhã, na primeira hora com um relatório de progresso." Ela saiu da casa, indo em direção as luzes das câmeras de notícias.Em silêncio, concordou e subiu as escadas. Ele não queria ver os empregados. Tanto sangue quando Thompson estava coberto, sabia que não seria bonito. Treinamento contribuído, juntamente com as lições que prendeu com seu pai. O pai de Bobby sabia tudo sobre o quão horrível poderia ser um policial. Ele era um policial de ronda durante a década de setenta, quando David Berkowitz aterrorizou a cidade com sua loucura Filho de Sam, e viu o resultado dos ataques."Os ataques começaram aqui."Cada pedaço de evidências e provas necessárias para ser perfeito nos mínimos detalhes. Ele não queria que seu caso destroçasse pelo trabalho policial negligente. Não havia dúvida de quem era o assassino, mas não queria que ninguém questionasse o motivo, quando ele apresentasse.De pé na porta, deixou seu olhar vagar, sem fixar em qualquer item. Aprendeu que seu cérebro iria notar se algo estivesse fora do lugar, se não o forçasse.O farfalhar de papeis atrás o informou que Jablonsky estava recebendo notas de um dos policiais uniformizados."Quantos funcionários moravam aqui com o criminoso?""Três. Seu mordomo, governanta, e motorista. Todos estiveram com ele ao longo de décadas. Belo pacote de aposentadoria miserável." A garota do laboratório assentiu, tirando mais fotos que acabariam na mesa de Bobby de manhã. "Detetive Marks, descobrimos que o atiçador veio da lareira." Alguém gritou do primeiro andar. "Eu acho que um velho bilionário recluso sentou-se na sua sala conspirando a morte três de seus funcionários, antes de beber o sangue?" Bobby atirou ao seu parceiro num olhar. "Não, eu não acho que foi pré-meditado. Acho que algo fez o velho bobo romper-se, e ele imaginou em sua cabeça que eles estavam atrás dele ou ele estava em perigo." "Boa teoria, Jablonsky, mas se Thompson acreditou verdadeiramente nisto, por que não existe até mesmo uma brisa de rumor sobre ele sendo um vampiro?" Ele passou por várias pessoas em pé na porta do que parecia ser o estúdio de Thompson. "Cale a boca, tem merda na cabeça.""Você tem fotos deste já?" As luvas de látex não eram nada boas para pegar algo liso, especialmente quando você não queria manchar qualquer impressão, mas ele conseguiu chegar à vertical do vidro e segurou-a ao nariz."Eu não bebi o material. Tem cheiro de vinho, mas há algum perfume subjacente que não pude identificar." Ele colocou o copo de volta para os rapazes colocarem como prova no saco. "O homem pegou a melhor arma que poderia encontrar no calor do momento. Não disse Jablonsky, ele não planejou isso."E não muito disso, Bobby adicionou em silêncio. Era fácil demais afogar as imagens ruins do seu trabalho no álcool. Ah, ele bebia de vez em quando, tentava não ir ao bar, porque não seria difícil para se tornar um bêbado. "O que você está pensando, Bobby?" Jablonsky se juntou a ele no centro da sala. "Em uma série de vitórias?" Jablonsky espetou-o no lado com o cotovelo ossudo. Nem uma palavra de dúvida, emitidos a partir de boca Jablonsky, embora soubesse que o seu parceiro não acreditasse nele. Bobby relaxou num canto. "Eu vou ficar aqui e supervisionar. Você pode ir para casa. Como estão Wendy e as meninas?" "Vai cuidar de suas meninas. Vou ficar até a cena ser desmarcada. Não quero nenhuma asneira. Nós vamos tomar esse cuidado e teremos todos os relatórios escritos, antes do fim de semana." Bobby nunca negou ser gay. Foi à primeira coisa que disse a Jablonsky, quando se tornaram parceiros. Não havia sentido ter vergonha de algo que ele não poderia ajudar. Ele também não comentava suas companhias ou encontros. Jablonsky foi um bom rapaz, mantendo as piadas de gay ao mínimo e não discutindo com Bobby. Por todas as palavras corajosas de Bobby era sobre encontrar um motivo fácil para os crimes brutais, mas seu instinto dizia que o caso está longe de acabar. Algo de ruim estava por vir, e Bobby tinha uma sensação de jogador, que seria pego no meio dele.Uma pasta com um indicador pousou suavemente sobre a mesa de Bobby cedo na manhã seguinte. Ele empurrou e soltou seus pés no chão, onde os apoiou na borda. Bocejando, esfregou os olhos e sentou em linha reta. O jovem de pé em jeans, camisa e jaleco sorriu. "Você poderia dizer isso. Eu podia dizer isto. Não voltei para o distrito policial até uma hora atrás. Tonelada de material para processar a partir de cenas de crime múltiplo." Ele se esticou e fez uma careta, quando a vértebra na espinha estralou. O tom na voz do cara do laboratório fez Bobby olhar para ele. Interesse cintilado nos olhos do técnico. Ah, entendi. Veio até aqui para flertar com o policial gay. Sabe que não vou bater no seu traseiro por isto. "Certo. Essas são realmente apenas do estudo preparatório. Libby, uma das fotografas da cena do crime, sabia que você estaria interessado nelas." O técnico se afastou da mesa e caminhou em direção ao elevador, atirando um olhar sobre seu ombro para Bobby. Ele girou em torno dos dedos o lápis, enquanto abria a pasta e começava a folhear as fotos. O estúdio de Thompson gritou "rico." Os móveis eram de madeira pesado, escuro e coberto por um tecido que parecia caro, provavelmente de seda ou algo parecido. Ele não havia conseguido olhar perto o suficiente. Bobby resmungou baixinho. Como ele iria reconhecer seda, se não usava nem um pedaço disso. Ele olhou para as fotos do copo de vinho e da bebida. Ele deixou seus pés caírem no chão e espalhou as fotos da garrafa de vinho sobre a mesa. Vasculhando a pilha de relatórios do laboratório que descobriu na sua escrivaninha, tirou fora o da garrafa. Era de barro, país de origem desconhecida no momento. As amostras da argila e do conteúdo haviam sido enviadas ao laboratório para análise do estado e não estaria recebendo os resultados de volta rapidamente. O laboratório tinha toneladas de outros casos, e apenas porque era um grande homem rico, não significa nada para os técnicos lá em cima. "Thompson colecionava vinhos." Jablonsky descansou na cadeira intrometeu-se na mesa contra Bobby. "O tenente me fez parar e conversar com os outros membros do pessoal de Thompson. "Thompson colecionava vinho, isso explica a garrafa e o copo, eu acho." Ele traçou o contorno da garrafa."Explica a caixa sobre a mesa do cara." Bobby deixou cair à cabeça para trás, enquanto olhava para o teto. "O que torna este vinho tão especial?" "Boa idéia. Eu quero saber quem o vendeu e de onde veio. "Olhou Jablonsky. "O vinho é a chave para a coisa toda." Bobby assentiu. "Sim". "Não olhe para mim. Talvez você deva pegar um livro sobre fabricação de vinho no caminho para casa, ou você pode simplesmente procurá-lo na internet." Jablonsky riu da carranca de Bobby. "Você é tão arcaico, Bobby. Eu não sei quem gosta de usar um computador menos do que você." "Wilmont.” O homem rosnou ao responder.Um suspiro agravado ecoou sobre a linha. "O que eu posso ajudá-lo, Marks?""A que veio da cena do crime Thompson?" "Sim."“Obrigado, Wilmont. Eu devo a você.”Isso significaria que Bobby tinha que ir para o bar, o que fazia muito tempo, mas faria um esforço especial para parar em algum momento na próxima semana ou duas. Ele sempre pagava suas dívidas. "É preciso que eu vá com você?"" Alcanço você mais tarde." Ele acenou num gesto vago na direção JablonskySeu computador apitou e ele puxou seu programa de e-mail. Clicando sobre o ícone de anexo, ele mexia, enquanto as imagens baixadas começavam a aparecer em sua tela. Deus, como amava fotos digitais. Elas estavam tão claras, era quase como se a garrafa estivesse na frente dele. ‘Havasalföld’ foram às palavras encontradas em toda a superfície da argila. Definitivamente, um vinho estrangeiro, ou pelo menos a garrafa era. Abrindo seu navegador, resmungou quando digitou a palavra e apertou o enter. Ele imprimiu as fotos de novo acrescentando à pilha em sua pasta. Olhou quando sua tela piscou. Uma careta cruzou seu rosto quando viu todos os links em língua estrangeira. Deus estaria aqui o dia todo. Será que não era possível uma pessoa Inglesa traduzisse alguns desses sites para pessoas ignorantes como ele, que mal podia falar o Inglês correto?Bobby tentado decifrar mais das informações sobre os sites, mas ele não estava conseguindo. Esfregou sua mão no cabelo em frustração antes de desistir e chamar Cecelia, a recepcionista civil do seu distrito policial.Ele sorriu com o tom brusco na voz. "Cecelia. Ei, é Bobby." Alguém deve estar tendo um dia ruim. Claro, ela provavelmente foi montar uma tonelada de chamadas da mídia local e nacional. Cecelia não tem muita paciência para os repórteres."Eu queria saber se você conhece alguém da New York University que pudesse me ajudar com o caso que eu estou trabalhando." "Que tipo de informação você está procurando?" "A história romena, hein? Bem, eu não tenho ninguém listado especificamente para isso, mas há um professor Nikolay Radin, cuja área é a história da Europa Oriental. Será que isso funciona?" "Você é bem-vindo, Detetive Marks. Espero que você descubra o motivo para este caso. Já estou cansada dos telefonemas."Bobby discou o número do professor tamborilando os dedos sobre a mesa, enquanto esperava alguém responder. "Eu preciso falar com o professor Nikolay Radin, por favor. Sou o detetive Robert Marks do Departamento de Polícia de Nova York.""Quanto tempo isso vai demorar?" Bobby não queria esperar o dia todo, embora pudesse fazer a pesquisa do leilão, onde Thompson comprou o vinho. O estômago de Bobby roncou. "Ok, aqui está o meu número do meu celular. Mande-me chamar assim que chegar. É sobre um caso que estou trabalhando é muito importante que eu fale com ele." Ele falou o úmero do telefone."Obrigado.”"Entre." "Todas as provas já foram catalogadas e enviadas ao laboratório de crime. Eu tenho as fotos das cenas. Eu comecei a olhar, mas estou me focando na garrafa encontrada no escritório. Eu acho que pode ser a nossa melhor chance de descobrir como isso aconteceu.""Vai voltar e entrevistar algumas das testemunhas. Quer ver se acha algo novo com eles. Então ele checara as casas de leilões na área. Sabemos que Thompson comprou um pouco de vinho um par de dias antes.""Eu estou indo para casa tomar um banho, trocar de roupa e comer alguma coisa. Estou esperando uma chamada do professor Nikolay Radin da NYU. Ele é um especialista em história da Europa Oriental, e acho que a garrafa de vinho, pelo menos, veio da Romênia, uma antiga Romênia.”Bobby sabia diferenciar uma dispensa, quando ouvia uma. Ele saiu, parando o tempo suficiente em sua mesa para pegar os arquivos sobre o caso, antes de sair do edifício. Ele estava ansioso por um banho quente e comida quente. Talvez pelo tempo que terminou de se limpar, o professor teria telefonado para ele. Nik reuniu seus papéis e fugiu para a segurança de seu escritório. Um de seus alunos lhe tinha dado um olhar através de todas as classes ‘Eu sou seu e só pedir’. A última coisa que Nik tinha vontade de fazer era ter um encontro com um dos seus estudantes. Ele odiava as expressões abatidas dos homens, depois que os informou que não saia com estudantes. "Classe dura?" Sheila falou. "Aqui estão as suas mensagens. Eu olharia para a primeira. É de um detetive.""Não."Talvez um dos muitos alunos que recusou teria apresentado algum tipo de falsa reclamação contra ele? Não, isso não podia ser. Se fosse esse o caso, o decano dos estudantes teria contatado com ele primeiro.  Ele começou a levantar o fone sobre a mesa, mas logo o desistiu. Talvez fosse melhor chamar de seu celular? Pelo menos poderia se assegurar que não houvesse uma escuta dentro. "Marks." uma profunda, voz grave respondeu."Sim, sou o professor Nikolay Radin. Eu tinha um recado para ligar para você?""Ummm, gostaria de ajudá-lo, detetive Marks, mas eu sei muito pouco sobre vinho."O coração de Nik bateu mais forte. "Você diz que é uma garrafa?" Ele perguntou, tentando fechar um espaço de tempo. "Barro.” Nik adicionou para o detetive. "Você pode trazê-lo para mim?" Nik quase pulou de alegria. "Sim. Gostaria muito disso. Estou o resto da tarde livre."Nik desligou e virou a cadeira para olhar para a estante atrás de sua mesa. Seu primeiro instinto foi o frasco que não era uma garrafa de um todo, mas sim um barril. Isso não faz sentido embora. Barris de barro fossem grandes. Não haveria nenhuma maneira do detetive chamar erroneamente um barril de garrafa. Que diabos eles estavam lidando? "Entre." Falou, deixando o livro sobre a mesaNik enxugou as mãos em seu jaleco e levantou. Ele estendeu a mão e sorriu. Marks assentiu e apertou a mão de Nik. "Você deve ser o Professor Radin." "Ok, Nik, você pode me chamar de Bobby." Bobby sentou e atirou uma pasta na frente de Nik. "Esses são as fotos da garrafa e do rótulo. Qualquer informação que você possa me dar seria apreciada."Ele estudou a imagem por alguns instantes, antes de abordar o detetive. "Antes de eu começar, gostaria que você fizesse algo por mim. Será que você ligaria para o laboratório e pedisse que fossem extremamente cuidadosos com esse objeto. Deveria estar em um museu, não num laboratório."Bobby desligou o telefone e sorriu. "Devo-lhe outra bebida." Bobby assentiu. "Sim. Por quê?" Bobby segurou suas grandes mãos quadradas cerca de catorze centímetros de distância. "É mais ou menos isso longo, fino. Eu realmente não segurei, mas tenho certeza de que poderia ter facilmente envolvido minhas mãos em torno dela. Bobby tomou as mãos de Nik e passou-os em uma posição aproximada. "Sim, eu diria que sim." Ele olhou para cima e encontrou os olhos castanhos escuros do detetive. Nik lambeu os lábios, de repente se sentindo seca. "Seu barril era quase certamente um costume feito. Por que razão, eu não tenho certeza. Não teria sido rentável para o produtor de vinho."Nik não podia deixar de rir. "Você poderia dizer isso. Eu provavelmente dataria da metade do século XV, mas é difícil dizer sem realmente analisá-la pessoalmente.""É algo que você sabe fazer? Datar coisas assim?""Foi a partir de um caso que estou trabalhando. Realmente não posso entrar em detalhes." Bobby bateu um brusco dedo na fotografia do lacre de cera. "Que tal isso?" O detetive reajustou sua posição na cadeira. “Eu acho que poderia perguntar. Mas primeiro você terá que dizer para mim, o que você está tentando achar.”Bobby arranhou a linha de seu queixo quadrado por vários momentos. "Eu vou ver o que posso fazer." Bobby fez um som áspero na garganta e se levantou. Bateu o arquivo contra a sua coxa e olhou a Nik por um momento, antes de virar e sair pela porta. Ele estava sempre fazendo coisas desse tipo. Seus pés pareciam ter um lugar permanente em sua boca, quando vinha para falar aos homens de boa aparência.Pegou seu livro e colocou de volta na prateleira, antes de recolher os papéis que precisava avaliar no fim de semana. Se corresse, teria tempo para passar pela biblioteca da universidade e ainda pegar o seu ônibus.Conseguir sair e pegar o ônibus não tinha sido um problema. Foi parar na estação correta, que tinha causado problemas. Nik tinha se concentrado tão profundamente no livro que estava lendo, que não percebeu que estava quase nove blocos fora do seu caminho, antes de perceber o erro.Nik nunca tentou esconder sua sexualidade. Contou mais de uma ocasião para que ninguém tivesse dúvida que era gay, a todo o momento que abria a boca. Era algo que nunca o incomodou. Ele era quem era.Ele estava quase em casa, antes de perceber que os livros em seus braços estavam começando a ficar pesados. Ele foi para colocá-los em sua mochila e parou em seu caminho. Maldição. Onde tinha deixado sua mochila? Uma imagem dele sentado no chão na seção de referência da biblioteca veio à mente.Com um aceno de cabeça, dirigiu-se para o ponto de ônibus. Não havia sentido em desperdiçar o dinheiro. Ele aceitou o fato que levaria mais de duas horas, pelo menos, para chegar a casa e desfrutar de sua noite. O que mais poderia fazer? Era sua própria culpa e sabia disso.  "Entre.""Eu entendo, Prefeito, mas você tem que dar aos meus homens mais de um dia para descobrir o motivo. Coloquei os meus melhores detetives nisto, e confio que vão resolver isso rapidamente." Ela alfinetou Bobby com um clarão, quando ele tossiu para encobrir sua risadinha. "Sim, senhor, vou chamá-lo assim que tiver alguma informação.""Diz que você tem alguma notícia, de preferência, boa.""Velha? Eu poderia ter dito isso." Ela bufou. "Quantos anos?""Obrigado pelo relatório. Há outra coisa que você quer?"O tenente estreitou os olhos, o que fez Bobby verificar se a braguilha estava aberta."Por que eu iria querer fazer isso?"Ela bateu o fim de sua caneta contra a mesa, enquanto pensava sobre isso. Bobby manteve sua boca fechada. Não havia sentido em empurrá-la. Tudo o que decidisse, teria que concordar. Podia quebrar as regras um pouco, mas não quis trair o seu tenente e colocar em risco o emprego ou a sua raiva dirigida a ele."Obrigado, minha senhora." Bobby deixou seu escritório, antes que ela pudesse mudar de idéia. Após retornar à sua mesa, pegou o telefone e ligou para o laboratório. "Wilmont, você nunca vai para casa?" Ele riu ao ouvir o som cru que o laboratório criminal fazia. "Você não deveria estar apostando em cavalos de qualquer maneira, Marks. Não é um vício saudável." Wilmont parecia cansado. "Por quê? Quando você conseguiu seu diploma de medicina forense?" Havia suspeita nas palavras de Wilmont. "Ele sabe o que está fazendo?" A imagem de Nik estalou na cabeça de Bobby, e seu pênis ficou bastante grosso com a observação que adoraria aproveitar-se do professor bonito. Empurrou o pensamento para o fundo da sua mente. Primeiro de tudo, tinha que ter o caso encerrado, então talvez conseguisse convencer Nik para ir a um encontro com ele Oh, ele não precisava ter um radar gay ou coisa parecida para saber que o professor jogava no seu time, embora talvez tivesse esse radar mítico, Bobby raramente foi atraído por homens heterossexuais. A partir do momento que viu pela primeira vez Nik, queria perguntar ao cara isso. "Ei, Marks, você ainda está aí?" "Sim. Ainda estou aqui. Desculpe, estava pensando em algo."Bobby riu silenciosamente. Inferno, mesmo os caras técnicos tinham medo dela. "Ótimo. Vou deixar uma nota, deixando o meu assistente saber que está chegando. Estou indo para casa assistir algum futebol e sair com meus filhos por um tempo.""Nenhum problema. Quero isso resolvido logo, tanto quanto você. Um caso a menos no meu prato me faria feliz, porra." "Olá?" "Olá?" Um tremor ligeiro entrou na voz. Uma falha na respiração veio através do telefone e os pensamentos de Bobby foram a uma direção que não deveriam ter. Soaria Nik assim, enquanto Bobby fizesse amor com ele? "Você tem sorte, Nik." Bobby abriu a porta do carro para a área da piscina e deu uma risadinha. "Eu disse que você teve sorte. Meu tenente deu-lhe permissão para olhar a garrafa.""Hã?" Ele puxou as chaves do bolso e abriu o sedan do departamento, atribuído quando estava de plantão. Sentou atrás do volante, pensou por um momento. "Ah, certo. Não é uma garrafa, e um barril. Vou tentar me lembrar disso.""Estou no carro. Se me der instruções para chegar onde você está, e estiver livre, vou buscá-lo agora." "Se não tiver tempo hoje, posso buscar você na segunda-feira e levá-lo de volta depois ao laboratório." “Melhor que uma caneta, Professor. Eu tenho um GPS. Só dê o seu endereço, e acharei o caminho para seu lugar.”"Ok". Nik recitou seu endereço, enquanto Bobby digitava no dispositivo."Quarenta minutos estão bem. Vou trazer alguns livros que acho que poderia ajudar." "O que você quer dizer com isso?" Havia um fio de voz em Nik agora.Bobby deslizou no tráfego de Nova York, sem nenhum problema. Ele odiava a uniformidade branda dos carros do departamento. Os sedãs eram simplesmente beges, com apenas as modificações feitas para a polícia para fazê-los interessantes. Não é de muito papo. Bobby não tem problemas em falar com ninguém, o que fez um bom policial. Um sussurro veio ao telefone e Bobby perguntou se Nik estava vestindo-se. Merda."Seu pai era um policial?" "Isso é bom, não é?" Bobby virou na esquina que o GPS disse e continuou descendo a rua."Ei, estou tendo algum tráfego, e deveria deixar você ir buscar suas coisas." "Até mais, Nik." "Você sabe que não deve estar pensando no professor dessa maneira. Ele está ajudando você com um caso e até que esteja resolvido, não pode cruzar essa linha." Bobby admitiu para si mesmo que gostava do bonito jovem. Era o tipo de sabor que trazia para casa dos bares, quando ia à procura de um rápido encontro. Inocência, não tanto. Ser um policial, um homem cansado, as pessoas não entendia o péssimo lado da vida para fazer Bobby jejuar. "Este não é o momento de pensar sobre isso, Bobby, meu velho." Ele murmurou. "Você tem um caso para fechar e oito casos de homicídio de outros, que tem que trabalhar. Um professor universitário lindo está totalmente fora de qualquer maneira."Quarenta minutos depois, parou na frente da moradia de Nik. Assobiou para a bairro caro. Evidentemente, os professores ganhavam muito mais do que pensava."Mal pode esperar para chegar e colocar suas mãos no meu barril, hein?" Brincou. "Estou apenas brincando, mas sei que você está animado em ver o barril." "Espero que nós possamos descobrir quem poderia ter encomendado isso." "É possível, ou vai me dar dicas sobre onde procurar." Bobby fez um gesto para o copo de Nik. "Gosta de um pouco de chá com açúcar, não é?" “Posso ver isso.” Nik calou a boca, antes que fizesse papel de bobo. Mal sabia que para Bobby, não tinha problema dizer sobre suas falhas iniciais. "Eu tenho uma tendência a ser um pouco... desmiolado. Meus pais pensavam que era o açúcar em minha dieta e demais estímulos exteriores. Assim, nenhum doce, nem TV." Nik sorriu de volta. "Com os doces, mas ainda não tenho uma televisão."Nik começou a abrir outro pacote de açúcar. Sabia que o chá não precisava de mais, mas por algum motivo, o detetive o deixou impaciente. No passeio de carro, conseguiu roubar vários olhares para o corpo poderoso de Bobby. Nik não diria que o cara parecia um fisiculturista, mas o detetive tinha certeza de sua participação de músculos. Ele lembrou a Nik dos homens que costumavam trabalhar com seu pai no cais. Bobby estreitou os olhos. "Duas fatias de bolo de carne, purê de batatas e feijão verde é o suficiente para durar um fim de semana?" Ele balançou a cabeça. "Não é à toa que está tão pequeno." "Ei, desculpe-me. Eu estava apenas brincando."Bobby começou a chegar do outro lado da mesa, mas puxou a mão para trás antes de chegar a Nik. Nik bufou. "É mesmo? Como o quê?"Nik riu. "Sim, porque há uma necessidade real de resgate de gatinho."Nik tentou pensar na última vez que tinha um amante, muito menos alguém que tinha tentado carregá-lo fora de seus pés. "Eu tinha um namorado na faculdade, que me empurrou para a cama várias vezes. Será que isso conta?""Não, foi apenas um pequeno empurrão." Nik não podia acreditar que defendia seu ex. Em segundo pensamento, talvez tivesse sido um impulso médio. James gostava de exercer seu poder sobre Nik. Foi o que acabou por dividir-los e afastá-los.Nik gemeu, quando deu a primeira mordida no bolo de carne. "Oh meu Deus, isso se tornou meu novo lugar favorito para comer." Lambeu o garfo, antes de perceber Bobby olhando para ele mais uma vez. "O quê? Tenho ketchup na minha cara?"Nik revirou os olhos para si mesmo. Poderia ser mais socialmente desajeitado? Bobby voltou para o seu jantar, e Nik tentou manter seus ruídos sob controle. Tão acostumado a comer comida congelada, que havia esquecido o gosto de comida de verdade. "Por quê?" "Linha de ônibus? Você não tem um carro?" Bobby olhou chocado.Bobby terminou seu almoço e empurrou o prato para o centro da mesa. Nik ficou perdido com uma garfada de comida a boca, quando o homem grande começou a esfregar seu próprio estômago. "Tudo bem?" Perguntou a mulher."Você tem certeza que já comeu o suficiente?" "Bem, não queremos isso. Nós temos uma garra... barril para estudar.""Eu pago isso." Bobby colocou dinheiro sobre a mesa, juntamente com a conta."Eu pago isso." disse Bobby novamente. "Você pode paga o próximo." A garçonete quebrou o momento, aparecendo com uma caixa para viagem. Bobby ergueu a mão e pendurou o braço na parte de trás da cadeira, mas continuou a manter contato visual com Nik, até finalmente desviar o olhar. "Pronto?" Uma vez no carro, Nik tentou obter sua mente fora do toque e de volta à oportunidade que tinha à sua espera no laboratório da polícia. "Então, eles vão deixar-me retirar o selo, certo?" Havia algo sobre a maneira como Bobby disse isso, que lembrou sua mãe. Embora a amasse, até o dia que morreu Sorina Radin nunca tinha acreditado nisso.Nik nem tinha percebido que Bobby tinha parado o carro, até que tinha terminado sua bronca. Sua cabeça começou a doer quando fechou os olhos e descansou-a contra o encosto do banco. Nik estava muito humilhado para dizer algo. Um pedido de desculpas estava na ponta da sua língua, mas antes que pudesse dizer isso, Bobby falou mais uma vez. "Você está certo". Nik abriu os olhos e olhou para Bobby. De jeito nenhum poderia negar as observações de Bobby, eles estavam no local. Tanto assim que era realmente um tipo assustador. Precisava ainda processar o comentário "duro", que decidiu arquivar para futuras explorações. Nik assentiu. Estava grato a Bobby por não ser o tipo de cara que guarda rancor. Se fosse honesto consigo mesmo, sabia que era porque gostava do cara que suas palavras tinham doido tanto. Esperava que o pé-na-boca, não fizesse Bobby correr fora.Uma vez dentro do laboratório, Bobby mostrou a Nik uma pequena sala. "Espere aqui."Bobby retornou e segurou a porta aberta para um técnico. O técnico segurava cuidadosamente com um tecido coberto o barril sobre um suporte de madeira. Nik estava satisfeito com o cara ter esse cuidado no transporte da descoberta frágil. “Não por isso…"Nik assentiu e cuidadosamente removeu o pedaço de pano. Uma insígnia embutida na parte superior da cera chamou sua atenção. "Oh, eu não vi isso na fotografia." "Esta insígnia. Eles eram usados em lugar de assinaturas." Quanto mais examinava a cera envelhecida, mais preocupado ficava. Nik olhou para Bobby. "Eu não acho que há alguma maneira de tirar isso sem quebrá-lo." Nik voltou-se para Peter. "Você poderia tirar algumas fotografias detalhando disso para mim?" Uma vez que estavam sozinhos, Bobby sentou-se ao lado de Nik. "Então, o que está dizendo os seus pensamentos?" Tinha que haver uma maneira de obter o barril com um especialista de restauração. Era uma coisa de beleza e merecia estar em um museu. Um pensamento o atingiu. "Estou perguntando-me se um telefonema para o Prefeito de um velho professor meu, que trabalha agora no Smithsonian ajudaria.""Sei que não pode entrar em detalhes sobre o caso que está trabalhando, mas esse barril é um inferno de uma descoberta histórica. Estaria muito interessado em saber o quão relevante é para o seu caso." "Porque, se chamar meu velho professor, eu não tenho dúvida de que ele poderia ter o barril em suas mãos dentro de 24 horas. Acho que o que estou pedindo irá causar um problema com a sua investigação?"Nik suspirou. Tinha lido os detalhes do crime violento no Times. Ele sabia que Thompson tinha assassinado os empregados de sua casa, antes de sair para a rua, mas que estava sobre ele. "Posso perguntar o que fez você pensar que o barril estava de alguma forma ligada?" "Por favor. É importante que eu saiba, antes de fazer o meu telefonema."Nik balançou a cabeça. "Não vou mais longe, eu prometo.""Bem, estou surpreso como o inferno que qualquer coisa ainda estivesse dentro do barril em primeiro lugar. Visto o que, surpreende-me também que alguém realmente bebesse. Não poderia ter sido agradável.""É por isso que achei que era uma pista importante. O laboratório tentou analisar o conteúdo."Nik levantou a cabeça e olhou nos olhos detetives. "Eu acho que é mais importante do que nunca descobrir exatamente de onde este barril veio e quem o fez, e a única maneira para descobrir o que está sob esse selo de cera.""Que nós o levamos a um especialista em restauração. Não te quero por em problemas, então acho que uma ordem do prefeito para liberar o barril para análise de um especialista, ajudará que as coisas sejam mais suaves com seu chefe." "Existe uma maneira de você falar com ela agora? Eu não tenho nenhuma idéia do que vai estar envolvido em descobrir o que está sob a cera, mas provavelmente vai demorar algum tempo. Quanto mais rápido chegarmos às respostas, quanto mais rápido você resolverá o seu caso." Nik segurou sua respiração, esperando pela decisão de Bobby."Eu vou dar um telefonema. Espero que você esteja certo sobre isso."Bobby puxou a mão dele e saiu da sala, enquanto discava. Nik ficou surpreso quando a porta abriu alguns segundos depois. Ele virou-se para encontrar Peter. "Ah. Você os conseguiu?"É o suficiente?" Peter saiu da sala, e Nik continuou a olhar para a insígnia. Deus, por que parece tão familiar? Ele pegou sua mochila e tirou um caderno e lápis. Estava longe de ser um artista, então colocou uma folha de papel em branco sobre a foto e começou a traçar a imagem. O toque de uma mão grande em seu ombro fez com que pulasse. Nik sacudiu a cabeça e pegou o lápis, aonde havia caído. "Você conversou com seu chefe?""Então? O que significa isso? Será que ela vai cair em cima de você, se eu chamar o professor Lattimer?"Esquecendo o desenho, Nik colocou a mão na sua mochila para pegar seu telefone. Ele procurou a sua lista de contatos e topou com George Lattimer e número de telefone. Agora que Bobby tinha enfrentado o dragão, foi à vez de Nik. "Professor Lattimer? Sou eu Nikolay Radin.""Eu estou bem, senhor, e você?" "É bom ouvir isso, senhor." Sabia que precisava ir direto ao ponto. George Lattimer era um locutor, e Nik sabia que ele poderia facilmente gastar os próximos quinze minutos discutindo o tempo. "A razão que estou chamando é pelo seu conhecimento." "Em alguns assuntos, mas tenho um barril em miniatura a partir de meados do século XV que preciso de ajuda." "Não, senhor. Estou trabalhando com a Polícia de Nova Iorque." Nik passou a descrever o barril. Ele não disse ao professor mais do que era absolutamente necessário, mas os sons da respiração de George, na outra extremidade do telefone, disse tudo. Nik acenou com a cabeça para Bobby, antes mesmo de terminar sua conversa. Sabia que o velho professor ficaria tão animado com a descoberta quanto Nik tinha ficado."Isso depende de quanto tempo posso obtê-lo a DC e da severidade da mancha." "Deixa comigo. De uma forma ou de outra, vou tê-la aqui, mais logo que possível. Agora, sobre esta insígnia, alguma idéia de quem pertença?""Vá para a New York Public Library, na Rua Quarenta e Dois e peça ajuda a Edna Grant. Vou dar-lhe uma chamada e deixá-la saber que você está indo.""Não, obrigado, meu rapaz. Você pode ter deixado cair à descoberta do século no meu colo."Bobby assentiu. "Ok, agora o que vamos fazer?" "Nem um pouco. Você quer alguma ajuda?"Bobby encostou a parede com as mãos nos bolsos, enquanto Nik reunia suas coisas. Parecia que o detetive queria dizer algo, mas estava contendo-se. Nik segurou as fotografias. "Estaria tudo bem se ficar com um desses?"Depois de fechar sua mochila, ficou na frente de Bobby. "Estou pronto."Ele seguiu até o carro de Bobby e entrou sentindo que o interior do veículo cheirava a bolo de carne e feijão verde. "Desculpe." ele se desculpou, quando Bobby subiu ao volante. Rindo, Bobby abriu a janela. "Eu não tenho certeza se isso vai sair por um bom tempo, porque não come um pouco."Bobby dirigia o carro na direção da Rua Quarenta e Dois. "Então, quanto tempo você vai estar na biblioteca?"A conversa terminou e Bobby voltou a olhar inquieto. Depois de vários momentos, Nik não agüentava mais. "Lamento não ter sido de muita ajuda."Nik encolheu os ombros. "Eu só tenho a sensação de que esteja desapontado comigo."Será que está me pedindo para sair com ele? "A corrida de cavalo?" "Oh, bem, hum, certeza. Quer dizer, nunca fui, mas parece ser divertido." Nik sabia que na verdade não apostaria em cavalos. Jogar fora o dinheiro que deu duro trabalhando para ganhar, nunca realmente fez sentido isso para ele. Mas passar o dia com o detetive bonito soou muito atraente. "Isso soa bem. Vai me dar tempo para fazer meu fim de semana terminar." É claro que não deixa tempo para a classificação. Pensou na grande pilha de papéis em sua mesa da cozinha e deu um suspiro interior. Talvez se ficar acordado até tarde, poderia tê-los feito antes da aula de segunda-feira.Nik reuniu suas coisas. "Obrigado, mas estou acostumado ao transporte público. Não me incomoda."Nik sorriu com os instintos protetores do detetive. "Só se realmente estiver escuro." "Sério, Nik. Use o dinheiro que você não gastou no almoço, para tomar um táxi."Bobby largou a mão e Nik saiu para a rua. Os táxis estavam buzinando, enquanto tentavam contornar o carro do detetive. "Você está indo para obter uma multa, se você não se mover."Nik fechou a porta e acenou quando Bobby afastou. Ele virou e fez o seu caminho até a escadaria. Tentando levar sua mente fora do detetive sexy e voltar para a tarefa em suas mãos, pensou na insígnia.Puxou a foto com o dedo, e deixou sua mente vagar. Sabia que o selo foi feito sobre duas insígnias colocadas por cima umas das outras. Ele tentou visualizar as imagens em separado. Porra, se apenas o selo fosse mais clara. Não foi culpa de Peter, mal esperava colocar para fora os selos individuais utilizados para carimbar toda a cera quente, Nik acreditava que tinha sido intencional. A quem quer que pertença esses selos não queira sua identidade disponível a qualquer pessoa. Por quê? Questionou se os arquivos que segurava poderiam estar em um livro sobre brasões de família. Claro que poderia ser a insígnia de uma sociedade ou organização. Nik reuniu suas coisas mais uma vez e foi em busca de Edna.Quando Nik chegou a casa estava morrendo de fome. Rapidamente comeu suas sobras do almoço, quando puxou seu caderno de fora da mochila. Pegou o telefone, discou celular de Bobby, animado para dizer ao detetive o que encontrou."Bobby é Nik.""Estou chamando de casa. Olha, acho que tenho algumas boas notícias. Não posso ser positivo, mas acho que encontrei uma referência a um dos emblemas.""Sim. Descobri que há duas insígnias, uma pressionado por cima da outra. É por isso que a imagem parece tão distorcida. Enfim, não estou cem por cento certo, mas acredito que uma das insígnias pertence aos Cavaleiros de Paiderastia.""Paiderastia. Era uma sociedade secreta que acredita no cumprimento religioso através do... amor de meninos." Nik sentiu seu rosto corar."Sim, mas a sociedade era composta por alguns homens muito poderosos na época. Um homem em particular me veio à mente quando finalmente percebi o que estava vendo." Nik foi praticamente vibrando em sua excitação. Se o que ele acreditava fosse verdade, o barril era mesmo mais valioso do que pensava primeiramente. A imagem de Bobby o mordendo, fez o pênis de Nik se encher em um instante. Ele realmente tinha necessidade de sair mais. "Radu cel Frumos, mais conhecido como Radu Dracul. Radu passa a ser o irmão do mais famoso morador da Roménia fora de Nadia Comaneci, Vlad Dracul III.""Conde Drácula." Bobby acabou para ele. "Bobby? Há algo de errado?"O olhar de Nik, foi para a pilha de papéis que, ainda não tinha revisado. “Claro, estarei esperando. Nik voou para fora da cozinha e subiu correndo os degraus. Ligou o chuveiro e começou a se barbear, enquanto esperava a água aquecer. Com sua cara lisa, entrou sob o jato quente. Ele rapidamente passou xampu em seu cabelo e lavou as outras partes do corpo cuidadosamente, antes de secar.Estava ao pé de sua cama e pensou em arrumar a cama apenas no caso de Bobby subir, mas afastou o pensamento. Nunca seria o tipo de sujeito para jogar em um primeiro encontro e até se não tivessem tido um encontro ainda.Reuniu a roupa suja do lado do sofá e correu para a lavanderia, antes de pegar os jornais. Após foram atirados para a reciclagem, chegou à vez dos pratos sujos que cobriam a mesa do café. No momento que a campainha tocou, Nik estava desgastado. Ele escovou os cachos rebeldes fora de seu rosto e abriu a porta. "Oi." Nik deu um passo atrás. "Entre." "Claro, o que você tiver de bom." Correu para a cozinha e abriu a geladeira. Esperava que tivesse uma garrafa de vinho que sobrara da temporada de férias anteriores. Agachado, procurou nas prateleiras. Droga. Suas escolhas eram Kool-Aid[6], sabor cereja, ou suco de maçã. Perguntava se tinha café. Isso também era bebida, certo? Ele estava parado em frente à geladeira, quando ouviu Bobby chegar da sala. Nik apontou para a geladeira. "Eu estava tentando descobrir o que te pegar." Em vez de puxar o suco da geladeira aberto, Nik ficou onde estava, saboreando o calor do toque de Bobby. Ele virou a cabeça e inclinou-se. Oh Deus, oh Deus, oh Deus. Um gemido escapou quando a língua de Bobby varreu o interior de sua boca. O som parecia abastecer ainda mais o beijo, quando Bobby passou seus braços em volta da cintura de Nik e o puxou para si.Bobby foi o primeiro a puxar para trás, quebrando o beijo. Olhou nos olhos de Nik e sorriu. "Na verdade não vim aqui para isso, mas não pude me conter." "Eu acho. Há apenas uma coisa sobre você que me fascina."Bobby afrouxou o agarre a Nik. "Nós realmente precisamos conversar." Nik ficou ainda mais satisfeito, quando Bobby saiu em direção ao centro do sofá e deu uma palmada no espaço ao lado dele. Sua pesquisa. Sim. Okay. "Hum, bem, Radu foi o meio-irmão de Vlad III, ou Vlad, o Empalador como ficou conhecido.""Tome seu tempo." Nik não pôde resistir lambendo os beiços, provando o gosto do beijo de Bobby."Oops. Desculpe." Nik endireitou-se e pôs as mãos em seu colo. "Vá em frente." Nik inclinou-se, como um menino à espera de ouvir um segredo. "Ok."Nik suspirou. Existiam muitas referências à família Drácula na sua investigação. Odiava soar como um sabe-tudo, mas só tinha que dizer. "Eu disse que o barril era a chave para resolver esse caso." Bobby assentiu."Se eu puder.” Bobby facilmente respondeu."Parece que Thompson comprou em um leilão. Meu parceiro, Jablonsky, foi verificar as casas de leilão, mas até agora veio de mãos vazias." "O que o vinho tem a ver com o Drácula?""Eu não tenho certeza. Posso verificar na segunda-feira. Wilmont vai me matar se ligar e interromper o seu Domingo com a família. Para ser honesto, realmente não tenho vindo a lutar tão difícil. Quer dizer, pensei que era o vinho. Estava tentando determinar se foi envenenado ou algo assim." "Roupas." Ele murmurou, sacudindo a roupa sobre a cama, antes de cavar em sua gaveta de meias e cuecas. Ele puxou sua cueca boxer, e sentou na cama colocando suas meias. Avistou a camisa suada que usara antes, enquanto se exercitava. Essas coisas ásperas trouxeram a Nik ao pelotão da frente de sua mente.A memória de como Nik jogou-se ao beijo deles endureceu o pênis de Bobby e cuidadosamente fechou sua calça jeans, não querendo causar lesões corporais. Uma rápida olhada para o relógio ao lado de sua cama trouxe uma maldição macia. Bobby deu de ombros, quando bateu a porta do apartamento fechando-a. Se algo de ruim acontecesse, poderia lidar com a situação. Correndo pelas escadas, acenou para os seus vizinhos quando passou por eles. Foi para a parte de trás do edifício onde estacionou seu carro amado."Ninguém nunca vai tomar o seu lugar no meu coração, querida.” Ele gritou, quando escorregou no volante e deixou os assentos de couro recebê-lo.Ele apertou o cinto, ligou o rádio, e saiu de sua vaga do estacionamento. O metal do portão abrindo chiou, quando digitou o seu código. Uma das razões para que escolhesse este edifício de apartamentos em particular foi por causa do lote cercado. Não havia nenhuma maneira que iria deixar o seu bebê na rua, onde poderia ficar riscado ou amassado. Seu telefone tocou e agarrou a partir do console onde tinha atirado, quando entrou no carro. "Ei parceiro." A voz rouca de Jablonsky rugiu pelo telefone. "Já?" Seu parceiro riu. "Nós vamos ser os detetives favoritos do tenente." "Drácula? Como...‘eu vou chupar seu sangue’....Drácula?" "Está certo. Você tentou a teoria com o tenente? Aposto que ela não quer comprá-lo."Barril." Ele murmurou, acelerando no tráfego. "Oh, meu especialista diz que você deve olhar para os leilões de venda no mercado negro ou privados, porque o barril por si só é de valor inestimável, por isso, se algo foi vendido por Christies e Sotheby's, o público saberia sobre isso." Ele se mexeu no assento.Jablonsky suspirou. "Para quê?" "Nossa tenente estará recebendo um telefonema de alguém importante, tenho certeza, e ordenará a liberação de nosso barril nas mãos de um especialista em restauração do Smithsonian." Bobby assentiu com a cabeça, esquecendo que Jablonsky não podia vê-lo. "Sim, eu estava mais ou menos. Perguntei a ela sobre remover o selo e enviá-lo para outro especialista. Não ficou feliz sobre isso." "Vejo você amanhã, Jablonsky." Bobby correu pelas escadas da frente e bateu na porta. Ele encostou-se ao batente da porta, assistindo as pessoas passear pela calçada. Virando-se, sorriu e empurrou seus óculos escuros no topo de sua cabeça. "Nik." "Você se sente com sorte hoje?" "Desculpe. Ossos do ofício, eu acho." Deu de ombros e abriu a porta do lado do passageiro de Nik. Bobby fechou a porta e correu em volta do carro para entrar. Antes que ligasse o carro, virou para olhar Nik. Estendeu a mão e segurou o rosto do homem em suas mãos. Resistir à tentação nunca tinha sido um dos pontos fortes de Bobby. Levantar o queixo de Nik muito menos, trouxe seus lábios perto de Nik e passou a língua sobre a costura da boca, pedindo permissão. Nik gemeu um pouco e abriu para Bobby. Ansioso por outro gosto, Bobby mergulhou sua língua dentro, penetrando em todos os cantos e recantos da boca de Nik, provocando com a língua em sua boca, e chupando.Suas palavras pareceram quebrar o controle de Nik e o homem se lançou nos braços de Bobby, balançando como se quisesse subir no colo de Bobby. O volante os atrapalhou, mas Bobby jurou em silêncio, em não deixar muito tempo, antes de experimentar Nik escarranchando em suas coxas. Somente quando seus pulmões gritaram por oxigênio é que caiu fora. O rosto de Nik foi liberado e os seus olhos nebulosos com a luxúria. A frente da calça cáqui de Nik não escondeu a protuberância da ereção do homem.  "Se não precisasse respirar, a nossa primeira vez teria sido no banco traseiro do meu carro, e confia em mim, que não seria confortável." "Eu acho que a nossa primeira vez deve ser em uma cama com todo o tempo do mundo. Quero lamber cada centímetro de você e ouvir gritando meu nome, quando estou dentro de você." "Que pista nós pegamos?" Nik falou numa voz era rouca. "Eu não jogo." "Eu trabalho duro para ter o meu dinheiro. Por que quero jogá-lo fora em uma corrida de cavalos?" Nik franziu o cenho.  Apostadores regulares gritaram, pedindo-lhe que desse o palpite de quem ganharia a primeira corrida. Ele brincou com eles, mas não parou. Os ombros de Nik estavam tensos e Bobby tinha a sensação de que Nik não saia muito e com muita gente fazendo o professor ficar nervoso. Nik sacudiu a cabeça, seu olhar errante sobre a multidão. O que estava pensando Nik? Ele lamenta ter vindo para a pista com Bobby? Foi o barulho e as pessoas muito esmagadores para o homem? Nik concordou e Bobby decidiu relaxar. Nik era um grande rapaz e diria Bobby se ele não estava feliz. Abrindo o programa, verificou os cavalos que corriam na primeira corrida. Entregou a Nik e dobrou o jornal aberto, folheando as páginas até chegar à cotação dos cavalos de corrida.Mordendo os lábios, Nik torceu o nariz e Bobby riu. Nik não parecia convencido, mas não se incomodou Bobby. Estava um dia lindo de outono e tinha um homem quente ao seu lado. Empurrou todos os pensamentos do caso fora de sua cabeça para o momento. Amanhã seria em breve e suficiente para voltar a trabalhar sobre os assassinatos de Thompson.Nik sorriu, quando Bobby entregou-lhe os seus ganhos. "Sorte de principiante." "Sim, bem, três vitórias consecutivas está empurrando a coisa de principiante ter um pouco de sorte até agora." Bobby balançou o braço para o encosto do banco de Nik e colocou sobre seu ombro. "Eu continuo a dizer que escolher um cavalo para apostar pela cor, não é inteligente."OuvirNik avançou ainda mais perto do calor de Bobby. Se eles estivessem sozinhos, certamente já teria tentado de tudo em seu arsenal para obter a cabeça de Bobby fora da corrida. Ele poderia dizer a Bobby que sabia o que estava fazendo quando veio para as apostas, mas a sorte do detetive parecia ter sido deixada no carro.Nik nunca tinha feito isso ou qualquer coisa assim em torno de estranhos, mas de mãos dadas ou, simplesmente, envolvendo os braços em torno de um amante parecia natural. Por que deveria esconder seus sentimentos só porque eles faziam algumas pessoas desconfortáveis?Bobby abraçou Nik mais próximo do seu lado. "Você está bem?" Bobby riu e inclinou para baixo para sussurrar no ouvido de Nik. "A única coisa incomodada é o meu pau."Nik assentiu. O que foi sobre o detetive que fez se sentir diferente de qualquer outro homem que estivesse? Normalmente era reservado, quando se tratava de ir à cama. Foi somente cerca de três horas em seu primeiro encontro oficial com Bobby, e ele era mais do que pronto para pular no colo do homem. Estava tão perdido em suas fantasias, nem sequer percebeu que os cavalos estavam prontos até que estivesse acabado.Nik levantou e agarrou a mão de Bobby, enquanto caminhavam em direção ao estacionamento. Uma vez longe o suficientemente da multidão, Nik parou e puxou a cabeça de Bobby para baixo para um beijo rápido. "Eu tenho um pressentimento muito grande que sua sorte está para mudar." No momento em que atingiu o carro, Bobby pressionou Nik contra a porta do passageiro e devastou sua boca, varrendo o interior, com aquela língua deliciosa Nik estava começando a desejar. Nik soltou um gemido suave e Bobby pressionou sua coxa entre as pernas de Nik, dando-lhe algo para moer contra.Bobby chegou entre eles e cobriu o pênis de Nik com a mão. "Você pode manter isso por 25 minutos até chegarmos a minha casa?"Bobby gemeu e se afastou. "Entre."Saindo da trilha, Nik percebeu que ele não sabia nem onde Bobby vivia. "Então, onde estamos indo?" Se ele não fosse pela ereção proeminente, poderia pensar que Bobby estava louco. As articulações estavam brancas do aperto que Bobby tinha no volante, Nik disse o detetive também estava tentando manter no controle. O pensamento de empurrar o controle de Bobby tinha Nik animado."Pare com isso.” Bobby rosnou. "Vamos colocar desta forma, você está a 13 minutos de começar a ter essa bunda tentadora de ser surrada." O grande homem se aproximou e passou a mão na coxa de Nik, parando pouco abaixo da sua virilha. "Será que você consegue pensar em minha mão descendo na sua bunda?" Bobby tirou os olhos da estrada o tempo suficiente para olhar para Nik. "O quê? Você nunca teve um amante te surrando?"Bobby riu mais. "Não tem nada a ver com ter me irritando". Bobby entrou na rodovia e incorporou ao tráfego de sábado, antes de virar para uma rua lateral. "Ok, sem palmadas. Lembra-me para falar com você sobre isso mais tarde. A principal coisa que precisa saber é nunca deixar alguém fazer isso, quando estiver com raiva. Pode ser intenso, mas tem que ser agradável para ambos os parceiros ou não iria funcionar."A conversa tinha de alguma forma, conseguido aliviar um pouco a pressão em sua roupa íntima. Nik não estava preocupado. Sabia que no momento que Bobby o tocasse, estaria duro e necessitado.Bobby encostou até um portão de segurança grande e abriu a sua janela. Digitou alguns números no teclado e o portão abriu. Ele foi para o que parecia ser uma vaga reservada e desligou o motor. Nik abriu a porta e saiu, certificando-se de travá-la. Ele checou o relógio só para ter certeza, antes de circundar a parte de trás do carro e envolver o braço em volta da cintura de Bobby. Eles começaram a subir as escadas com Nik liderando o caminho. "Não há elevador?" No momento em que chegaram ao segundo andar, as mãos de Bobby chegaram perto de Nik para beliscar sua bunda. Uma vez que estavam na porta do apartamento de Bobby, Nik estava duro como uma rocha. Quase não conseguiram entrar, antes de Bobby fechar a porta e puxar a camiseta sobre a cabeça. A primeira coisa que Nik fez foi tirar os óculos e colocá-las cuidadosamente no centro da mesa. Voltou-se para Bobby e quase o engoliu com a língua. Vestindo apenas um short de pugilista, Bobby estava estendido no sofá, olhando para ele. Os dedos de Nik começaram a desabotoar os botões de sua camisa de algodão azul. Enquanto falava, Nik conseguiu retirar sua camisa. Tirou fora os seus sapatos velhos e começou a descer o zíper de sua calça cáqui. Ele empurrou as calças abaixadas, olhos pregados à mão de Bobby, quando esfregou e puxou o pênis, longo e grosso preso debaixo de sua cueca. Um par de braços fortes o pegou numa fração de segundo, antes do impacto. Nik olhou para os olhos de Bobby e sorriu. "Oops.""Sorte que você me pegou em seguida." Nik colocou suas pernas ao redor do tronco de Bobby, trazendo sua ereção coberta pela cueca em contato. Bobby gemeu, quando Nik mordeu a pele macia de seu ouvido. "Não há hematomas, pelo menos não lá."Bobby sentou sobre os calcanhares, e esperou por Nik para sair de baixo dele. Nik não podia ajudar, mas tateou a frente da cueca de Bobby, quando eles se reposicionaram.Ele descansou o seu traseiro contra a cabeça do pênis duro de Bobby e começou a mover lentamente quando procurou traçar com os dedos os mamilos de Bobby.Bobby deu-lhe um sorriso inclinado. "Por enquanto."Bobby empurrou a roupa o suficiente para passar um dedo ao longo da dobra de Nik. "Você está sentado sobre ela.” Bobby respondeu, apertando a ponta do seu dedo contra o buraco de Nik."Números"? Bobby bateu na bunda de Nik. "Esse é meu número favorito."Bobby assentiu. Seu olhar fixado no pau duro de Nik lambeu os beiços. "Depende de quão rápido você pode fazê-lo, pois estou me sentindo terrivelmente faminto." Quando os teve fora, Bobby prendeu o pênis de Nik, entre seus pés descalços. Nik olhou para os pés perfeitos o acariciando. "Excêntrico."Estimando suas jóias, Nik puxou de volta e balançou seu dedo. Ele andou até a extremidade oposta do sofá e se arrastou para baixo do corpo de Bobby, até que sua boca foi capaz de engolir a cabeça ruiva. Bobby lançou o testículo de Nik. "Infelizmente, vem com o trabalho." Depois de executar o seu dever, Nik voltou ao pênis de Bobby, dando pequenas lambidas fortemente ao longo da seta venosa. "Esta coisa é realmente uma obra de arte." Nik começou a rolar as bolas levemente na mão, meio ouvindo Bobby conversar.Nik podia dizer pela expressão de Bobby que algo ruim havia acontecido. Ele se ajoelhou no chão ao lado de Bobby, descansando a cabeça contra o lado de sua amante. "Eu estarei lá." Bobby disse com voz baixa e com problemas. Desligou o telefone e descansou a mão na cabeça de Nik, à toa, arrancando em cachos de Nik. "Eles encontraram uma mulher no centro da cidade. O sangue dela foi todo drenado, por um corte em sua garganta. "Bobby levantou-se, tomando cuidado para não machucar Nik. Inclinando-se para baixo, estendeu a mão ao seu breve amante. "Eu tenho que saltar no chuveiro. Você pode escolher um terno para mim?" "O que você acha que está bom é ótimo. Estou indo para uma cena de assassinato, não a ópera."Escovou rapidamente seus dentes com a escova e secou o cabelo curto com um esfregar vigoroso da toalha.Puxando para fora um par limpo de cuecas e meias, sorriu para Nik. "São as alegrias de namorar um detetive. Nunca se sabe quando vai ser interrompido."Bobby estendeu a mão e cobriu a de Nik, impedindo de fazer mais danos ao ferimento. "Eu também, porque se é a mesma coisa, isso significa que não tem nada a ver com o vinho, ou há cascos mais lá fora que não conhecemos."Ele gesticulou para Nik segui-lo quando caminhou de volta para a sala, verificando que não tinha calçado seus sapatos. Onde os chutou para fora ontem? Ah, lá estavam eles. Os pegou e se virou vendo Nik colocar seus sapatos. "Eu pensei que iria para casa. Nenhuma razão para ficar aqui, pois não tenho idéia de quando você vai estar para casa." O lado cortês de Nik deve ter estado criando em sua cabeça. Bobby sentou-se, colocou seus sapatos, e amarrou os cadarços enquanto estudava Nik."Por que você quer que eu fique?" Nik deslizou os óculos e começou a polir na barra de sua camisa. Aninhando na curva do pescoço de Nik, respirou fundo o cheiro da pele fresca. Passar o dia fora na pista, vagando pela área do paddock[7] para olhar os cavalos com Nik deixou um agradável cheiro intrigante, misturado com o cheiro de suor e sexo. "Eu quero que você fique, para que possamos retomar de onde estávamos e tão rudemente fomos interrompidos quando eu voltar." Ele piscou e riu de Nik. Um blush bem colorido surgiu nas bochechas de Nik e Bobby não pode resistir obtendo um beijo mais rápido e duro. Nik olhou ao redor da sala, como se estivesse procurando a resposta para a questão de sua vida. Bobby acariciou seu rosto e sorriu. Inalou profundamente, Nik endireitou os ombros e balançou a cabeça. "Eu vou ficar."Ele pegou suas chaves, celular e carteira, caminhou pelo corredor para fora da porta. Parando, virou e disse: "Mantenha a porta trancada. Estarei com o celular ligado, caso necessite de alguma coisa.""Jablonsky." "505 da Central Park West. Apartamento 8B." Jablonsky não parecia feliz. "Sim, e você não vai acreditar.""Quem é?" Bobby tamborilou os dedos no volante, desejando que tivesse instalado algumas sirenes ou luzes no seu carro. O tráfego não o bloqueou, mas não estava se movendo em um ritmo rápido também. "Puta merda!" Bobby fechou os olhos por um breve segundo quando toda a ramificação, deste assassinato inundava sua cabeça. Mesmo Bobby tendo ouvido falar de Mavis, e a elite com quem ela andava."Nós somos assim tão sortudos neste presente, especialmente se seguir o mesmo M.O. dos assassinatos de Thompson."Depois de virar desligou o telefone, colocando no bolso e descansou a testa nas costas das mãos, que estavam envolvidas em torno do volante. Ele tomou algumas respirações profundas. A mídia estaria sobre tudo isso e tinha um pressentimento que o Prefeito estaria logo em cima deles. Quando alguém como Mavis Vanderlist, que tinha status de estrela de rock em Nova York, foi assassinada, outras pessoas tendem a tomar conhecimento. "Outra confusão de merda, Marks", disse Hansen, quando Bobby passou por ele. O homem mais velho deu de ombros. "Alguém lá em cima deve realmente me amar." Quando ele pisou no oitavo andar, olhou para o corredor onde uma multidão de policiais e técnicos da cena do crime estavam fora da porta do apartamento 8B. Jablonsky olhou ao redor do corpo e seu dedo torto no Bobby. Ele puxou um par de luvas de nitrato que mantinha em todos os bolsos do terno e deslizou nas mãos, antes de tomar um par de botas de um dos caras do laboratório. Como ninguém entrou, com exceção dos primeiro policiais a responder, não podia correr o risco de contaminar as provas, se houve alguma."Policial Novato pisou no sangue, antes que percebesse o que era. O chefe dos técnicos já o advertiu por não ter sapatos adequados imediatamente. Acho que teve sorte, o cara vomitou todo o seu almoço, mas teve tempo suficiente para sair do apartamento." Jablonsky apontou o polegar por cima do ombro para o corredor onde os outros esperavam. "Os funcionários da limpeza não estão felizes com isso.""O Corpo está no quarto a sua volta." Liderando o caminho, não olhou ao redor. Ele queria ver o corpo e o espaço primeiro, e depois deixaria os caras da CSI. Ele e Jablonsky pararam na porta e Bobby exalou suavemente.Ele não podia discordar. Mavis Vanderlist estava amassada no chão ao lado da cama, seus olhos encarando fixamente para o teto. Os caras da CSI teriam que determinar qual era a cor do vestido, antes de morrer, porque agora era vermelho escuro saturado com sangue da sua vida. Ela estava deitada em uma piscina grande e escura de coisas e parecia que tinha sangrado para fora rapidamente. "Então, olhamos em volta do resto do apartamento, enquanto os ratos do CSI cuidam das provas aqui." Jablonsky desistiu e virou, apontando para os técnicos da polícia. "Comecem ensacado tudo e marcando as provas. Vamos precisar de fotografias detalhadas também.""Eu quero uma foto detalhada da ferida no pescoço.""Eu não posso dizer nada no momento, mas as semelhanças são impressionantes." Ele virou as costas e seguiu Jablonsky. "Provavelmente a partir dessa garrafa. Será que temos um policial conversando com o porteiro? Um lugar como este tem que ter alguém para manter a ralé fora." "O fato de que o sangue ainda está molhado, não poderia ter sido mais cedo do que algum momento ontem à noite." Bobby descansou seu quadril sobre a escrivaninha de mogno em uma extremidade da sala e olhou para os ovos decorados situado no meio do mata-borrão. "Não toque, Marks." A tenente entrou, com o rosto de linhas duras. "O que sabemos?" "Não muito. Os caras do laboratório estão coletando as provas agora. Assim que moverem o corpo, vou dar uma olhada na ferida." "Parece que o mesmo M.O. Menos sangue, mas isso é porque há um só corpo." "Como podemos ter o mesmo M.O. Se Thompson foi morto? Não houve qualquer evidência apoiando um segundo assassino."O tenente atirou ao seu parceiro uma olhada sufocante, mas Bobby não estava prestando atenção a eles. Libby estava no arco, apontando. Quando chegou ao lado dela, uma maca com um saco de corpo negro parou na frente dele. O homem que empurrou lá agarrou o zíper e abriu o saco o suficiente para Bobby dar uma olhada de perto na garganta de Mavis. Libby abanou a cabeça. "Eu não podia chegar perto o suficiente, preciso de uma melhor iluminação. Vou tirar algumas assim e depois tiro outras com ela limpa.""Sim, senhor." Desta vez não era Libby com um tom de espertinho."Bem?" A tenente fez um gesto para ele se juntar a ela e a Jablonsky em uma aproximação no que diz longe dos outros policiais que pudessem chegar e não deixar o apartamento."Ele?" Jablonsky o olhou. "Você está se segurando em mim?" Ela balançou a cabeça. "Você está certo, Marks. Saberemos mais se e o mesmo M.O. através do exame do corpo. Eu não estou feliz sobre a existência de outro assassino correndo ao redor de New York, bebendo o sangue das pessoas.""Eu sei que está Marks. Um dos que está no caminho para o Smithsonian como nós falamos. Espero que o seu especialista saiba o que está fazendo, ou você vai ser preso até a batida policial de novo."Seu telefone tocou e ela verificou exibindo. "O comissário, só porque provavelmente discou seu telefone mais rápido. Nós nos encontraremos na minha sala amanhã de manhã às oito horas, e você poderá falar então.""Quem fica aqui esta noite até que tudo esteja terminado?" Jablonsky girou no quarto e sorriu para Bobby. Jablonsky empalideceu um pouco, mas continuou corajosamente: "Finalmente tendo sorte, hein? Já faz uma tempo."Lançando-lhe o dedo, Jablonsky disse: "Saia daqui. Quando olhar você amanhã, é melhor estar sorrindo." "Devagar." Murmurou e firmou sua cabeça contra a madeira. "Nik ainda está aqui. De repente a porta abriu e ele caiu em seu apartamento, tendo Nik segurando a porta. Bobby teve presença de espírito suficiente para inverter as posições, de forma que ele caiu de costas amortecendo a queda de Nik.Alguém gemeu e Bobby não se importava se era ele. Afogou-se na umidade da boca de Nik, chupando sua língua e mordendo o lábio inferior. Nik não lutou contra ele, apenas apertou forte, por isso seus corpos grudaram dos joelhos até o peito, e suas virilhas estavam perfeitamente alinhadas. Vozes no corredor chamaram a atenção deles e eles congelaram. "Nós precisamos ir para o quarto. Será mais confortável e as coisas estarão mais perto.""Tira.""Estarei logo atrás de você, querido." Piscou enquanto tirava sua arma e distintivo, colocando-os na penteadeira junto com seu telefone, relógio, e as chaves. Dentro de minutos, Nik esparramado na cama e Bobby enroscado entre as coxas do homem, espalhando um pouco mais para ajustar os seus ombros."Eu não vou dizer não a ele em algum outro momento, mas agora, quero enterrar meu pau tão profundo dentro de você, que não posso esperar para começar.""O que você vai fazer enquanto estou correndo em torno de suas gavetas?"M-m-m..." Nik estendeu a mão para a gaveta e Bobby deixou rolar para o lado dele por um trecho mais fácil. Ele mordiscou ao longo do inchado traseiro de Nik, enquanto arrastava os dedos para baixo do vinco de Nik, parando para esfregá-los em cima do buraco. Seu amante gaguejou respirando e Nik empurrou para trás, implorando com o seu belo corpo para mais. Colocou-o de lado depois de tomá-los. Colocando a mão no meio das costas de Nik, Bobby empurrou o homem para o seu estômago. Ele agarrou um travesseiro do lado de Nik e colocou sob o quadril do rapaz. "C-Certo." Nik não parecia certo. Ele agarrou as bochechas do traseiro de Nik e espalmou uma parte, olhando para um franzido Nik rosado. Ele se inclinou para frente e soprou, um sopro de ar sobre o local. "Fica cada vez melhor."Com um Nik bem e molhado, Bobby pressionou seu interior com o dedo polegar, fazendo o seu melhor para estirar a abertura de seu amante. Alcançando ao lado, procurou o lubrificante, não parando ou perdendo contato com o corpo pálido na frente dele. Ele encontrou o lubrificante e colocou no topo. Quando Nik ofegou, arrepiou-se, desde o pênis até ao longo da espinha de Nik. Bobby empurrou o lubrificante no buraco de Nik e deslizou os dedos na medida em que podia, torcendo-os até que Nik saltou. Bobby sorriu e deixou Nik fodendo a si mesmo, enquanto se atrapalhou com o pacote do preservativo. Rasgou com seus dentes, avançou os dedos para fora. Ele acariciou a mão sobre o ombro de Nik, enquanto conseguiu rolar o preservativo para baixo em seu próprio pênis com uma mão. "Não se preocupe. Estou pronto para você." "Bobby." Nik respirou e relaxou, permitindo Bobby deslizar ainda mais dentro."Você está pronto?"Grunhidos e gritos encheram o ar como o cheiro de sexo e suor. Nik ergueu sobre os joelhos, forçando Bobby embrulhar um braço em volta do tórax de Nik para firmá-lo, enquanto se moviam juntos, quadris roçaram e corpos chocavam pele contra pele. "Oh, Bobby. Eu vou..." Ele apertou seu aperto no pau de Nik, exigindo o clímax de seu amante. O buraco de Nik apertou com o clímax em torno do pau de Bobby, gritando numa mensagem. Calor líquido derramou sobre sua mão e dirigiu ao traseiro de Nik, congelando, enquanto enchia o preservativo. Nik gemeu, enquanto Bobby escorregava para fora seu pênis flácido. Quando Bobby tinha controle sobre seus músculos novamente, saiu da cama e foi ao banheiro para cuidar do preservativo. Limpou as mãos e escovou os dentes, antes de pegar outro pano molhado e levar com ele para o quarto."Você está bem?" Ele se inclinou sobre Nik, apoiando-se sobre o cotovelo, e tirou os cachos escuros fora da testa de Nik."Não vou deixar você ir para casa a essa hora da noite. Que horas é a sua primeira turma amanhã?" Ele deitou ao lado de Nik, descansando seu braço sobre o estômago do homem. "Eu tenho que estar na delegacia de polícia por volta das oito da amanhã para ver a tenente. Você estaria de volta em sua casa cedo o suficiente para analisá-los, tomar banho e se vestir, antes de ir para a universidade." Ele enterrou o rosto nos cachos de Nik encharcados de suor. "Eu prometo."Bobby sorriu, quando adormeceu embalado pelo ronco suave do seu amante.Nik correu de volta ao seu gabinete depois da aula. "Ele ligou?""George, uh, Professor Lattimer." Sheila folheou o bilhete azul na mão. "Ah, o bonitinho detetive chamou algumas vezes também."Sheila ventilou o seu rosto de uns cinqüenta anos de idade. "Se eu fosse 30 anos mais jovem e 20 quilos mais leve, estaria no páreo." "Todos os bons..." A voz de Sheila sumiu, enquanto Nik fechava a porta. Encontrou a mensagem e o telefone do Professor Lattimer e ligou para ele."Desculpe, senhor, estava na sala de aula. Você descobriu alguma coisa?""Como assim?" "Como você sabe disso?""Ainda não fui capaz de envolver minha mente em torno do caso em si. Após todos estes anos, como pode estar tão perfeitamente preservado e ainda conter vinho? O vinho tem que ser horrível, por que beber?" Nik coçou a cabeça. Se falasse ao professor o que sabia, começaria a colocar Bobby em problemas? Ao mesmo tempo, o professor tinha conexões que Nik não tinha qualquer esperança em descobrir algo. Mais uma vez, o professor ficou em silêncio. "Sim. Essa foi a segunda razão que te chamei. Acredito que é a insígnia pessoal de Radu cel Frumos.""Eu acho.""Eu preciso fazer mais pesquisa, mas não acho que você deveria se meter nisto. Por que não me deixe lidar diretamente com a Polícia de Nova Iorque.""Isso pode se tornar muito perigoso. Estou avisando para soltá-lo agora." Nik passou a mão sobre o cabelo formigando na parte de trás do pescoço. Ele não tinha nenhuma dúvida, que o professor estava escondendo alguma coisa dele. "Professor Lattimer? Você me diria se soubesse alguma coisa, certo?"O telefone ficou mudo, e Nik ficou se perguntando o que diabo estava acontecendo. Tirou o celular e ligou para Bobby. "Oi. Acabei de desligar o telefone com o professor Lattimer. Confirmou a idade do barril, insígnia que está abaixo do Os Cavaleiros de Paiderastia e a insígnia de Radu cel Frumos.""Sim e não. Há algo que ele não está me dizendo. Vou voltar até a biblioteca e fazer alguma pesquisa.""Tudo bem." A voz de Bobby tinha ido num longo caminho até os nervos ficarem reconfortantes de Nik, mas sabia que o detetive estava ocupado, agora que tinha um outro assassinato em suas mãos. "Há algo de errado, Nik?" "Chame se precisar de mim."A secretária olhou para cima. "Você está branco como um fantasma. Você está doente?" "Preciso que cancele as aulas por um par de dias. Eu darei a você um telefonema, quando souber com certeza."  "Sim. Eu acredito que ela está em nossos manuscritos e divisão de arquivos." A mulher apontou na direção.Depois de procurar a sala, finalmente avistou a mulher idosa que tinha falado alguns dias antes. "Senhora Grant?" "Sim, senhora." Estendeu a folha de papel. "Eu queria saber se poderia me ajudar a encontrá-las.”Edna fez um gesto em direção a uma pequena mesa. "Espere aqui enquanto vou pegá-los." Edna entregou de volta o pedaço de papel a Nik e apontou para o último item. "Nós não temos este. Ele desapareceu dos arquivos, muitos anos atrás."Ele esperava que a Senhora Grant saísse, mas ao invés disso sentou-se ao lado da porta. Nik não tomou isso como pessoal. Evidentemente, a biblioteca não se arriscaria com seu precioso material.  "Você terminou?" Bobby perguntou."Não muito. Devo estar em dez minutos mais ou menos, em uma reunião com a mãe e pai Mavis Vanderlist.""Eu somente não gosto da idéia de você pegar um ônibus." "Desde que as pessoas começaram a aparecer mortas, e alguém que gosto está andando pela cidade de ônibus." "Caso descubra qualquer coisa, pode me dizer por telefone?" "É mesmo? Que tipo de livro era?" "Soa como uma grande coincidência e tudo parece estar apontando para este cara Radu, e que evidências possuem que pode confirmar que está desaparecido.""Por quê? Algo interessante?""Mas não explicou por que acha que você deveria se afastar?" Bobby perguntou.“Ele pensa que se você continuar pesquisando arriscará sua vida?”"Eu não sei. Duvido muito. Acho que foi mais um alerta geral. Inferno, talvez só queira a glória para si mesmo."Nik pensou em tudo o que sabia de seu velho professor. Mesmo quando ensinava, George Lattimer tinham conexões. Quando ainda era aluno e trabalhava para o homem, Nik sem querer havia ouvido uma conversa telefônica curta entre o professor e o secretário de Estado. Nik assumiu que o Professor Lattimer usou aquelas conexões para conseguir seu trabalho no Smithsonian.“Desculpe. Não. Respondendo sua pergunta, não penso que ele é este tipo de homem. Em primeiro lugar, não sabe mesmo qual caso estamos trabalhando, e em segundo lugar, não precisa da ajuda do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) para avançar em sua carreira.”"Pode apostar que sim. Por que não me liga, quando chegar a casa para me deixar saber que você está bem? Se já estou na reunião, é só deixar um recado.""Adeus, querido."Nik parou de repente e começou a virar, quando alguma coisa o atingiu na parte de trás da cabeça. Ele caiu como uma tonelada de tijolos. Ele estava frio diante do seu rosto e nunca atingiu seus passos."Merda. A porta Aldrava[8] neste lugar vale mais que minha casa inteira.” Jablonsky resmungou quando eles se aproximaram da porta da frente da mansão enorme de Vanderlist. Ele tocou a campainha da porta, observando as cortinas em todas as janelas no chão "Eu não duvido. Nós suprimimos tanta informação quanto possível, mas como a cena do crime foi sangrenta teve vazamento." Jablonsky fez uma careta.Antes que Bobby pudesse fazer qualquer som, a porta abriu e uma mulher vestida de preto olhou para eles da entrada. "Eu sou o detetive Marks e este é meu parceiro, o detetive Jablonsky. Nós temos uma reunião com o Senhor e a Sra. Vanderlist.”"Sigam-me. Sra. Vanderlist não poderá comparecer. O Sr. Vanderlist vai encontrar com vocês em seu escritório." Atravessaram o salão da recepção ampla sobre um piso de mármore. Riqueza gritou de cada objeto na sala, fazendo com que Bobby metesse as mãos nos bolsos. Quebrar algo não era uma opção. Inferno teria que trabalhar até morrer para pagar Vanderlist de volta. "Os detetives estão aqui, senhor."Ela empurrou a porta mais larga, antes de virar o gesto para elas. "Vocês podem entrar."Se Luísa não fosse um empregado bem treinado, Bobby apostava que ela tinha revirado os olhos para ele, mas ela apenas balançou a cabeça e desapareceu pelo corredor. Vanderlist estava vestido com calça jeans e uma camisa, mas a sua crença em ser superior de linhagem mostrou através de uma ligeira curva de seu lábio, quando apertou a mão de Bobby. Odiava as pessoas que supunham que porque eram ricos, eram melhor do que ninguém. Ele apertou a mão do homem e se afastou, deixando Jablonsky assumir a liderança no questionamento a Vanderlist. Seu parceiro, não deixou a arrogância e outros traços de personalidade irritante incomodá-lo. O que poderia explicar, por que ele e Bobby tinham durado tanto tempo como parceiros. "Eu entendo. A polícia deve fazer seu trabalho. Tanto o Prefeito e o Comissário me deram sua palavra que vocês vão fazer todo o possível para descobrir quem assassinou minha filha." Vanderlist apontou para duas cadeiras colocadas em frente a uma lareira de pedra.Não que ele pensava que haveria. Mavis não tinha sido assassinada na casa, mas não podia deixar passar a oportunidade. Vanderlist caminhou até a barra lateral, e derramou num copo um líquido cor de vinho. Bobby ficou tenso e o homem deve ter notado. "Não, senhor. Estamos de plantão." Jablonsky sentou em uma das cadeiras e puxou a caderneta. Depois de virar uma página limpa, escorregou um lápis do bolso da camisa. "Quando foi a última vez que viu a sua filha, senhor?" "Senhor, sua filha." Cutucou Jablonsky. "Que tipo de clubes seria?""Mavis gostava de ter uma variedade de amigos. Alguns deles gostavam de passar o tempo em Greenwich Village." Reprovação escorria da voz de Vanderlist."Então, a Senhorita Vanderlist foi a um clube na Vila. Você sabe o nome?"Endireitando, Bobby fez uma pausa, quando Vanderlist olhou para ele. "Talvez você pudesse nos dar os nomes de alguns amigos da sua filha. Nós precisamos falar com eles.""Eu pensei que sua filha vivia no apartamento onde estava." Jablonsky vasculhou suas páginas. "Sim, senhor." Jablonsky estudou o tapete debaixo dos pés, e Bobby coçou para ter um olhar mais atento à caixa de charutos. Vanderlist pegou seu copo vazio e voltou a colocar mais vinho. Bobby olhou para o canto onde a caixa estava.Bobby olhou para a gravura no topo da peça de mogno. Excitação subiu por ele. Ele tinha visto em algum lugar recentemente esse selo. "Certamente, Sr. Vanderlist, vamos mantê-lo informado e devolver para você o mais breve possível." Jablonsky ergueu um pouco a voz para chamar Bobby de volta para ele. Vanderlist liderou o caminho de volta para a porta da frente. Assim que a porta se fechou atrás deles, Jablonsky virou-se para Bobby. "Merda. Ele percebeu o que eu estava fazendo?" Bobby colocou a imagem na tela de seu telefone. "Caixa de charuto de Vanderlist tem essa gravura sobre ele. Tenho certeza que este é o mesmo selo que estava no barril que encontramos na casa de Thompson." "Eu preciso ver Nik para que olhe e verifique o que acho que é. Se estiver certo, poderemos ter nossa conexão entre os assassinatos e um bom suspeito." "Bobby, Ei. É Nik.""Hm-mm... Eu sei que disse para chamá-lo quando chegasse a casa, mas queria que soubesse que não estou em casa ainda. Estou na sala de emergência do Beth Israel. Eu acho que fui assaltado.""O que há de errado?""Não se preocupe. Eu vou chegar lá o mais cedo possível." Jablonsky ligava a sirene e as luzes. Seu parceiro faria todo o possível para levá-lo até o hospital, mas não seria suficiente fácil para Bobby.Bobby correu até a recepção, após Jablonsky trazer o carro até parar fora da ER[9]. A enfermeira olhou para cima, pronto para gritar, mas mostrou o distintivo. Ela digitou alguma coisa no computador e concordou com a cabeça. "Sim detetive, ele foi. Vou solicitar uma enfermeira para levá-lo até o quarto.""Ei, Bobby, você quer que eu fique por perto?" Jablonsky deteve. "O homem, ok. Vou deixar o tenente saber o que nós encontramos. Além disso, vou começar a chamar os amigos da vítima." "Não se preocupe. Vou cobrar em algum momento." Jablonsky acenou para longe, quando uma enfermeira veio para ele. "Ele vai ficar bem, mas vou deixar que o professor lhe diga isso." Depois de mostrar a Bobby as cortinas fora da área de Nik, girou e se afastou. "Você está bem?" Ele deslizou a mão ao redor da cabeça de Nik, com cuidado para não tocar no curativo.Relaxou um pouco, quando olhou nos olhos de Nik e perguntou: "O que aconteceu?""Deveria ter levado você para casa da biblioteca." Culpa azedou o estômago. Eles se separaram, quando o médico entrou e Bobby ouviu atentamente a todas as instruções. "Ele vai ficar comigo, doutor". Bobby encontrou o olhar de Nik, no homem a ousadia de um protesto, mas Nik não disse nada, e o médico parecia feliz. "Obrigado, doutor." Ele viu o homem sair. Virando-se para Nik, ele perguntou: "Onde está o seu material?" "Foda-se." Cada instinto de Bobby tinha sobressaído. "Está definitivamente ficando comigo então. Não acho que isso é um assalto normal.""Você não tem nada a ser desculpar, Nik. Sinto muito por não perceber quanto o caso e a situação poderia acabar sendo perigosa. Quer dizer, até mesmo o seu antigo professor disse para se afastar." Sentado na beira da cama, sorriu quando Nik rolou e se aninhou nele, descansando a mão na coxa de Bobby. Ele empurrou os cachos negros fora da testa de Nik e levemente arrastou um dedo sobre o curativo que escondia o corte na bochecha de Nik. Deus, como detestava a idéia de Nik se machucar, principalmente porque era o único que trouxe Nik para o caso. Inclinou para mais um beijo nos lábios de Nik. Nik murmurou, esfregando o rosto contra a coxa de Bobby. Bobby gemeu e seu pênis começou a inchar. Seu amante torceu o nariz e cheirou delicadamente. Abafando sua risada chegou sob os cobertores de golpe baixo no peito de Nik onde um mamilo pequeno endureceu sob seu toque. Verificando o relógio, Bobby notou que tinham um pouco de tempo extra. Ele facilitou para baixo em cima da cama, empurrando as calças para baixo até virilha de Nik, o deixando nu. Cutucando as pernas de Nik para abri-las, estabeleceu entre elas e beijou ao longo do vinco encontrando o quadril e a coxa de Nik. "Quem mais você esperava na cama com você?" Ele sorriu, antes de lamber a partir da base do pênis de Nik até a ponta, pressionando a língua na fenda, e soltando um gemido de Nik.Nik levantou a voz em uma pergunta no final, ele empurrou para cima, tentando Bobby tomar todo o caminho dentro, Bobby apertou as mãos para baixo sobre os quadris de Nik e aliviou um pouco afastando.Nik passou a mão nos cabelos de Bobby. "Posso te tocar?" "Talvez possa cuidar de você, enquanto você está tocando em mim?" "Eu adoraria, mas não até que sua cabeça esteja melhor." Ele colocou um beijo rápido no quadril de Nik. Nik deu um aceno e caiu para trás e para baixo, permitindo que Bobby fizesse do seu jeito. Bobby voltou sua atenção ao eixo de Nik. Passou longas trilhas molhadas sobre a veia pulsante ao longo da parte inferior. Rapidamente o gosto provocou a macia e esponjosa cabeça. Pré-sêmen apareceu na fenda de Nik e Bobby bebeu como se fosse o melhor vinho. Bobby grunhiu quando Nik entrelaçou os dedos em seus cabelos e puxou, gemeu quando Bobby deixou uma das bolas para fora e tomou a outra, não querendo que se sentissem abandonadas. Deslizou os dedos para baixo atrás das bolas de Nik, acariciando a pele macia. Nik estremeceu. Molhando os dedos, Bobby pressionou o buraco de Nik, enquanto engolia o pênis de Nik de baixo até a raiz. "Deus." "Eu vou..."Cada pedaço de tensão desapareceu dos músculos de Nik. O homem estava deitado na cama como um macarrão mole. Bobby lambeu e o limpou, antes de sair da cama indo para o banheiro. Ele lançou um olhar por cima do ombro, enquanto limpava as mãos e escovava os dentes. Depois de molhar um pano, retornou para limpar Nik.Nik corou e sentou-se. "O que fazemos agora?" "Estou em apuros?" Nik saiu cama e praticamente correu para o banheiro. "Porque perdi ontem a minha pesquisa." "Desculpe mel. Não deveria ter feito isso. Esqueci sobre sua cabeça. "Seus dedos acariciaram centímetros acima do ferimento na cabeça de Nik. Bobby agitou sua cabeça. "Não, penso que ela está mais chateada porque você foi ferido. Sua raiva está focado em mim, porque envolvi você. A tenente não gosta quando os civis se machucam no curso de uma investigação."“Deixe de se desculpar. Você não pediu para ser atacado ou deliberadamente atraiu alguém para te machucar. A única coisa que fez foi o seu trabalho. Não é sua culpa ou minha no que diz respeito a esse assunto, existe uma pessoa louca lá fora que fará qualquer coisa para manter seus crimes escondidos.”Ele pegou o aceno com a cabeça que Nik mandou, antes do homem entrar no chuveiro.Bufando suavemente, despejou um pouco de massa sobre a assadeira, cuidadoso para não espirrar na toalha que dobrou em seu cós. Bobby admitiu que ele nunca quisesse cuidar de qualquer de seus amantes antes Oh, ele gostava da maior parte deles e talvez tenha mesmo se apaixonado uma ou duas vezes, mas seus sentimentos por Nik eram diferentes, e não havia tempo para analisar qualquer deles naquele momento. "Aqui está o seu café. Não sei como você o toma, então há adoçante e açúcar na mesa.""O quê?" Bobby rosto aquecido. "Nem todo o tempo, mas geralmente estou sozinho, e nunca consigo fazer comida para apenas uma pessoa. Costumo cozinhar o suficiente para várias pessoas, como você pode ver." "Você é bem-vindo. Agora come.""Jablonsky." "Tudo bem. Vou deixar a tenente saber. Como está o professor?""Fico feliz em ouvir isso." Uma voz murmurou no fundo. "Eu tenho que ir, Bobby. Vou ver você quando chegar aqui."Ele fechou seu telefone e colocou no console entre ele e Nik. O carro rugiu para a vida, quando ele virou a chave.Nik sintonizou a rádio numa estação clássica. Bobby estremeceu, mas não disse nada. Deveria ter sabido Nik gostava de música velha. Alcançou mais, agarrando a mão de Nik e trouxe para descansar em sua coxa. Nik retorceu em seu assento para olhar Bobby. Bobby pensou por um momento, antes de assentir. "Eles não levaram nada exceto sua mochila. Poderiam ter empurrado para dentro e roubado suas coisas caras em sua casa.""Você tem um computador, certo?" Nik concordou, então disse: "Lá está você. Você tem coisas que qualquer ladrão poderia vender por dinheiro. O agressor não. Ele estava procurando algo específico, eu acredito, e deve ter sido a sua pesquisa.""Bem, você não vai a lugar nenhum sem mim." Um pensamento o atingiu. "Você ligou para a universidade e disse que não vai hoje?"O tráfego estava bastante leve, assim chegaram à delegacia com tempo de sobra. Bobby relaxou. A tenente odiava atrasos, e Bobby tinha visto como ela lidava com os detetives que se atrasavam. Depois de estacionar, eles se dirigiram para dentro e subiram para o Departamento de homicídio. Jablonsky esperava por eles em sua mesa. Bobby pegou seus arquivos sobre os casos de Thompson e Vanderlist. Nik e Jablonsky saudaram um ao outro e conversaram futilmente, até a tenente colocar a cabeça fora de sua porta de escritório e gesticular para eles."Feche a porta e feche as cortinas, senhores." A tenente fez sinal para as cadeiras. Estendeu a mão para Nik. "Professor Radin, sou a tenente Molly O'Donnell. Quero agradecer por todo o trabalho que você vem fazendo em nosso nome. Lamento que ficou ferido.""Ok, cuidado com as sutilezas. Gostaria que você fizesse um relato sobre o que descobriu em sua investigação."Nik olhou para Bobby, antes de voltar sua atenção para a tenente. "Como a minha pesquisa foi roubada, não posso te dar datas específicas, mas posso fazer um resumo geral do que encontrei até agora.""Bem, nós sabemos que o selo do barril é composta de duas insígnias diferentes. Os Cavaleiros de Paiderastia carimbado sobre a insígnia pessoal de Radu cel Frumos. Para essa discussão, acho que seria mais fácil examinar as insígnias em separado."“Um homem rico iria ganhar a permissão do pai de um menino para levá-lo para sua casa. Ele supervisionava a formação educacional do jovem. Em alguns casos, a relação entre o menino e o homem era estritamente espiritual, em outros, sexual.”Nik assentiu. "Em termos jurídicos de hoje, sim. Mas mais uma vez, era uma prática aceita na Grécia Antiga. Através dos anos, a sociedade começou a mudar suas mentes sobre a moralidade da prática, em um ponto que fez a pederastia ilegal. Este parece ser o tempo quando os Cavaleiros da sociedade Paiderastia se formaram. Quer ou não os homens envolvidos ainda acreditavam nos aspectos religiosos, mas a prática é desconhecida."A tenente endireitou-se e estreitou os olhos. "Vai em frente." A tenente assentiu com a cabeça e pegou a xícara de café. "E a insígnia do outro?" Nik calou, quando viu que estava começando a perder o foco. A tenente não pediu uma aula de história, tinha que me lembrar disso. "Há um diário que foi escrito pelos antepassados do servo jovem de Radu. Evidentemente, as histórias foram passadas nas gerações da família, e um deles escolheu registrar essas histórias. O New York Public Library estava de posse do diário, até alguns anos atrás, quando foi roubado dos arquivos. Acredito que o diário é a chave para entender o que está acontecendo."Bobby pulou dentro "O sangue das vítimas estão sendo drenados. Nós ainda não sabemos o porquê, mas acreditamos que tem haver com o barril e a história do relacionamento de Radu com seu irmão, Vlad, o Empalador." Bobby pigarreou. "Também acho que os Cavaleiros de Paiderastia desempenham um grande papel nos assassinatos. Quando fui para a reunião do Sr. Vanderlist, notei uma caixa de charuto em sua mesa com uma insígnia de prata adornando o seu topo. A insígnia era a dos ‘Os Cavaleiros do Paiderastia’." Bobby assentiu. "Percebo isso, tenente, mas é uma pista que preciso seguir. Eu gostaria de sua permissão para revistar a casa de Morgan Thompson novamente. Se estiver certo, nós vamos encontrar algo que o liga ao Paiderastia."Bobby assentiu com a cabeça mais uma vez. "Eu entendo isso, mas nosso trabalho é encontrar os culpados e por que deste caso e para trazer quem seja à justiça. Nós não podemos fazer isso, se estamos constantemente preocupados com a merda dos ricos e poderosos." Bobby levantou-se e Nik seguiu o exemplo. "Vamos de cabeça para Thompson agora.""Eu quero ir com você." "Vou ter dois policiais grandes comigo. Além disso, quero olhar sobre os livros da biblioteca de Thompson."Nik encolheu os ombros. "Não sei, mas se fez, vou encontrá-lo." Jablonsky parou no processo de guardar as pastas. "Estou supondo que você quer que eu faça isso." Jablonsky suspirou e revirou os olhos. "Eu odeio vigilâncias."Jablonsky pegou sua mala e saiu pela porta. Nik assentiu. "Você tem uma câmera?" "Está aqui junto com as luvas." "Você está bem?" Bobby descansou a mão sobre a pequena mão de Nik. A expressão de Bobby mudou para preocupação. "Talvez fosse melhor levar você de volta ao meu apartamento, enquanto procuro Thompson." Bobby abriu a porta do passageiro e Nik entrou. Estendeu a mão sobre o assento para destravar a porta do condutor. Uma vez que Bobby estava ao volante, estendeu a mão e enfiou os dedos nos de Nik. Nik apertou a mão de seu amante. "Eu sei que você está, mas vou ser cuidadoso." "Posso ver a imagem da caixa de charuto de Vanderlist de novo?" Nik perguntou. Nik estudou a pequena imagem. "É velho. Veja os cantos arredondados da caixa? Acho que isso é provavelmente algo herdado."Nik assentiu. Ele perguntou mais uma vez sobre os avisos do Professor Lattimer. “Será que o professor sabe muito mais sobre a sociedade do que estava dizendo, Nik? Talvez tenha sido a razão pela qual tenha sido avisado.” Odiava a voz de sua preocupação a respeito de seu velho amigo, mas sabia que podia sempre se desculpar mais tarde, caso não fosse nada. "Estou preocupado com o papel do Professor Lattimer neste caso. Ele não só me avisou para ficar longe da investigação mais profundamente neste caso, mas também é aquele que me enviou para ver Edna na biblioteca."Nik encolheu os ombros. "Eu não sei, mas não é estranho que fui assaltado, depois de passar uma tarde inteira fazendo pesquisa?""Fundo? Quer dizer que você já o investigou?""Existe alguma coisa fora do normal para lidar?" Nik segurou a respiração, esperando que o responder. Nik balançou a cabeça. "Suas conexões com os ricos e famosos fazem um pouco mais de sentido. Gostaria de saber o quão profundo vão essas ligações?" Ele mais uma vez começou a dedilhar seu polegar machucado. "Estou contente por não mencionar a morte de Mavis Vanderlist para ele." "Faz sentido." Nik fechou os olhos e inclinou a cabeça com cuidado contra o encosto do assento. "E se ferrei tudo, trazendo Lattimer?"Nik concordou. Não só para sua própria segurança, mas porque estava depressa ficando acostumado ao detetive musculoso. "Depois de terminar na casa de Thompson, você poderia me levar à minha casa para mudar de roupa?" Quando chegou na mansão de Morgan Thompson Manhattan, a primeira coisa que Nik notou foi à falta da fita amarela. "Eu pensei que a tenente disse que não havia liberado a casa?" Nik avistou um adolescente em pé no portão de ferro preto. "Parece que temos companhia." Nik relutantemente concordou e esperou, enquanto Bobby se aproximou do jovem. Eles conversaram por alguns instantes, antes do menino sair correndo. Bobby fez sinal para Nik sair. Juntando-se a Bobby na calçada, Nik olhou na direção do desconhecido recuando. Bobby esfregou a parte de trás do seu pescoço. "Apenas disse que sabia de Morgan e ficou chocado com a notícia de sua morte. Ele disse que Morgan era um homem gentil e duvidava que tivesse realmente feito aquelas coisas a qual Morgan foi acusado."Bobby sorriu e cortou o selo da porta com sua faca de bolso. "As emoções estavam evidentes aos olhos do menino, eu diria que poderiam ter corrido os mesmos círculos sociais, não apenas os admitidos em público." Um olhar para o visor, e ficou ainda mais preocupados. "Com licença." O garoto estava próximo ao pânico. Ele gemeu, sabendo que agora tinha duas novas situações para manusear. "Mantenha a calma. Eles não sabem nada."Ele rangeu os dentes. Phillip Cochran ia ser um problema, que precisava ser cuidado. Ele enfiou a mão no bolso e correu os dedos sobre a fria prata de seu frasco. Com a ajuda de sua coragem líquida, ele deve ser capaz de realizar ambas as tarefas, até ao final do dia de negócios. "Você vai trazer o dinheiro?" "Sim, senhor". Com isso, ele saiu do prédio e subiu em seu carro. Puxou o frasco antigo do bolso e bebeu o vinho doce. Talvez se tivesse sorte, teria a oportunidade de saborear a partir do corpo do jovem doce Phillip, antes de matá-lo.  Nik assentiu e colocou as luvas, quando fez o caminho para o escritório de Thompson. A estante dos livros que tinha apenas visto nas fotos da cena do crime estava à vista, fazendo-o ofegar. Nik olhou do chão para as prateleiras do teto. "Não. Eu apenas nunca vi uma coleção como esta. Estes livros valem uma fortuna."Nik riu, quando se aproximou das prateleiras. Sabia que os livros eram antigos e estavam fora de catálogo não foi todos copo do chá. Isso foi bom com ele. Isso lhe daria uma chance de investigar cuidadosamente cada volume. Ele decidiu começar no topo e trabalhar sua maneira para baixo. Deslizou a escada da biblioteca para o canto mais longe e subiu. Ele estava feliz que tinha luvas que lhe permitiam tocar fisicamente cada volume, enquanto lia através da escolha de Thompson. Quando trabalhou a sua maneira para baixo da linha, não podia ajudar, mas assobiou. "Espero que esses livros sejam encaminhados para um museu ou biblioteca." Nik olhou por cima do ombro para Bobby. "Deve ter tido Thompson um pouco de tudo. Há livros aqui que mergulham em assuntos da ascensão do cristianismo à magia negra."Bobby fechou a gaveta e estava indo do começo para o fim. "Você acha que estamos lidando com algum tipo de bruxaria?"Após 45 minutos, Nik desceu da escada. Ele tirou os óculos e, inconscientemente, começou a limpá-los."Não. Eu só sinto que algo está fora do lugar. Até agora, todos os livros que encontrei pertenciam a antepassados de Thompson. Então, onde estão os seus?"Nik balançou a cabeça. "Com esta coleção impressionante, Morgan teria sentido que era sua obrigação de continuar a adicionar mais."Nik tirou um grande livro da prateleira e abriu na primeira página. "Veja isso?" Ele apontou para um pequeno lápis na data com as iniciais JAT. "Este livro foi adquirido em 1914 por James Allen Thompson, bisavô de Morgan."Nik sorriu para seu amante bobo. "Claro que sou, senão, você não precisaria de mim." A declaração aqueceu o coração de Nik. Puxou a cabeça de Bobby para baixo para um beijo mais profundo, varrendo a língua através do interior da boca de seu amante. Esfregou sua ereção crescente contra o quadril de Bobby e gemeu com o beijo, esquecendo completamente onde eles estavam.Com um suspiro dramático, Nik se separou e voltou para a prateleira. Ele notou oespaço vazio a partir do livro que tinha puxado antes e liberado. "Oops. Acho que você tinha me distraído um pouco."Nik deu o braço de Bobby um tapa brincalhão. Virou para colocar o livro no seu lugar e parou.Já no caminho de volta para a mesa, Bobby respondeu sobre seu ombro. "Sim, mel? " Ele colocou o livro sobre a mesa mais próxima, antes de virar a pequena alça de bronze. Ouviu um clique, mas foi só isso. Nik balançou a cabeça. "Ainda não." Descansou as mãos na prateleira e puxou, como se nada tivesse acontecido, e a empurrou. A seção inteira da estante, sob o molde do chão, virou para dentro. "Bingo!"Nik assentiu. “Estive tão animado com o quarto escondido, que não tinha nem pensado na coleta de provas cruciais. Acho que é porque não sou policial.” Rindo, Bobby agarrou a lanterna e entrou na sala escura. Depois de vários momentos, uma luz acesa, iluminou o interior. "Santa Merda.""Acho que já sabemos onde Morgan Thompson praticava sua religião escolhida." "Espere." Bobby atravessou a sala e tirou um punhado de fotos. "Todo seu." "Algo interessante?" Bobby perguntou, enquanto continuava a tirar fotos. "O ator?" "Então acho que Morgan trouxe seus amantes aqui?" "Algo que se encontra." Bobby chamando do outro lado da sala."Eu posso com certeza tentar. Se nada mais, deve ser suficiente para obter um mandado de busca para a casa de Vanderlist, para um desses covil decorativo escondido."Bobby usado um lápis para destravar a humidor[13] antes de levantar a tampa nos cantos com as mãos enluvadas. Nik ofegante cobriu a boca com a mão. "É isso aí." Nik fechou rapidamente a tampa, protegendo o diário antigo das luzes em cima. "Eu necessito estudar este sob luz negra.""Certamente Morgan tem uma luz por aqui. O homem é um colecionador de livros raros antigos."Onde devo encontrar a lâmpada mágica?"Antes de correr para o canto, agarrou o humidor e agarrou ao seu peito. Engoliu todo o nó da garganta, quando Bobby fez o seu caminho para o escritório. Antes de chegar à porta escondida, foi atropelado por um cheiro de fumaça. Nik piscou os olhos, quando ele surgiu a partir da sala sem janelas. Se estiver indo para se queimar vivo, não seria sem uma luta."Nik sai daqui!" "Saia. Eu pegando a minha mala." Bobby mais forte que Nik agarrou o braço e puxou-o para a porta da frente. "Merda."Uma lufada veio da frente da casa, quando o fogo explodiu uma das janelas. "Este caminho!" Bobby gritou por cima do rugido, puxando Nik em outra sala. Correram para o que parecia ser uma sala de jantar cheia de fumaça. A boa notícia foi que o quarto parecia ser uma chama - livre. Nik não precisou contar duas vezes. Com a nova oferta de oxigênio próximo a janela quebrada, as chamas apareceram magicamente na porta. Bobby tossiu e balançou a cabeça. "Basta ir." "Vamos." Bobby gritou agarrando Nik pelo braço e puxando os pés. Bobby entregou-lhe a mala e deu-lhe um beijo rápido. "Eu volto, vou mover o carro enquanto ainda há algo para se mover.""E ser obrigado a preencher toneladas de papelada? Não, obrigado." Quando Bobby começou a afastar, Nik viu o sangue escorrendo do lado da cabeça de seu amante. "Eu estou bem. Fique aqui." Bobby correu através da rua apenas, quando o primeiro carro da polícia chegou."Você está bem?" Uma mulher com um uniforme de empregada perguntou.Quando os bombeiros chegaram ao local, os vizinhos pareciam ser arrancados de suas casas para assistir à impressionante mansão, uma vez que estava sendo consumida pelas chamas. Nik não era inspetor de incêndios, mas mesmo ele poderia dizer que algum tipo de acelerador deveria ter sido usado. Parecia que a advertência do Professor Lattimer emitiu foi bem merecida. Bobby estremeceu quando a EMT[14] cutucou a ferida do lado de sua cabeça. Nik pairava, com os olhos nublados de preocupação. Alcançar, Bobby não foi empecilho para a mão de Nik e puxou-o mais perto. "Os paramédicos já me verificaram. Além de um pouco de inalação de fumaça, estou bem.""Você precisa assinar o formulário de autorização, desde que você não vai para o hospital, como eu sugeri.""Espere. Eu pensei que você disse que estava bem." Nik olhou para ele."Que diabos aconteceu aqui, Marks?Nenhum ponto de conseguir trabalhar misturando negócios com prazer, juntamente com o fato de que deixou alguém colocar fogo numa cena de crime, enquanto estava na mesma. Ela olhou para ele por um segundo, antes de focalizar Bobby. "Como diabos"Nós estávamos investigando alguma coisa quando ouvi um barulho."Ele olhou ao redor, não querendo falar sobre um caso aberto no meio de todas aquelas pessoas, especialmente de um caso que tinha o potencial de ser extremamente explosivo. A tenente abriu o caminho para o carro de Bobby, onde apontou para o banco do condutor.Nik abriu a porta para ele e caiu no banco, descansando a cabeça batendo no volante, enquanto organizava seus pensamentos. Graças a Deus conseguiu salvar sua pasta e sua câmera. Felizmente, Nik agarrou o diário e, junto às fotos da caixa de charutos, que seria suficiente conexão para começar a investigar Vanderlist.Ela levantou as sobrancelhas e ele riu. "Eu quero ver essas fotos, mas porque acho que você tem mais do que apenas um quarto?""Eu não tive tempo de mandar um e-mail para o pessoal de tecnologia para obtê-lo limpo, mas eu tirei da casa de Vanderlist. É uma caixa de charutos com um selo do mesmo tipo que foi encontrado no tonel de Thompson." "Eu não estou acusando ninguém, tenente, mas encontramos uma caixa no quarto secreto de Thompson, que se parece muito com a de Vanderlist.""Não, mas temos de olhar em todas as possibilidades. Não podemos esquecer que há um suspeito viável, simplesmente porque é rico e amigos do prefeito. Isso não é como funciona a justiça." "E se você estiver errado?" Nik moveu, o diário e Bobby olhou vendo a sombra escura sob a camisa de Nik. Ele olhou de volta para sua tenente, esperando que não fosse notar. Uma voz pequena na parte traseira de sua cabeça sussurrou que o diário era importante, mas não queria deixá-lo fora de sua vista até que Nik tivesse a chance de lê-lo."Obrigado, Tenente." Bobby pegou seu casaco e mala antes apontando para Nik. "Vamos sair daqui, antes que ela se pergunte por que você está de pé com aquilo.""O que você está escondendo sob a camisa." Caminhou passando a barricada para o canto onde fez sinal para um táxi."Vamos discutir isso, quando chegarmos a minha casa." "Tudo bem." Tão perto. Por duas vezes tinha sido tão perto de perder o homem em seus braços e tudo porque tinha pedido ajuda a ele sobre o caso. Claro que, se não fosse o caso, nunca teria conhecido o professor Nikolay Radin. Eles definitivamente não se encontrariam no meio da multidão mesmo. Ele sorriu. Nik não saia de sua casa ou da biblioteca de tempo suficiente para conhecer ninguém. "Claro que não. Esta é a segunda vez que alguém tentou prejudicá-lo. Não vou arriscar de novo. Qualquer um que tente prejudicá-lo de novo vou fazer o que puder para detê-los."Nik se afastou e seu rosto ficou vermelho de beterraba. "Desculpe." Nik murmurou ao taxista. "Para Chelsea em primeiro lugar." Depois de pegar os pertences de Nik, eles se dirigiram até o apartamento de Bobby. Bobby enviou Nik para tomar um banho, enquanto configurava a câmera para fazer o download. Ele não tocou no diário de Nik, ainda foi advertido contra respirar sobre ele. Abriu sua maleta e tirou a pasta com todas as suas notas do caso."Jablonsky. O que foi?""E por que estou indo para a aldeia?" Ele ficou tenso, alcançando a calça e uma camisa em seu lugar. Bobby não ouviu tudo que Jablonsky disse. "Sim, parceiro. Acho que você precisa chegar aqui.""Encontramos lá.""Houve outro assassinato, não houve?" A voz baixa Nik parou e ele caiu ao lado de seu amante. "Você e o detetive Jablonsky são bons em seu trabalho, tenho certeza, ou seu chefe nunca os teria colocado sobre o caso. Sei que você vai pegar a pessoa que fez isso, Bobby. Acredito em você.""Todos os três juntos vamos descobrir isso. Nós não iríamos estar perto tanto sobre este caso sem você."Inclinando-se, Bobby deu um beijo rápido em Nik. Pegou sua arma e outras coisas fora da mesa do corredor e se dirigiu até seu carro. Havia um tempo que não ia para a Vila. Reconheceu o nome do clube como sendo um gay muito popular Hang-Out[15]. Ele tinha ido até lá quando era jovem e gostava de olhar para um corpo quente e compartilhar algum tempo.Bobby agachou e puxou o lençol para trás. A primeira coisa que notou foi à ferida irregulares no pescoço do jovem com o que parecia marcas de dentes nas bordas. "Isso é o que eu pensava, e sabemos que esse pequeno detalhe não foi divulgado ainda." Jablonsky tamborilou com caneta contra sua perna. Hora de olhar para o rosto da vítima. Bobby odiava a maior parte de todos. Estudando os olhos sem vida e a boca frouxa deprimido, sabendo que ao mesmo tempo, esse menino realmente tinha sido feliz e cheio de vida. Agora, estava morto em um beco, sem sangue e fora de tempo. "O quê?" "Não me digas?" Jablonsky balançou a cabeça. "Aqui é outra coisa para você. Mavis Vanderlist foi vista deixando o The Copa na noite em que foi assassinada."Depois de fechar a porta do apartamento, Bobby encostou-se nela por um momento com um suspiro. Deus, às vezes, seu trabalho realmente o sugava. "Sim." Bobby passeava mais, com cuidado colocando o livro na mesa de café e caiu nos braços de Nik. Ele abraçou o homem fino quando sentou, acomodando Nik no seu colo, enterrando o rosto em seus cachos escuros. O cheiro familiar de Nik facilitou a Bobby, como voltar para casa.Nik esfregou os ombros o melhor que pode, mantendo o livro para não cair."Não é tão sangrento quanto os outros, mas era apenas um garoto." Ele deu um suspiro trêmulo. "Na verdade, era o mesmo garoto que vimos de fora da casa de Thompson, antes de ser queimada." "Você está brincando?" Quando Nik assentiu, Bobby tirou alguns papéis que Jablonsky lhe entregara, quando deixaram o local. Folheando, encontrou a pessoa certa e arrastou para o topo da pilha. A carranca estragava a testa lisa Nik. "Disse que encontrou. Você não acha que o garoto foi morto aí?" "Se não há sangue, porque você acha que ele está conectado com as mortes de outros?" Nik machucando seu polegar. "E isso significa o quê?" Depois de subir para seus pés, Nik compassou seu aperto submetido ao livro branco em suas mãos um sinal de sua agitação. Bobby localizou os movimentos do seu amante de uma extremidade da sala para a outra. Nik acenou para o diário na mão. "Eu preciso te dizer o que encontrei." "Merda." Abriu o aparelho e atendeu. "É melhor não ser outro assassinato." "Por quê?" Levantou, e se dirigiu para o quarto. "Eu não fiz nada de errado.""Eu não comecei o fogo maldito. Quem quer que fosse sabia o que iríamos encontrar na casa de Thompson, Jablonsky, e aposto que foi quem matou esse menino.""Eu não acho que a tenente pode mastigar minha bunda muito duro por isso. Além disso, encontramos algo que pode nos ajudar a descobrir essa confusão toda." Ele hesitou. Sua voz interior questionou se devia contar a Jablonsky sobre o diário, ou esperar até que ouvisse o que Nik tinha a dizer. "Sim, penso assim." Bobby abriu seu armário e puxou para fora um par de jeans. "Ei, só encontrei uma evidência. Não tive uma chance de falar com Nik sobre isso, antes que você me chamasse, ele estava indo me dizer o que encontrou. Devo ser capaz de falar mais amanhã.""Foda-se. Aí vem a tenente e ela não parece feliz. Vejo você amanhã quando vai me trazer o relato com o que você tem." Jablonsky desligou. "Você leu isso?" "Basta lê-lo." "Oh". Nik respirou, seus olhos verdes alargaram por trás dos óculos. O primeiro toque dos lábios macios de Nik contra sua boca trouxe um suspiro a Bobby. Nik provou perfeitamente, como todos os sonhos de Bobby em realidade. Sua raiva e tristeza com a morte do jovem desapareceu, até que tudo o que conseguia pensar era num Nik derretido em seus braços. Colocou seu outro braço em volta da cintura de Nik, pedindo-lhe para descansar em seu peito. Foi à melhor boas-vindas em casa que Bobby tinha tido há muito tempo e decidiu que não queria voltar a não ter ninguém esperando por ele. No entanto, entendeu que não era o momento certo para dizer a Nik. No meio da investigação de um assassinato horrível não era o melhor lugar para confessar que estava se apaixonando. O telefone começou a tocar. "Seus amigos têm tempo ruim", Nik comentou antes de escalar fora dele. "É melhor que ser uma emergência de merda." "Desculpe Tenente." Ele levantou e foi descansar a bunda na mesa da sala de jantar, sabendo que se não ficasse longe de Nik, não seria capaz de deixar de tocá-lo. Não era bom tatear o seu namorado, enquanto no telefone com seu chefe. "O que aconteceu?"Algo disse a Bobby que não ia gostar do que a tenente tinha para lhe dizer.Ela bufou. "Gritou sobre você, tentei argumentar com ele, mas tem uma bronca de você, Marks, desde a batida policial passada onde você socou seu filho.""Eu não me importo de quem foi à razão. O comissário quer você fora deste caso. Disse que o fato de que você deixasse a casa queimar de Thompson foi um claro sinal de incompetência. Ah, e você teve a ousadia de se atrever a investigar o Sr. Vanderlist é imperdoável. Vanderlist é um cidadão honesto que perdeu sua única filha. Blá. Blá. Blá."Nik examinou com uma expressão preocupada, mas permaneceu em silêncio. Fúria inchou em Bobby. Bateu na parede de novo. Foda-se. Ele pode ter empurrado os limites na busca das investigações, mas nunca cruzou todas as linhas do decoro. Ele não vai correr o risco de mijar no homem e perder o seu apoio." A tenente resmungou baixinho. "Desculpe, mas tenho para te tirar deste caso." "Agora?" Suspeitou do tom de sua voz. Nik abaixou a cabeça e corou, puxando uma risada silenciosa de Bobby. Dessa forma, você vai receber." Uma pausa. "Não pense que não sei o que você está fazendo, Marks." "Certo. Basta manter contato com Jablonsky." Bobby fez uma careta. "Sobre o quê?" Acariciou a bochecha de Nik, Bobby cantarolava com o prazer ao sentir o corpo esbelto de Nik apertado contra o seu. "Eu não estou no caso mais, pelo menos oficialmente. Mesmo por que estou tirando umas férias, a tenente sabe que vou continuar trabalhando nisso. Especialmente agora que o garoto foi assassinado." "Por quê?" Deixou Nik arrastá-lo de volta para o sofá onde os papéis foram espalhados pelas almofadas juntamente com o diário que Nik estava lendo. "Vou precisar de uma cerveja?" Bobby assobiou. "É ruim, hein?" Bobby foi para a cozinha e voltou com dois copos de uísque. Ele entregou um a Nik e ficou confortável no canto do sofá. Tanto quanto Nik queria rastejar de volta para o colo de seu amante, se deteve. Negócios em primeiro lugar. "Eu acho que pode ser melhor começar com o diário."Bobby assentiu com a cabeça e sentou-se um pouco mais reto. "Vá em frente." Bobby riu. "Eu aprecio isso."Nik olhou por cima do diário. "Aqui é onde fica interessante. Radu descobriu sobre o enredo e enviou seus homens para tentar avisar o pai e o irmão. Ele também mandou o seu servo, Dumitru com instruções especiais em caso de seus homens estivessem demasiado atrasados para parar as mortes. Ele notou endurecer a Bobby. "Sim."O rosto de Bobby estava enojado, Nik não podia culpá-lo. Os detalhes do que Radu fez foi nojento."Adoração do diabo?" Bobby questionou."Ele começou a beber o sangue das pessoas?" Bobby perguntou. Nik pegou o copo e tomou um gole. Ele percebeu que o copo de Bobby estava completamente vazio. Sem perguntar, levantou e pegou a garrafa de uísque na cozinha. Ele entregou a Bobby. Ele se inclinou e deu a seu amante um beijo rápido, antes de continuar. "Até então, Dumitru tinha sido substituído na cama de Radu por um jovem servo. Era extremamente amargo e foi até Vlad III, e disse-lhe o que seu irmão tinha feito. Vlad perguntou a Dumitru quantos barris havia do vinho, e Dumitru disse que havia dois barris, sabendo que na verdade haviam cinco. Percebeu que poderia usar as outras três em um momento posterior para barganhar favores de Vlad ou Radu." "Você está bem?" Perguntou, quando Bobby despejou mais uísque em seu copo. Nik assentiu. "Depois de consumir dois tonéis do vinho contaminado, Vlad, uma vez mais se tornou o homem carismático que gostava de ser mais cedo, mas a um grau mais elevado. Recuperou a sede do poder e travaram uma guerra total. Este foi o período em que ficou conhecido como Vlad, o Empalador, que mais tarde seria imortalizado por Drácula de Bram Stoker. De acordo com Dumitru, começaram a circular rumores de que Vlad estava consumindo grandes quantidades de sangue tentando manter a vantagem dos barris de vinho que tinha lhe dado. Alguns teorizaram que era a forma de Vlad alimentar o demônio dentro dele. Dumitru sabia que não era seguro, que em sua loucura, Vlad iria atrás dele. Ele fugiu com os três barris restantes para a Grécia, onde se casou, procriou um filho e fez seu filho fazer o voto para proteger os barris a todo custo."Nik cuidadosamente abriu o diário e extraiu um convite gravado e passou para Bobby.Bobby tomou o cartão. "Preciso ligar para Jablonsky."Enquanto Bobby chamava seu parceiro, Nik cuidadosamente embalou o diário em seu pano e colocou no saco novo que tinha comprado. Ele esperava que Bobby não entregasse a Jablonsky, mas seu amante iria fazer o que pensasse que era melhor para a investigação. "Ok, me mantenha no circuito, tanto quanto possível.” Bobby disse a seu parceiro, antes de desligar. Bobby olhou para o selo levantado no alto da cartolina. "Yeah. Eu não contei a Jablonsky sobre isso ainda. Você acha que os Cavaleiros de Paiderastia foram os únicos a receber estes?"Bobby deu a Nik um beijo profundo. Nik derreteu contra o peito de seu amante, quando sua boca estava completamente cheia. "Além de pronto." Bobby tentou ficar com Nik ainda envolto em torno dele e quase derrubou os dois sobre a mesa do café. "Merda.""Mas não tão divertido." Bobby estendeu a mão e bateu na bunda de Nik.Bobby gemeu e chegou para o pênis de Nik.Enquanto Bobby lutava para empurrar seu jeans abaixo e para fora, Nik foi para o canto do quarto. Lançou-se sobre o colchão, e com uma rápida mudança de posições, estava de joelhos com a bunda virada para a porta, no momento em que Bobby entrou no quarto.Nik espalhou ainda mais os joelhos, abrindo-se inteiramente a seu amante para olhar.Um momento em que ele estava brincando com Bobby, uma língua molhada correu até o comprimento de seu buraco, antes de mudar de volta para a borda da pele enrugada. "Ah, foda-se." Bobby tirou o rosto do traseiro de Nik e pegou um preservativo e o lubrificante da mesa da cabeceira. Ele entrou no buraco de Nik com um dedo lubrificado e começou a entrar e sair. Nik apertou seu aperto em seu pênis. "Só me fode."Ele puxou várias respirações calmantes, quando a dor o ameaçava. O pênis de Bobby era maior do que um homem médio, e Nik não tinha dado tempo para seu amante esticá-lo adequadamente. Suas mãos segurando os quadris de Nik, Bobby começou num ritmo lento dentro e fora. "Deixe-me saber o quanto você está sentindo." Bobby fez uma pausa no meio do curso. "Embora não fosse isso que quis dizer com a pergunta, é bom saber."Nik sorriu. Sabia como era fácil de dizer coisas que você não quis dizer no calor do sexo, mas realmente queria acreditar nas palavras de Bobby. Se não tivesse havido a colcha áspera, Nik sabia que teria que sair de sua sessão com uma queimadura no rosto. Como a carne estava se tornando sensível, quando raspou o material embaixo. As estocadas de Bobby diminuíram. "Há algo de errado?" Bobby tirou e virou Nik à sua volta. Ele posicionou as pernas de Nik sobre seus ombros, e entrou mais uma vez. "Toque-me." "Você é inacreditável sexy."Nik deslizou sua língua contra Bobby, tocando e recuo, quando o prazer continuou a construir. "Eu preciso...""Sim!" Nik gritou, arqueando as costas quando esquentou a área entre seus corpos com a sua semente. "Sente-se tão bem!" Bobby falou com cada impulso, antes de enterrar o seu membro na profundidade. Mas que diabos? "Você vai desligar isso?" "Quem colocou o alarme?" Não se lembrava de ter feito isso. "Por quê?" Murmurou, e não realmente querendo ouvir uma resposta. Bobby arrastou seus dedos sobre o estômago de Nik e para baixo da linha fina dos pelos sob o cobertor. Nik deixou passar, permitindo Bobby enfiar a mão entre as pernas para acariciar suas bolas. Ele apertou delicadamente, e Nik gemeu. "Sério?" Deslizou os dedos mais para baixo e esfregou o buraco de Nik, enquanto chupava um mamilo de Nik. Ele riu e apertou o dedo dentro de Nik. "Você não parece certo." "Goze, bebê." Insistiu ele. Nik gozou e o calor úmido derramou sobre a mão de Bobby. Lentamente, diminuiu a velocidade, até Nik cair para trás contra os travesseiros e seu pênis amolecer."E você?" Nik apontou para a ereção de Bobby. Limpou-se no banheiro e voltou a puxar uns jeans e uma camiseta. Nik tomou um banho, enquanto Bobby fazia o café da manhã. Seu amante se juntou a ele na mesa. "Não. Tenho tudo o que preciso. Vou levar o diário comigo, para que possa estudá-lo mais." Nik perguntou. "O que estará fazendo hoje, enquanto estou ensinando os estudantes?" Nik balançou a cabeça. "Preciso estudar mais. As respostas estão no diário, Bobby somente preciso ir um pouco mais fundo. Você pode dar ao seu parceiro quando eu terminar, e você não precisa me acompanhar, Bobby. Posso pegar o ônibus.""Tudo bem. Vou deixar você ‘emprestar’ mais outro dia, mas depois disso, estou levando para Jablonsky. Mais um dia, Nik, até entregá-lo, estou me certificando de que você esteja seguro."Eles limparam a cozinha, movendo-se como se estivessem juntos há anos. Bobby calçou as botas e pegou as chaves, enquanto esperava na porta de Nik. "Pronto?" Bobby olhou para a bunda de Nik firme revestida em tecido cáqui, enquanto descia para o estacionamento. Eles entraram no carro e foram para a universidade. Nik revirou os olhos, mas não disse nada quando começou a sair do carro. Bobby estendeu a mão e agarrou o braço de Nik, puxando-o de volta para um beijo. "Eu também te amo". Nik corou e saiu do Camaro com pressa. Bobby esperou até Nik entrar no prédio, antes que partisse."Você não assinou papéis ainda?" Ele olhou ao redor. "Posso te pagar um café? Talvez um almoço mais cedo?"Bobby reuniu seus formulários e foi ao escritório da tenente, batendo na porta. "Aqui está o meu pedido de férias, Tenente." Colocou-os sobre sua mesa.“Vou assiná-lo e verifique que sejam arquivados imediatamente. A partir de agora, você está em férias pagas. Quantas semanas?" Ela lhe lançou um olhar. "Três semanas é muito bom. Claro, se surgir algo antes disso, então vamos ver." "Entre. Vamos para a lanchonete que você gosta tanto, e pode me dizer o que sabe." "Não. Estou usando meu tempo de férias. A tenente não teve problema com isso."Esperaram até que estavam sentados e tiveram seu café antes de continuar à conversa. Jablonsky balançou a cabeça. "Não. Eu disse a ela que percebi isso durante o processo de eliminação. Fui falar com o leiloeiro. Adivinha o que encontrei quando cheguei lá.""Ele estava queimando uns papéis." Jablonsky balançou a cabeça. "Não tenho certeza o que mais conseguiu queimar, mas salvei isso dele. Fiz uma cópia para você desde que tinha que registrá-lo como evidência de prova."Ele pegou a cópia de Jablonsky rapidamente. "Porra, você vê os nomes nessa lista?" Bobby verificou os nomes de novo. "O nome de Thompson está aqui, junto com Vanderlist. Você acha que os homens desta lista são membros dessa sociedade?"Bebendo seu café, Bobby pensou por alguns minutos. Ele suspirou e olhou para Jablonsky. Seu parceiro sorriu. "Não invejo você." "Sim. Aqui está. Eu teria enviado a você, mas sei o quanto odeia verificar o seu e-mail." Jablonsky sorriu para ele. "Você realmente acha que Vanderlist teria matado a própria filha?" Jablonsky manteve sua voz baixa. "Eu acho que seria um motivo para matá-la. Iria arruiná-lo se ficasse sabendo que ele gostava de meninos." Jablonsky olhou para baixo em seu copo. "É melhor não vazar. Não podemos correr o risco de perder Vanderlist. Se ele é o assassino, preciso começar a provar, antes que mais pessoas morram. Especialmente de forma sangrenta." "Isso é o que pensa Nik. O teste mostra que existe o DNA humano no vinho, de modo que alguém misturou sangue com ele. Ainda não entendi como funciona, mas tudo o que aprendemos diz que levou alguém louco, quando foi engarrafada. Não tenho dúvidas de que poderia fazer com que alguém mate agora." "Eu vou pegar um táxi de volta para a delegacia. Você pode querer começar a seguir Vanderlist em torno desta tarde. Veja se ele faz alguma coisa suspeita durante o dia."Eles apertaram as mãos e Jablonsky dirigiu-se para acenar para um táxi. Bobby pulou em seu carro, planejava seu curso de ação. Parando por seu apartamento para pegar a câmera Verificou pela primeira vez sua lista, antes de rastrear Vanderlist e perseguir os seus passos até que o caso terminasse. "Olá?" A voz de Nik acelerou o coração de Bobby pulando numa batida e revirou os olhos para si mesmo. Quando tinha se transformado em um simplório?"Ótimo. Alguns estudantes realmente ouviram. Outros estão lá para os créditos, não para o conhecimento."Verificando atrás dele, puxou para o tráfego. Iria pegar Nik, e agarrar um jantar, antes de levá-lo para casa. Ele teria que voltar para casa de Vanderlist, antes do homem decidiu sair para a noite. "Preciso falar com você sobre isso." Ele parou em um semáforo e franziu a testa. "Não vou poder ficar com você esta noite. Tenho que vigiar Vanderlist para ver se posso conseguir alguma coisa sobre ele.""Jablonsky tem uma lista de pessoas que estavam no leilão que estava no convite. Vanderlist e Thompson estavam nele. Acho que poderia ser uma lista de membros da sociedade. O leiloeiro estava queimando, quando Jablonsky chegou lá.""O assassino pode estar na lista.""Entendo. Não gostaria, mas posso lidar com isso, enquanto você volta e dorme comigo quando estiver acabado.""Ótimo. Este assassino tem de ser parado, e se isso significa que nós não conseguimos passar cada minuto de vigília junto, vou me sacrificar até derrubá-lo."Estava ficando mais fácil de dizer. Ele olhou para o sinal da rua quando passou."Eu também te amo. Estarei esperando lá fora. Vejo você em breve." "Você fica lambendo os dedos, como isso, e tenho a sensação de que você vai comer outra coisa antes de sair desta mesa."Terminado o jantar, Nik levantou e montou sobre Bobby. "Você precisa?" Nik enfiou os dedos nos ouvidos. "La. La. La. Não posso ouvi-lo."Nik meneou seu traseiro, quando esfregou as mãos contra o peito de Bobby. "Desculpe. Não importa. Prefiro fingir que sou seu primeiro e único.""Mmmm." Nik gemeu quando beijou seu amado novamente, deslizando sua língua em Bobby. Bobby beliscou a bunda de Nik. "Quanto tempo acha que duraríamos nós dois fechados em um carro a noite toda?"Bobby correu o dedo pela costura da calça de Nik, pressionando contra o seu buraco através do material. "Não joga muito. Se você ainda estiver com tesão quando eu chegar a casa, vou cuidar de você." Depois de dar a bunda de Nik um aperto, Bobby deu-lhe um tapa brincalhão. "Deixe-me, seu pênis besta com fome. Tenho trabalho para fazer e pegar os assassinos."Bobby levou Nik até a porta e deu-lhe um último beijo, antes de pegar a sua pequena câmera. "Certifique-se de trancar atrás de mim." Bobby sorriu. "Você está ficando mimado."  "Oi, Nik.” Professor George Lattimer cumprimentou."Talvez. A etiqueta sob o selo não ajuda muito. Ele diz: "O vinho é doce, mas a vingança é doce."Houve uma pausa do outro lado do telefone. "O que você não está me dizendo?""Encontrei um diário escrito pelo servo de Radu cel Frumos. Ele relata o segredo das cerimônias, que o servo testemunhou que Radu e os outros cavaleiros de Paiderastia realizaram. Junto com a fabricação de seis barris de vinho e que foram usados." "E isso não é bom." Nik ficou surpreso com a veemência do pedido. Por uma questão de fato, não soou como um pedido, mais como uma ordem. "Eu não posso fazer isso. É parte da investigação.""Não." disse Nik não deveria dizer mais. "Olha, Professor, não deveria sequer ter-lhe dito sobre isso. Bobby provavelmente vai me matar quando descobrir que fiz.""Sim, senhor, percebo isso. Uma vez que o inquérito esteja terminado, caberá a polícia." Nik rezava o professor não ir sobre sua cabeça. A polícia não sabia nem que tinha o diário, e Nik sabia que reter provas poderia colocá-lo em uma porrada de problemas. "Você chama com qualquer coisa que encontrar me ouviu? Já lhe disse antes. Este caso está tomando fora de sua profundidade de compreensão. Não é só perigoso, mas completamente anti profissional você agir na capacidade, para uma investigação que você não é um perito.”Nik desligou o telefone, antes que falasse algo que viria a se arrepender. Ele questionou se o professor estava apenas com inveja da descoberta de Nik. Qual seria a sensação de trabalhar a vida inteira e não encontrar algo tão importante quanto o diário que entraria para a história mundial, um tema que George Lattimer dedicou sua vida? Despiu-se rapidamente e subiu entre os lençóis, desejando que Bobby estivesse lá com ele. Várias horas depois, um barulho o acordou. No primeiro instante pensou que era Bobby. Arrastou para fora da cama e para a sala quando o barulho voltou. Foda-se. Definitivamente não era Bobby. Ele diminuiu perto da porta e chamou Bobby."Alguém está querendo entrar." Nik murmurou, suas mãos tremiam tanto que mal conseguia segurar o telefone. "Não. Eu estou no quarto." Nik arrumou as cobertas da cama para parecer que ninguém dormia, seu olhar recuou para o armário por meio das luzes da cidade que brilhavam através das cortinas. Tentou fazer-se tão pequeno quanto possível. "Estou com medo." Apesar das ordens de Bobby, Nik não podia deixar de dizer-lhe como se sentia no caso, de ser a última vez. "Eu te amo." Nik quase disse que tudo bem, mas parou. Nik queria dizer a Bobby que a pessoa estava atrás de algo específico. Quebrou seu coração, mas só havia uma pessoa que poderia ser responsável pelo roubo. De repente, ocorreu a Nik. Se algo acontecesse a ele, Bobby precisava saber. "Lattimer? Você pode me dizer por que estaria invadindo o meu apartamento, quando eu chegar aí. Em outras palavras, você, meu amor, tem algumas explicações a me dar.""Sim. Ouvi. Estou cerca de quatro quarteirões de distância. Esconde atrás da minha roupa, tanto quanto possível."Todos os pensamentos parou, quando ouviu a porta da frente aberta. O intruso saiu?"Nik!" Bobby enterrou seu rosto contra os cabelos de Nik. "Estou tão feliz que cheguei aqui a tempo." Bobby assentiu. "A porta estava aberta quando cheguei aqui.""Não." Bobby meneou a cabeça. "No segundo que você fez a chamada, tudo o que importava era chegar a casa para você. Naquele momento não era um policial. Era o homem que o ama mais que tudo neste mundo."Bobby recostou-se e olhou nos olhos de Nik. "Você está bem?" Bobby amaldiçoando, fechou os olhos momentaneamente. "Pensei que era seu amigo." "Será que ele entendeu?" Nik perguntou. "Foi na minha mochila." "Sim, mas não podemos provar nada sem o diário.""Eu peguei ele, não você. Já disse isso."Nik assistiu Bobby de pé no quarto. Lentamente se pôs de pé e fez o seu caminho para a cama. Afundou-se no colchão com o pior sentimento sobre si mesmo, do que tinha há muito tempo. Nik balançou a cabeça. "Não é isso." Nik respirou fundo e virou o rosto para Bobby. "Parece que você está sempre me salvando, e sei que algum dia você vai se cansar disso. Talvez eu devesse ter aulas de caratê ou algo assim."Ainda nu Nik se aconchegou contra Bobby. "Bem, obrigado por ser esse homem para mim."Carrancudo, Bobby abriu os olhos e olhou para o teto escuro. O telefone tocava novamente. Percebeu que era o som que o havia despertado. Nik murmurou e aconchegou-se mais. "Você está de férias." Nik murmurou. "Deus, você soa alegre por ser às três da manhã.” Jablonsky murmurou em sua orelha.Jablonsky grunhiu. “Eu até não quero pensar sobre que você quer dizer com isso.”Depois de levantar para fora da cama, girou levemente batendo no traseiro e certificar-se que seu amante estava coberto pelos cobertores."Merda."Bobby repetiu a mensagem de Jablonsky para Nik cavando em seu armário uma camisa limpa e meias. "Eu acho que sim. Depende se eles foram mortos, ao mesmo tempo, ou simplesmente despejado no mesmo lugar." "Você tem que ter certeza que ninguém vai te ver. O Comissário vai ficar chateado se descobrir que apareceu em uma cena. Especialmente numa que poderia estar ligado aos assassinatos dos outros."Caminhou para o corredor, segurando a camisa enquanto terminava de falar com Jablonsky. "Para onde vou?" "Eu estarei lá em trinta minutos ou menos.""Bobby." Nik molhou o lábio inferior, a preocupação clara em seus olhos. Caminhando de volta, ele cobriu rosto de Nik e acariciou seu polegar sobre o queixo de seu amante. Nik enfiou a mão em torno da parte traseira da cabeça de Bobby, segurando perto de um minuto, antes de deixá-lo ir. "Cuide de si mesmo e diga a Jablonsky que disse oi." Ele saiu, descendo as escadas até seu carro. Enquanto dirigia para o Harlem, pensou sobre o que significava encontrar dois corpos. Merda. Quando tinha Vanderlist encontrado tempo para matá-los? Bobby tinha acompanhado o homem durante os últimos dois dias e nunca tinha visto nada que indicasse que o homem estava fazendo nada ilegal. Claro, algumas dessas reuniões noturnas eram provavelmente com os outros homens na lista do leiloeiro, mas Bobby não tinha tido tempo para executar os números da licença ainda. Fechou o carro, andou até onde os policiais estavam fardados. Hansen não disse uma palavra ou mesmo olhou para ele, apenas levantou a fita do crime para que escorregasse para baixo. Ninguém olhou em sua direção e desviou o pensamento quando cruzou sua mente. Era isso que sentia ao ser evitados?Nem sequer chegou perto do local para ver que não havia um monte de acúmulo de sangue sob o corpo. Assim como a última vítima, essas pessoas deviam ter sido mortas e seu sangue drenado, ou seja, consumido em outros lugares. Mudando o olhar, deu um bom olhar as feridas no pescoço. Droga. Mais marcas de mordida. Esfregando o queixo, virou e voltou para seu carro. Bobby parou e descansou seu quadril na porta de seu carro. Jablonsky correu na direção dele. "Morto em outro lugar?" Ele olhou para suas botas. Jablonsky folheava seu caderno, verificando os fatos que tinha obtido a partir dos técnicos até o momento. Estes três últimos assassinatos têm sido muito mais pensado e controlado. Se está bebendo o vinho, ele está manipulando os efeitos. Esse pensamento me assusta." Bobby esfregou as mãos nas coxas."Onde eles estão e quem os comprou?" Seu parceiro lançou um olhar sobre seus ombros, os dois sacos de corpo no beco. "Eu não acho que temos o tempo que vai demorar. Mais crianças vão morrer.""Sim. Mesmo que o último." Jablonsky balançou a cabeça. "Como Nik está passando?""Coitado, provavelmente nunca esperava ser pego em algo parecido com isso quando você ligou para pedir a sua ajuda.""Merda. A tenente. É melhor você ir embora. Eu mando um e-mail com os arquivos sobre o caso, assim que eu pegá-los a partir do legista."Apertou a mão de seu parceiro, acenou para a tenente, mas subiu no carro, antes de poder falar-lhe. Vasculhando as coisas dele, tirou o livro de registro para anotar seus pensamentos e o que disse Jablonsky. Odiava não estar no interior da investigação. Isso o deixava maluco, porque pensava que iria perder alguma coisa ou não ser dito mais nenhum pedaço de informação irrelevante e que seria a peça que iria quebrar e descobrir tudo. Seu telefone tocou e verificou o número. Jablonsky. Era o seu parceiro chamando porque a tenente devia tê-lo mastigado, por permitir Bobby perto à cena? "Sim." Jablonsky bufou. "Só tenho algumas informações sobre a vítima do assassinato passado. Seu nome era Phillip Cochran e, pelo que as minhas ligações me dizem, era um malandro de rua.” "Assim, nossa sociedade contrata prostitutas de rua para se tornarem seus freqüentadores." Ele murmurou. "Agora, alguém está matando seus brinquedos. Gostaria de saber como que faz sentir aqueles arrepios." "Eu estou com você, amigo." Suspirou. "Estou indo para casa. Vou chamá-lo, quando o sol aumentar em cerca de quatro horas. Tenho algumas placas e preciso que você verifique para mim.""Vai estar lá, passando por cima dos arquivos a partir deste último assassinato.""Ótimo. Estou tomando Nik mais tarde hoje. Falo com você em breve." Apertou o botão do final de seu telefone e colocou no console."Você está bem?" Nik abraçou o pescoço Bobby. Nik beijou o peito. "Tudo bem. Vou perguntar sobre tudo depois.""É mais um grande dia para a música." Bobby sorriu em cima de Nik, enquanto passavam pelo tráfego de Nova York. Ele franziu os lábios enquanto fingia pensar sobre o que disse Nik. Bobby piscou. Seu telefone tocou. "Marks."Bobby puxou o telefone longe de sua orelha e olhou para ele por um momento de surpresa. "Ainda bem que peguei você. Queria falar com você sobre os casos Vanderlist e Thompson.""Sério?" Havia algo no tom de voz de Lawler que fez uma careta em Bobby. Ele repetiu o endereço que o Comissário lhe deu, e Nik escreveu. "Bom." Lawler desligou. "Este foi o Comissário Lawler. Ele quer falar comigo sobre o caso.""Não se preocupe. Tenho certeza que não vai demorar muito e, talvez, dizendo-lhe que Vanderlist não poderia ter matado as duas crianças, serei capaz de voltar para o caso."Ele beijou Nik rapidamente, antes de sair do carro. "Eu vou estar aqui." "Espero que sua família não se importe quando trabalha durante o fim de semana, senhor." Bobby poderia transmitir respeito, mesmo que não necessariamente sentir isso para o Comissário. "O que você quer me dizer?" Lawler não perdeu tempo. "Eu tinha pedido a Tenente O'Donnell para tirá-lo fora do caso." Lawler fez uma careta.Bobby não ficou feliz em descobrir isso. Ele realmente pensava que Vanderlist era o seu melhor suspeito. "Sim, senhor." Bobby tirou o livro de registro que tinha colocado no bolso quando chegou de seu carro. Folheando as páginas, encontrou as notas que escreveu para o dia, o ME disse que as duas últimas vítimas foram mortas. "Sr. Vanderlist encontrou o Senador Baxter, o Senador Chatworth e o Vereador Edwards no Algonquin 5-30, cerca das nove da noite. Eu tenho fotos deles juntos." "Eu não tenho comigo." "Eu espero que você as envie para mim até o final do dia." Lawler tomou um gole do frasco sem oferecer nada para Bobby. O selo do frasco atraiu o olhar de Bobby. "Marks." Nik olhou as fotos uma por uma. Vanderlist era um bonito homem, pena que ele também era um pervertido. Agitou sua cabeça em uma fotografia de perto que Bobby tinha tirado do traseiro de Vanderlist, quando o homem caminhava em um edifício velho. Se ele não tivesse sido tão seguro em seu relacionamento com o detetive quente, poderia ter tido ciúmes. Após a verificação da lista por diversas vezes, colocou as fotos de volta na pasta com o folha de papel e enfiou de volta na pasta de Bobby. Ele olhou para seu relógio e gemeu. Nik nunca tinha sido bom em ser ocioso. Olhou em volta do Camaro à procura de outra coisa para fazer. Provavelmente Bobby tinha o carro mais limpo que já tinha entrado dentro. Entediado, abriu a porta e desdobrou as pernas do painel de instrumentos, balançando-os para a calçada. Duvidou que precisasse se preocupar com elemento do crime da cidade, no bairro de Lawler.Mesmo a garagem de Lawler estava impecável. Nik olhou para a casa limpa e chãos O conversível azul-escuro no final da calçada chamou sua atenção. Seriamente? Quem diabos tem um conversível, assim em Nova York? Como incrivelmente impraticável uma pessoa poderia ser? O que estava pensando Bobby quando tirou aquilo? "Foda-se!" "Marks." "Vá em frente." "É por isso que está chamando?" Bobby questionou.Houve uma pausa no fim de Bobby. "Talvez você devesse fazer um telefonema." "Sim."Quando mais uma vez, parecia haver uma longa pausa na outra extremidade da conversa, Nik passou no banco.Nada. Ele bateu na remarcação, mas a chamada foi direto para a caixa postal. Com as mãos tremendo, Nik encontrou o número de telefone de Jablonsky. Graças a Deus que Bobby tinha programado tão logo tinha comprado um celular novo. Enquanto esperava o detetive atender, e saiu do carro. "É Nik. Estamos na casa do Comissário. Bobby está dentro e achei uma coisa que aponta para Lawler como o assassino. Liguei para Bobby e agora nada.” Disparou. "Eu não sei. Disse que precisava falar com Bobby. Por favor, você tem que ajudá-lo.""Eu estou a caminho. Vai levar um tempo para chegar ai ainda."A respiração de Nik parou enquanto lutava com o que fazer. Ele sabia que deveria provavelmente interceptar o Comissário. Talvez, pelo menos, dar algum tempo para Bobby dominar Lawler? Ou talvez fosse ter a sua chance de amante. "O quê? Como você...""Bem, então o que diabos devo fazer? Não posso me esconder aqui e deixar Lawler ir embora com Bobby. Nós nunca vamos encontrá-los novamente.""Sim."Nik engoliu uma grande protuberância em sua garganta, quando o Jaguar saiu da calçada com Bobby ao volante. "Droga! Eu ainda estou muito longe de alcançá-los. Você vai ter que fazer o seu melhor, Nik.""Basta lembra-se de gritar as ruas e as indicações que você vai."O carro deu uma guinada fora do seu local de estacionamento e Nik foi dirigindo para a especificação de azul à distância. "Direção, Nik!" "Você está indo bem, Nik. Acalme-se.""Bom."Lágrimas começaram a queimar os olhos de Nik, quando percebeu o dano que poderia fazer. A visão turva não ajudou, quando bateu em um carro estacionado, tirando o espelho do Camaro do lado do passageiro. "Bobby vai me matar." "Sim." Queria gritar não. Queria pedir a Jablonsky para encontrá-lo e buscar ao homem que amava. Ele queria um inferno de um lote. A realidade é que era a única pessoa entre Bobby e um assassino. "Estou ganhando terreno, Nik. Estou cerca de cinco minutos atrás de você."Ele ouviu Jablonsky rindo, que o deixou mais chateado. Sabia que soava como um asno doce, mas com todos os sinais vermelhos, cada carro que passava, sabia que estava andando a beira de se matar ou alguém. O homem do outro veículo parou e começou a sair de seu carro. Nik levantou uma mão e virou as costas. Colocou o Camaro na direção que o Jaguar estava dirigindo. Podia ouvir esfregando alguma coisa contra o pneu da frente. "E dizem que o transporte público é perigoso." "Encosta. Agora. Você não quer Lawler o veja.""Conseguiu isto. Você fica parado, e eu estarei lá em… merda! Há algum tipo de congestionamento. Vou tente ir ao redor."Nik ofegou quando Lawler voou para o lado, trazendo a arma até bater contra a lateral da cabeça de Bobby. Nik assistiu horrorizado, quando Bobby começou a cair em direção à calçada. Lawler empurrou Bobby para dentro do edifício quando Nik se sentou atordoado. Nik. O pensamento de seu amante o seguindo deixou Bobby com medo. Não tinha nada a ver com o fato de Nik não poder dirigir, e ele podia pegar o carro amado de Bobby. O que preocupava mais a Bobby era simplesmente que Nik iria tentar salvá-lo, e Lawler iria matá-lo. "Sou um bom detetive. É o meu trabalho resolver os assassinatos. Talvez você devesse ter se livrado dos corpos de uma forma diferente de seu amigo Thompson."Brilhando longe as estrelas, balançou a cabeça. "Respeito? Você começa e se diverte jogando com os meninos? Isto está doente. Desculpe, mas pervertidos não armazenam muito respeito de mim. " Lawler o empurrou por um corredor, mantendo em movimento com toques no meio das costas de sua arma. Fez uma careta, quando Lawler conseguiu acertar-lhe com força nos rins. Ele tropeçou em um quarto, quando Lawler empurrou para a direita. Luzes queimaram em seus olhos e os fechou, tentando ajustar a luminosidade súbita. Outro tapa na cabeça dele tinha uma satisfação doente o queimando, quando ouviu o suspiro e o baque de seu punho bater na carne. Um punho se dirigiu em seu estômago, duplicando-o. Seu rosto bateu num joelho e ele foi parar no chão, apanhando no último minuto com as mãos. Olhando fixamente para baixo, Bobby percebeu as gotas de sangue que coloriu de vermelho o concreto cinza escuro. Foda-se. Seu nariz estava quebrado novamente. Maldito, e teria pelo menos um, se não dois olhos negros, quando tudo isso tivesse terminado. A menos que Lawler atirasse nele. É claro que preferia ser morto a ter sua garganta cortada e o sangue drenado. "Levante." Lawler empurrou para uma cadeira colocada ao lado da cama. "Sente-se." "Você é o que digo que você é." Empurrando-o na cadeira, Lawler atirou um par de algemas. "Algeme-se à cadeira." Bobby realmente esperava que Nik ficasse de fora e não tentasse salvá-lo. Nik não tinha nenhuma formação para não levar um tiro por Lawler. Enquanto Bobby não achava que o comissário estava interessado em beber o seu sangue, seu estômago lhe disse que as coisas podiam mudar, se Lawler vislumbrasse Nik. "Quem?" Lawler olhou em volta, procurando por algo. "Eu precisava de seu sangue. Mavis não foi a minha primeira escolha, mas não era capaz de encontrar uma das minhas putas regular. Elas estavam sendo usados pelos outros."Lawler olhou para o objeto em sua mão. "É uma relíquia de família." "Então esse sangue bastardo doente corre na família? Será que seu pai abusou de você? Você se queixa de seu filho?" "Eu jamais iria tocar no meu próprio filho e meu pai não me tocou desse jeito. Ele ensinou-me a mudança sublime de vida que pode alcançar, quando amar um homem mais jovem. Os Cavaleiros de Pederastia não é um grupo de homens pervertidos antigos aproveitando de crianças inocentes.""Você é um pagão. Não iria entender como espiritual, tal união pode ser. Se ele dependesse de mim, todo mundo iria conhecer o amor e a verdadeira espiritualidade que vem entrando no inocente." Lawler tomou outro gole do frasco, ele se ajoelhou na frente de um baú no pé da cama e abriu. "Thompson não entendia o que ele tinha começado, quando comprou o barril de vinho. Ele só sabia que era de Radu cel Frumos, o Governante de nossa sociedade. O tolo nunca compreendeu o que o vinho pode fazer a um homem.""Beber muito rápido faz com que vá para a cabeça. Se ele planejava usá-lo, deveria ter bebido devagar. A única maneira de controlar a fera dentro de si, para mantê-lo em uma trela."Um leve ruído capturou o ouvido de Bobby e ele rangeu os dentes, esperando contra toda a esperança de que fosse Jablonsky e a SWAT, não Nik, vindo a salvá-lo. Lawler não reagiu ao som."Drácula? Claro, eu li o livro e tudo mais." "O livro de Bram Stoker exagera na verdadeira natureza daquilo que Vlad era. Ele era um usurpador e assassino, mas o vinho o fez mais forte. O fez mais astuto. Ele era o verdadeiro formador da besta."“A besta vai dar poder ao homem e a riqueza além do seu sonhos, enquanto continua a alimentá-lo.” A onda vaga da mão de Lawler disse a Bobby ele descontava essas questões. Lawler acariciou o barril amorosamente. "Radu usava o sangue e o coração de seu irmão e seu pai para criar este vinho. Ele usou seu próprio sangue para evocar o demônio para ungir o vinho."Lawler fez uma careta por cima do ombro de Bobby, mas logo voltou a olhar para o barril. Bobby tinha que manter a atenção de Lawler longe de quem estava chegando. Ele decidiu usar o tempo para obter algumas respostas mais, fora do louco. "Lattimer?" Lawler bufou. "Ele se imagina o arquivista dos Cavaleiros Paiderastia. Amador é o que ele é. Seu namorado encontrou mais de nossos artefatos, do que Lattimer fez." "Não. Mavis tentou me chantagear. Ela tinha descoberto aquilo do 'clube' que seu pai e eu pertencíamos. Ela ficou revoltada, mas não estava indo para seu pai para conseguir o dinheiro. Veio até mim e ameaçou contar à minha esposa, se não lhe desse centenas de milhares de dólares." Ele balançou a cabeça. "E você não quer que sua esposa saiba. Por que simplesmente não pagá-la?""Acho que você não precisa se preocupar com os homens.” Bobby confessou."O que você está falando?" "Cuidado de mim?" Lawler riu. "Como é que você vai fazer isso? Ninguém sabe onde você está." "Phillip ficou em pânico quando viu você. Ele queria mais dinheiro para sair."A expressão perplexa do Comissário, pegou Bobby de surpresa. "Uma vida melhor? Sendo o joguete de um bando de velhos nojentos? Tenho certeza que você acha que ele deveria ter sido grato, por você deixá-lo viver tanto tempo, quanto deveria."Bobby engoliu em seco, não querendo vomitar tudo sobre si mesmo, enquanto estava em cativeiro. Bem, a menos que pudesse projetar tudo sobre o Comissário. O desgraçado merecia ser coberto de vômito na medida em que Bobby estava na causa. Esse febril olhar construído nos olhos de Lawler e Bobby percebeu que o vinho estava começando a retroceder dentro, Deus esperava que Jablonsky e os outros aparecessem, antes de Lawler decidir que beber o sangue de Bobby não seria tão ruim assim. Certamente não era puro, considerando todo o álcool que tinha consumido ao longo dos anos, mas ainda assim, o sangue era sangue. "Por que você despejou Phillip no beco atrás do clube?" "Ela não sabia." Manteve-se atento a Nik com o canto do olho. Bobby não queria fazer nada para que Lawler percebesse a presença de Nik. "Segui Vanderlist sozinho. Sabia que havia algo que estava faltando. Somente não consegui descobrir o quê." "Eu os matei ali. O olhar em seus olhos foi inestimável, quando perceberam o que estava fazendo. Cortei as gargantas e bebi de suas jugulares, enquanto sangravam. O sangue fresco é mais emocionante do que o vinho mais caro."Nik colocou o ouvido na porta, enquanto Bobby tentou manter Lawler falando. Ao entrar no prédio, encontrou um cano de metal fino. Nik duvidava que o peso fizesse muito mal, mas alguma coisa estava melhor do que nada. Se tivesse sorte, poderia distrair o Comissário tempo suficiente para Bobby se libertar. Distrair Lawler já não era uma opção. Ele olhou por cima do ombro. Onde diabos estava Jablonsky? "O que você espera ganhar por beber o vinho? Quero dizer, é uma alta para você matar pessoas inocentes?" Bobby pediu Lawler. Nik podia dizer que o Comissário estava tendo muita dificuldade de concentração pela expressão no rosto do homem. "Você está louco.” Cuspiu Bobby. "Então, quais são seus planos para mim?" Bobby perguntou. Vou mostrar o meu poder de Cavaleiros derrubar um membro da aplicação da lei. Isto vai provar a eles, que ninguém está além do meu alcance. Tinha planejado originalmente um pequeno show para os meus irmãos que envolve um dos meninos do nosso estável convívio, mas isso vai ser muito melhor. Somente queria que houvesse tempo para convocar o governante."Dentro do quarto, Lawler começou puxando itens fora do armário grande e deitou-os na cama. O manto de cetim azul meia-noite com capuz, fez Nik nervoso, mas não tanto quanto o branco Lawler realizou-se na frente de Bobby."Eu estou indo para desbloquear um de seus punhos, mas não tente nada estúpido." Nik olhou por cima do ombro para Jablonsky. Ele sabia que era o momento perfeito para um tentativa de resgate. Jablonsky assentiu e Nik deu um passo para o lado. Incapaz de ver na sala sua posição, Nik fechou os olhos e esperou pelo melhor.Nik encolheu com dois tiros. Ele cobriu o rosto com as mãos tremendo, enquanto esperava por um som de Bobby."Bobby?" Indiferente ao perigo potencial, Nik empurrou Jablonsky e entrou repentinamente no quarto. Lawler estava à esquerda de Bobby com um tiro no peito, mas não se importava. Soltou o tubo inútil que estava segurando "Bobby?" Ele caiu de joelhos na frente do homem que amava. A cabeça de Bobby pendia para frente e Nik começou a inclinar. A mão de Nik alisou os lados do pescoço de Bobby. "Tire essas algemas dele!" "Bobby, querido? Acorde." Passou a mão em um ligeiro recuo. Tirando a sua própria camisa, Nik segurou-a na ferida. "Eu não acho que isso é tão ruim quanto parece." "O que...""Lawler..." "Você viu isso?" Com as mãos livres, Bobby caiu para frente da cadeira e contra o peito de Nik. O peso de um homem muito maior sentia-se como o céu para Nik. Ele continuou a pressionar com a camisa amarela, contra o feridas Bobby. "Amo-te." Bobby gritou entre os dentes cerrados. "Vai buscá-los. Diga-lhes que se apressem." Bobby deu o melhor sorriso que conseguiu reunir. "Vai ficar tudo bem. Você precisa ficar acordado por mim." "Nada disso.” Nik disse, cortando Bobby."Eu vou." Nik se virou e escondeu o rosto contra o peito de Jablonsky. "Eu não posso perdê-lo."  "Então o que a garagem disse?""Vai ser um mês antes do Camaro ficar pronto." Ele murmurou não feliz sobre ficar sem transporte. "É só um mês. Não tinha tanto dano."Foi, assim, que Nik pela milésima vez, se desculpou por bater o carro de Bobby. "Mas é o seu carro dos seus sonhos." Nik protestou, mas a voz dele suavizou, quando Bobby lambeu uma linha ao longo de sua jugular. "Espere." Nik colocou as mãos sobre o peito de Bobby e empurrou alguns centímetros. "Não levante. Os médicos poderiam ter deixado você voltar ao trabalho na segunda-feira, mas eles ainda não querem que você estique aquela ferida, até que esteja completamente curada." "Pare com isso." Nik deu um tapinha na bochecha dele. "Pensar sobre Lawler. Nem quando estávamos prestes a mudar esse show no quarto."Nik engoliu e ele não conseguia fazer o seu trabalho com a língua. Bobby teve piedade de seu amante, pegou a mão dele, e o arrastou pelo corredor até seu quarto. Nik ficava muito preocupado sobre suas ataduras e fazendo Bobby ter certeza que não excedia a si mesmo, mas tanto quanto resmungou sobre isso, foi bom ter alguém cuidando assim dele. Um riso ameaçava romper da boca à velocidade que Nik mostrou despir e voar em cima da cama. Bobby somente podia pensar em agradecer a Deus que eles mantiveram a lubrificante perto, porque não queria tomar o tempo para procurá-lo. Malvado era a única palavra que Bobby poderia usar para descrever a expressão no rosto de Nik, quando seu amante lambeu os próprios dedos e se inclinou para o círculo em torno de seu buraco."Você não foi específico sobre o que devia tocar." Nik fechou os olhos com um bem-aventurado suspiro, quando os dedos dele afundou em sua bunda. A coroa do pênis molhado de Nik roçou o queixo de Bobby. Organizando sua cabeça, Bobby abriu a boca e levou a Nik, chupando duro com cada impulso.Bobby não estava disposto a desobedecer ao comando. Ele saiu do pênis de Nik com um gole e fez um gesto com a mão livre para os travesseiros.Nik cavou debaixo dos travesseiros, buscando o tubo, enquanto Bobby continuava a esfregar a glândula de Nik com os dedos enquanto esperava.Ele abaixou a mão batendo em Nik para agarrar o tubo, antes de Nik acertá-lo com ele."Por favor." suplicou Nik com sua voz e cada centímetro do seu corpo. O pênis de Bobby foi duro o suficiente para pressionar Nik no colchão. Ele estremeceu quando espalhou o lubrificante sobre seu comprimento. Ele jogou o tubo em cima do ombro, não importando onde caísse."Maldição." Bobby inclinou a cabeça, apoiando no ombro de Nik por um momento, enquanto recuperava o seu controle. Ele esperava um pouco mais de sutileza para ir a Nik como um alce em época de acasalamento. "Não, amor. Às vezes fazendo amor com você é como voltar para casa e tirar o meu fôlego.""O que eu disse?" "Então, sou eu" Gemidos ofegantes ecoou pela sala. Pressão construídas ao longo da coluna de Bobby, reunindo na base e suas bolas apertando ao seu corpo. Nik cerrou trecho interno em torno do pênis de Bobby, ordenhá-lo como o clímax de Bobby quebrou. "Deus!" "Ompf."Bobby rolou para o lado, mantendo uma mão no peito de Nik. Seus batimentos cardíacos diminuíram e igualou-se com a sua respiração, acalmando bem. Sorrindo, Bobby olhou para o teto. Depois de alguns minutos, Nik saiu da cama e foi para o banheiro. Quando voltou, limpou Bobby, antes de jogar o pano em um cesto de roupa suja nas proximidades.Nik tinha outras idéias. "Sim." Bobby rolou para o lado e apoiou a cabeça sobre a mão para olhar Nik. "Ele disse alguma coisa sobre o Professor Lattimer ou a sociedade?" "E os outros?""Jablonsky tem fotos e os nomes de todos os homens que se apresentaram para essa reunião. Eles vão manter os membros da sociedade sob vigilância. Se eles fizerem alguma coisa errada, nós estaremos lá para tirar suas bundas para cima.""Não, não. Lawler matou os quatro deles e Thompson matou os outros. Nós não temos nenhuma prova de que eles não fizeram nada para a estabilidade dos meninos que Lawler falou. É terrível e horrível para os meninos, mas é um fato lamentável do nosso sistema de justiça. Nós não podemos prendê-los por boatos." Bobby acariciou as costelas de Nik.Bobby deu um beijo na bochecha de Nik. "Eu sei que é amor, mas é um fato da vida. Nós faremos o que pudermos para pegá-los se fizerem algo ilegal e colocá-los na cadeia. Confie em mim. Caras como esses não mudam suas listras."Ele pressionou um dedo aos lábios de Nik. "Vamos falar de outra coisa. Quem é que vai morar com quem?""Você não estava esperando por isso? Inferno, Nik, eu praticamente moro aqui desde que fui baleado. É faz sentido vivermos juntos. Estou pensando em gastar uma grande quantidade de tempo com você, e odeio dormir sozinho. Por que manter dois lugares? Podemos combinar nossas coisas."Finalmente, ele não agüentava mais. "Que diabos está para pensar?""Merda. Isso significa que tenho de andar no maldito metrô, até o meu carro ficar pronto." Bobby fez uma careta. "Querido, pegaria o metrô até Albany, se isso significasse que poderia dormir com você todas as noites." Nik o beijou. "Eu vou chamar Jablonsky e ver quando posso levá-lo para me ajudar." "Eu amo você." Ele sussurrou no ouvido de Nik. "Sim. O mundo está estranho com isto. 

  • Ele fechou os olhos e sua respiração sincronizada com Nik, até que ambos caíram no sono.
  • "Eu te amo assim, Detetive Marks. Quem diria que o vinho destinado a Vlad Dracul poderia trazer duas pessoas tão diferentes juntas?"
  • Ele se aconchegou perto de Nik e suspirou. Deus, como adorava a sensação de Nik ao lado dele e parecia que iria começar a ter o homem que amava sempre.
  • "Oh, nós podemos esperar até que seu carro fique pronto. Dessa forma, você não teria que pegar o ônibus ou qualquer coisa." Nik olhou desapontado com o pensamento de Bobby não se mudando na hora.
  • Nik disparou para os braços de Bobby e cobriu o rosto com beijos. "Claro que sim, eu vou morar com você. Na verdade, acho que você deveria morar comigo desde, que sou dono desta casa. Você provavelmente não tem material, tanto quanto eu faço também. E minha casa é mais perto da universidade."
  • Nik pareceu pensar sobre isso, e Bobby tamborilou os dedos sobre a barriga de Nik.
  • "O quê?" Surpresa correram pelo rosto de Nik.
  • "Eu só..."
  • “Isso não é justo.”
  • "Porque você não pode prendê-los agora?" Nik parecia indignado. "Machucam os rapazes. Eles tiveram uma mão em matar aquelas pessoas."
  • "Eu não te disse isso antes?" Ele franziu a testa, enquanto pensava sobre o que seu parceiro tinha dito mais cedo.
  • "Lattimer ainda está faltando. Eles concluíram a pesquisa de sua casa, mas não há nada. Não tanto quando um pedaço de papel para indicar onde ele foi."
  • "Por quê?"
  • "Você falou com Jablonsky mais cedo hoje?"
  • Eles caíram debaixo dos cobertores aninhados. Parecia um bom tempo para um cochilo.
  • "Desculpe."
  • O sêmen de Nik pintou o estômago e as mãos, enquanto Bobby tremia e desabava em cima de Nik.
  • "Foda.” Bobby gritou, enterrou seu pau tão profundo dentro de Nik quanto podia e congelou, inundando a bunda de Nik com seu esperma.
  • "Nik." alertou.
  • Bobby subiu as pernas de Nik sobre seus braços e começou a bater na bunda de Nik. O cheiro salgado do suor e sexo enchia o ar junto com a batida constante de pele contra pele. Nik segurou com uma mão contra a cabeceira da cama para não bater a cabeça nela. O outro envolveu em torno de seu pênis, em ritmo de bombeamento, com golpes de Bobby.
  • "Nada." Nik empurrou a cabeça para baixo e Bobby esmagou os lábios em um beijo rápido, antes de deixá-lo ir com um tapa na sua bunda. "Mexa-se, amigo. Eu me sinto mal por gozar."
  • Nik inalou nitidamente e Bobby olhou para ele, surpreso ao ver lágrimas nos escuros olhos verdes dele.
  • Nik passou as mãos para cima e baixo e para trás de Bobby, ondulante, incentivando Bobby se mover. "Você está bem? Você não se machucou?"
  • Ajoelhado entre as coxas de Nik, Bobby posicionou seu pau na entrada e Nik empurrou para frente, um explosivo gemido rasgou, quando enterrou as bolas profundamente no canal de Nik.
  • "Obrigado."
  • "Aqui."
  • "Lubrificante."
  • "Oh Deus." Nik gemeu. "Bobby, em mim agora."
  • Bobby subiu na cama, rastejando até onde as coxas de Nik esparramavam e seus dedos se moveram dentro e fora de seu buraco. Bobby pressionou seu próprio dedo com Nik, esticando seu amante. Logo quatro dedos brincavam e jogavam, colocando Bobby louco quando Nik levantou seus quadris.
  • "Merda." Sua camisa bateu no chão com seus jeans e sua cueca seguindo de perto.
  • "Toque-se.” Ele ordenou, enquanto desabotoava sua camisa.
  • Abrindo a porta, apontou para a cama. "Fique nu e sobre a cama."
  • Durante o tempo que se recuperou de seus ferimentos, passou a maior parte do seu tempo na casa de Nik.
  • Ele piscou os olhos, mesmo quando tentou ser sério. "Tem certeza de que estava indo para o quarto? Talvez estivesse indo para dobrá-lo sobre o sofá e foder essa bunda bonita."
  • "O quê?"
  • Ele franziu a testa, mas não discutiu. Nik tinha sido como uma mãe galinha, enquanto se recuperava da ferida de bala que Lawler lhe deu. Bobby não podia deixar de ficar emocionado, quando soube que Jablonsky tinha matado Lawler. O homem merecia pior do que ser baleado por tudo que tinha feito. Tinha tentado em várias ocasiões, explicar o flash de luz que testemunhou quando Lawler foi baleado, mas Nik e os médicos lhe diziam que era porque também tinha acabado de ser baleado. Quanto mais pensava sobre as coisas que Lawler disse sobre a besta dentro dele, mais se questionou sobre o que viu no último segundo, antes que o homem morresse.
  • "Claro, que era o meu carro dos sonhos e me fez feliz por um tempo, mas não tão feliz quanto você vai me fazer para o resto de nossas vidas." Dobrando Bobby começou a varrer Nik em seus braços.
  • "Ah, pare de dizer que está arrependido, querido. Prefiro ter você inteiro a ter se ferido ou mortos." Ele acariciou a pequena área triangular na base da garganta de Nik. "É apenas um carro. Não é tão importante para mim como você é."
  • "Sinto muito."
  • O tom de voz hesitante de Nik chamou sua atenção. Ele se virou para olhar para o seu amante, equilibrado nervosamente na entrada da sala. Passeando pelo quarto, cercou Nik pela cintura e arrastou o homem esguio apertado contra ele.
  • Desligando o telefone, Bobby olhou para ele por um minuto, até Nik falar.
  • Jablonsky pareceu hesitar por alguns instantes, antes de envolver seus braços em volta de Nik. "Você não vai. Bobby é um duro filho da puta."
  • Jablonsky explodiu de volta para a sala com vários policiais e paramédicos. Jablonsky segurou Nik pelos ombros, quando o pessoal da emergência começou a trabalhar em Bobby. "Ele vai ficar bem."
  • “Há uma reunião aqui. Diga Jablonsky."
  • "Se eu não fizer isso..."
  • Jablonsky saiu correndo da sala.
  • Nik ouviu as sirenes em primeiro lugar. "Eles estão aqui." Sem tirar os olhos de Bobby, falou para Jablonsky.
  • O cheiro de sangue ameaçava esmagá-lo, mas se manteve em pé pelo amor de Bobby. "Eu te amo." Ele sussurrou ao homem em seus braços.
  • "Está morto." Respondeu Jablonsky, destravando a algema restante.
  • "Shhh, não fale. Uma ambulância está a caminho."
  • Bobby fez um som de gemidos, dando esperança a Nik. "Bobby?"
  • Ao telefone, Jablonsky avançou e encontrou as chaves de onde tinha caído para o chão.
  • "Não!" Jablonsky gritou. "Ele foi baleado no pescoço."
  • Ele podia dizer pela expressão no rosto de Jablonsky que não era bom. "Ele está mal."
  • "Ligue para 9-1-1." Jablonsky ordenou da porta.
  • "Lawler!" Jablonsky gritou. "Você está preso. Abaixe a arma. Coloque a arma para baixo! Agora!"
  • Lawler puxou um conjunto de chaves do bolso e caminhou em direção Bobby, arma na mão.
  • "Não posso imaginar nada mais bonito que o vermelho do sangue contra a pureza deste manto." Lawler ficou alegre em suas divagações.
  • Um barulho chamou a atenção de Nik. Ele gesticulou a Jablonsky. Armas o deixava nervoso, mas ele quase caiu de joelhos em agradecimento, quando o localizou na mão Jablonsky.
  • "Você?" Lawler riu. "Há uma reunião muito especial a ser realizada aqui nesta noite.
  • Lawler sorriu. "Talvez, mas o mesmo poderia ser dito sobre os homens mais poderosos da história."
  • "É muito mais que um nível elevado. É a coisa mais próxima do total autoconhecimento que eu encontrei. Para se livrar de todas as inibições. Para finalmente chegar ao lugar onde você está no controle total de pessoas ao seu redor." Lawler balançou a cabeça. "Quem precisa de um Deus no céu, quando você se sente como um deus na terra? Eu sou o que é Deus, e logo toda a cidade vai se curvar diante de mim."
  • "A alta?" Lawler parecia pensar sobre a questão.
  • Nik decidiu manter sua posição até que chegasse o reforço, ou sentisse uma ameaça iminente dirigido a Bobby. Sabia que Bobby tinha conhecimento da sua presença. Se nada mais, seu amante sabia que não estava sozinho.
  • Quando olhou no covil do perverso, percebeu as algemas nos pulsos de Bobby. Merda.
  •  
  • "Era os últimos dois corpos que doaram a mim. Eu devia ter tido certeza de saber onde Vanderlist estava, antes de matá-los. Mas eles pareciam tão sedutores, e podia ouvir o sangue correndo por suas veias." O comissário assentiu com a cabeça para a cama no meio da sala.
  • "Eu sabia que você estava interessado em Vanderlist. Ao colocar pistas em lugares que gostaria de chamar sua atenção para ele, poderia garantir que não iria olhar o meu caminho." Lawler riu. "Claro, não sabia que você estava realmente seguindo o homem. Sua tenente nunca me disse isso."
  • Uma cabeça espiou ao redor da moldura da porta e Bobby quase gemeu de medo. Foda-se, era Nik. Pensava que seu amante era inteligente o suficiente para não entrar e esperar por Jablonsky. Balançou a cabeça. Bobby devia ter sabido que Nik não ia esperar, mas por que a coragem de seu amante tinha que aparecer agora?
  • "Os outros dois eram os mesmos. Você não entende quanto o sangue poderoso pode fazer por você. Quão forte e invencível quando está com ele correndo em suas veias."
  • "Eu tomei o seu sangue, porque, ao contrário de Mavis, foi viciada por drogas e álcool. Puro sangue é maravilhoso e contagiante."
  • "Arruinou sua vida? Como fiz isso? Ele já estava vendendo a si mesmo na rua, quando o encontramos. Nós o levamos em nossa ala e demos uma vida melhor. Ele teria sido morto muito antes de eu terminou com sua vida."
  • "Em vez de apenas dar-lhe e deixá-lo desaparecer, você cortou sua garganta e bebeu seu sangue. Depois que arruinou a sua vida, você teve que partir a dele também."
  • "Você nunca sabe sobre isso. Por que você matou Phillip e as outras crianças?"
  • Bobby deu de ombros. "Nós temos uma lista do leiloeiro de homens que foram convidados a participar no leilão dos barris. Sabemos que todos esses homens são membros de seu clube patético. A polícia vai ir atrás deles, uma vez que nós temos cuidado de você."
  • Lawler virou para ele e estava feliz que não encarou a porta, para quem estava vindo pelo corredor, não seria visto por Lawler.
  • "É o dinheiro da minha esposa. Casei com uma mulher cuja família é no valor de milhões. De qualquer forma, teria que lhe dizer, e eu não vou comprometer minhas chances de governador e chatear a minha mulher ou os homens na sociedade comigo."
  • "A besta precisava ser alimentada de qualquer maneira, então percebi por que não deixá-lo seguir seu caminho com ela."
  • "Por que você matou todas essas pessoas? Era só por seu sangue?"
  • "O que o Professor Lattimer têm a ver com isso?"
  • Um arranhão veio do corredor e Bobby preparou seus pés contra o chão, empurrando sua cadeira em frente ao concreto, tentando esconder quem estava vindo pelo corredor.
  • "Vlad ficou sem vinho. Acredito que um servo roubou as outras garrafas e desertou Vlad. Você não consegue entender. Radu fez este vinho. É sua alma que tocou e tingiu a bebida com o poder dos Cavaleiros."
  • "Sério? E como foi que mataram Vlad, porque tenho certeza que ele não é nada, mais que cinzas agora."
  • "Que porra é essa besta que vocês falam?"
  • O sarcasmo parecia perdido em Lawler.
  • "Sim. Tenho certeza que você já ouviu falar de Vlad Dracul."
  • "A besta?"
  • Lawler puxou um barril exatamente como aquele encontrado na casa de Thompson. A forma como o comissário lidou com isso disse a Bobby, que Lawler sabia o que tinha em suas mãos. Não é apenas o valor histórico do objeto real, mas a importância do líquido no seu interior.
  • "O que você está bebendo?"
  • Bobby não poderia manter seu riso de desdém da descrença se rompendo.
  • Ele não vacilou ao bater com as costas da mão de Lawler.
  • Ele ergueu-a para Bobby estudar. Bobby fez uma careta, quando reconheceu o selo na parte dianteira do frasco.
  • Bobby assistiu Lawler tirar um frasco do bolso e saborear a partir dele. "O que é isso?"
  • "Mavis Vanderlist, Phillip Cochran, e os dois outros meninos." Raiva surgiu nele, quando chegou à conclusão que Lawler não lembrava os nomes de suas vítimas.
  • "Por que você os matou?"
  • Encaixar as algemas em seu pulso, Bobby teve sua mão direita preso ao braço da cadeira. Quando isso foi feito, Lawler se aproximou e pegou o pulso esquerdo de Bobby. Bobby puxou, testando os punhos e percebeu que não iria a lugar algum no momento. Esperava que Nik tivesse chamado Jablonsky, e seu parceiro iria descobrir uma maneira de tirá-lo de lá.
  • "Eu não sou um cachorro."
  • Bobby lutava com seus pés, fazendo o máximo para empurrar a dor, e olhou ao redor. Choque o acertou. Era o mesmo tipo de quarto que Thompson tinha em sua casa. Uma cama ocupou a posição de destaque no meio da sala, como um altar. Um armário contra uma parede. Bobby não queria pensar sobre o que estava naquele gabinete.
  • Dor o queimava, quando Lawler agarrou seus cabelos e empurrou sua cabeça para trás. Ele olhou nos olhos febris do homem.
  • "Não me bata de novo."
  • "Abra os olhos."
  • "Bastardo."
  • "Você não entende."
  • "Mostra um pouco de respeito, quando você fala comigo." Lawler bateu no rosto de Bobby.
  • "Vamos lá. Você trouxe tudo isso por si mesmo, Marks. Se você tivesse mantido apenas o nariz para fora de tudo, eu não teria que fazer isso." Lawler balançou a cabeça.
  • Bobby tocou na cabeça e seus pés não estavam obedecendo a sua mente. Deus, quem saberia que Lawler o golpearia com sua arma? Deveria ter pensado nisso, antes de tentar fazer a sua jogada.
  • "Eu tenho que ajudá-lo." Quando pulou para fora do carro, ouviu Jablonsky gritando com ele, mas não se importava.
  • Nik assistiu quando Lawler entregou as chaves a Bobby do edifício. Bobby olhou para a rua em direção a Nik e deu um aperto de leve de cabeça. Bobby destrancou a porta, mas ao invés de abri-lo, virou com as chaves ainda na mão.
  • "Sim, sim, sim." Nik parou na calçada e desligou o motor. "Tenho cerca de dois quarteirões de distância. Eles estão ficando fora do carro. Há um sinal, velho e surrado sobre o edifício que diz Fontelli’s Fresh Fruit[16]."
  • Nik duvidava que jamais entrasse em outro carro de novo, enquanto vivesse. Ele gritou mais direções para Jablonsky. "Espere um minuto. Ele está desacelerando em frente a uma fileira de prédios."
  • Um carro saiu do nada e cortou a frente do Camaro, fazendo o veículo dar uma rodada. A vida de Nik passou diante dos seus olhos, antes que pudesse conseguir obter o Camaro parado.
  • "Bem, chega logo e foda-se. Deixe-me sair desse carro!"
  • "Estamos a atravessar para o Queens."
  • "Você ainda pode dirigir?"
  • "Que diabos foi isso?"
  • "Ele está virando a leste outra vez". Nik deu Jablonsky à rua. "Oh merda, eu quase bati em alguém."
  • Nik gritou, quando um táxi quase bateu no carro de Bobby. "As pessoas são loucas!" Ele fez o seu melhor para manter o Jaguar em sua mira. "Eu acho que Bobby sabe que estou seguindo. Ele não está dirigindo em sua forma habitual imprudente."
  • "Uhh, a leste. Esbarra na Quinta Avenida.” Por favor, não vire à esquerda. "O Jaguar azul virou à esquerda, como temia. Ah, foda-se porque é que tinha que ir até a Quinta Avenida?"
  • Merda, merda, merda. Ele quase entrou em pânico, quando teve que passar o seu primeiro carro que se aproximava. Fique no seu próprio lado da rua, Nik.
  • Nik ligou o potente motor. Quando colocou o carro em movimento, tentou acalmar a sua respiração. Ele não faria qualquer coisa para Bobby surtar, antes mesmo de aproximar-se dele.
  • Fazer o meu melhor. Certo. Nik saltou dos arbustos e correu para o Camaro. Ele ficou atrás do volante em busca de uma maneira de puxar o assento para frente. "Estou colocando você no alto-falante. Isso vai ter toda a concentração que eu tenho."
  • "Não dirijo", ele admitiu finalmente. "E eles estão se afastando."
  • "Siga-os."
  • "Você está no carro de Bobby, certo?"
  • "Porque seria tentado a fazer a mesma coisa, mas você está desarmado e sem formação."
  • "Fique onde está. Nem pense nisso.” Resmungou Jablonsky no telefone.
  • "Merda!" Nik correu para se esconder nos arbustos, quando localizou Bobby e Lawler saindo da casa. "Eu não acho que Bobby tem muito tempo. Lawler o está levando no seu carro com uma arma."
  • Nik passeou na frente da casa, não tenho certeza se ele podia salvar o dia, ou fizer a coisa certa e esperar por Jablonsky.
  • "Espera aí. Desacelera. Porque ele está na casa de Lawler?"
  • "Jablonsky."
  • "Bobby? Você está aí?" Nik puxou o telefone longe de sua orelha e olhou para o mostrador. "Merda!" Eles tinham sido desligados.
  • "Bobby"?
  • "E se estivermos errados? Isso pode significar a sua carreira."
  • "Jablonsky?"
  • "Bobby"?
  • Nik revirou os olhos. "Não. O carro para a direita na foto é de Lawler. Estou quase certo."
  • "Eu estava passando as fotos que tirou de Vanderlist. Eu comecei a observar o que você teve com um close-up, da bunda de Vanderlist."
  • "Sou eu. Você não vai acreditar o que eu descobri."
  • Ele mexeu o seu novo telefone e um soco no número de Bobby.
  • Um pouco de azul na foto tinha sido pego, Nik pegou para examiná-lo mais de perto.
  • Ele não sabia nada sobre o comissário, mas estava desgostoso com o homem. Quando voltou para o Camaro, começou a pensar em tudo o que Lawler poderia fazer com o dinheiro que gastou no carro frívolo, nada mais era que uma extensão de um pau na opinião de Nik. Correu para o assento do passageiro, seu olhar foi para a foto da bunda de Vanderlist mais uma vez.
  • Balançou a cabeça enquanto andava pela calçada em frente à mansão do Comissário. Nenhuma rachadura, nada estragado. Bastardos ricos.
  • "Bem, passou dez minutos. E agora?"
  • Ele colocou a imagem ao lado, duvidando que Bobby quisesse que os outros soubessem que tinha tomado tal tiro de um dos homens mais ricos da cidade. Nik colocou a relação de fotos contra a lista de placas com cuidado. A implicação de ter um carro em uma das fotos era importante demais para estragar um dígito.
  • Só, Nik levantou o arquivo de fotografias. Ele examinou cuidadosamente eles com Bobby mais cedo, mas percebeu que podiam não ter anotado tudo. Olhou em volta para ter certeza que Bobby estava fora de vista e colocou os pés em cima do painel. Deu uma risadinha para si mesmo, sentindo como uma criança malcriada.
  • "Sou eu. Você não vai acreditar o que eu descobri."
  • Antes de Bobby pudesse responder, o telefone tocou.
  • Ok, então ele estava mentindo. A pasta com as fotos que estava no carro com Nik, mas cada instinto Bobby tinha gritado para não dar essas imagens. Não era que ele não podia fazer mais cópias ou coisa parecida. Câmeras Digitais teve uma série de vantagens sobre cinema. Havia algo nos olhos de Lawler que deixou Bobby nervoso.
  • "Eu gostaria de ver essas fotos que você tem." Lawler descansou seu quadril em sua mesa e tirou um frasco de seu bolso.
  • "Em verdade? Fotos?”
  • "Ela fez isso, senhor. Venho fazendo isso no meu próprio tempo. Reinhold Vanderlist não poderia ter assassinado os rapazes, porque tenho fotos dele jantando com dois senadores e um vereador da cidade no momento que os meninos foram mortos."
  • "Eu venho vigiando Vanderlist ao redor."
  • "Oh, minha esposa e filhos saíram de nossa casa de campo no fim de semana. Uma das meninas tem um show de cavalo ou algo assim." Lawler liderou o caminho de volta para um escritório.
  • Batendo na porta, Bobby tentou não saber quanto dinheiro o Comissário fez ou se ele tinha dinheiro de família, porque sua casa era uma mansão. Lawler abriu a porta e gesticulou para Bobby para entrar.
  • "Estarei de volta em poucos minutos."
  • Nik não respondeu, apenas acomodou em sua cadeira, quando Bobby o levou para a casa do Comissário. Bobby estacionou na rua, não querendo bloquear a entrada de Lawler.
  • "Ah." Decepção apareceu no som de Nik.
  • "Quem era?" Nik perguntou, quando Bobby se virou.
  • "Eu estarei lá em alguns minutos."
  • "Sim, senhor."
  • "Hummm... Ok, senhor. Posso ter o seu endereço, e estarei lá daqui a pouco? Tenho algo importante para dizer-lhe também."
  • "Senhor?"
  • "Detetive Marks, sou o Comissário Lawler."
  • "Eu deveria ter deixado a maldita coisa em casa.” Ele murmurou, quando agarrou.
  • "Você está certo. Assistir algo lindo fazendo o que ama e nasceu para fazer. Não existe nada melhor do que isso."
  • "Você acha que qualquer dia é um bom dia para ir ver os cavalos." Brincou Nik.
  • "Obrigado, meu amor."
  • "Sim. Vou ficar bem. Só preciso dormir um pouco.” Murmurou, esperando que pudesse cair de volta para o sono.
  • Quando chegou a casa, tirou a roupa e voltou à cama com Nik. Seu amante aconchegou perto quando passou os braços ao redor do corpo quente de Nik.
  • "Você me conhece bem. Ótimo, me chama e fale dessas placas. Vou esperar. Nós não saberemos nada até segunda-feira."
  • "É sábado. Você realmente acha que quero estar na merda do escritório funcionando para você?"
  • "Não acho que realmente importam como um bando de nojentos se sente sobre seus meninos morrendo. Somente quero parar quem está drenando."
  • “Ninguém sabia quais eram os seus truques, mas parecia ter um monte de dinheiro às vezes e nos últimos dois anos, ele não foi procurar clientes. Eles acham que ficou como confiança de alguém ou algum grupo.”
  • "Jablonsky, Ei. Já com saudades?"
  • Após a partida do carro, aliviou no tráfego em voltar para seu apartamento. Mais dois homens jovens mortos. Tinha que estar profundamente conectados com a sociedade. Mesmo que trabalhasse mais anos do que queria pensar sobre o homicídio, já tinha visto algumas coisas realmente horríveis, o pensamento de uma sociedade com algo de pedofilia perdoada fez a sua pele arrepiar e seu estômago revirar. Nenhum, menino ou menina, deveria ter sua inocência retirada deles assim.
  • "Obrigado."
  • Bobby riu. "Você está certo, mas acho que precisava que sua vida agradável balançasse um pouco."
  • "Ainda está sentindo um pouco violado e tenho certeza que vai demorar um pouco para se sentir completamente seguro. Mas sabe que nós temos que pegar o monstro que está fazendo isso com essas crianças. Nik tem sido muito útil com a coisa toda." Ele raspou a bota no calçada.
  • "Crianças?" Bobby pressionou um punho no estômago, esperando que a náusea não o dominasse fazendo-o parecer como um novato.
  • Jablonsky encolheu os ombros. "Ele não sabia. Foram comprados por empresas de fachada. Vai levar algum tempo para rastrear as diversas empresas e quem as possui."
  • "O ME diz que eles foram mortos na mesma época. Você está certo. Só pode ser pior se não pegar o desgraçado em breve. Conversei com o leiloeiro novamente e disse que foram vendidos três barris."
  • "Ambos? Como poderia ter feito isso, Jablonsky? Onde é que ia tomá-los?
  • "Parece que sim. O mesmo MO. coloca suas mortes em cerca de nove ou dez horas."
  • "Isso não parece bom."
  • "Marks."
  • Jablonsky acenou para ele, mas não se aproximaram. Bobby ficou nas bordas da multidão, não interferindo com os técnicos da criminalidade e os outros detetives vasculhando a cena.
  • As luzes girando dos carros da polícia alertou para qual Beco Bobby tinha para onde ir.
  • "Eu direi."
  • "Mantenha a porta fechada e o seu telefone por perto. Não acho que alguém vai voltar uma vez que têm o que querem, depois de tomar aquele diário estúpido. Se você ficar preocupado, me chame e voltarei." Nik beijou duro.
  • Virou e viu Nik encostado na porta, com um lençol enrolado ao redor de sua cintura.
  • Depois de encerrar a chamada, colocou o telefone na mesa, enquanto colocava sua camisa. Checou sua arma antes de deslizar em seu coldre para trás, tendo certeza de sua camisa pendurada sobre o punho. Estava indo para uma parte difícil da cidade, e não queria dar a ninguém a chance de pegá-lo sem a sua arma.
  • "Harlem". Jablonsky deu o endereço. "É um beco atrás de um motel ‘pague-por-uma-hora’."
  • "Eu não sou um novato, Jablonsky. Sei como me certificar de que não sou visto por ninguém que poderia dizer ao Comissário." Bobby inclinou e beijou Nik. "Eu vou chamar você quando estiver no caminho de volta."
  • Ele puxou sua calça jeans, meias e botas. "Onde estou indo, Jablonsky?"
  • "Isso significa que ele atacou novamente, não é?" Nik sentou, arrumando os cobertores em torno de sua cintura.
  • O estouro da maldição de sua garganta fez Nik rolar e olhar para ele.
  • "Eles acharam mais dois corpos."
  • “O que você quer? Duvido que chame para descobrir o que estou fazendo.”
  • “Estou de férias, Jablonsky. Não tenho que levantar em uma hora abandonada da noite significa que posso ficar acordado fazendo outras coisas.”
  • Ele riu quando respondeu a chamada.
  • "Ei, querido, você tem que atender." Nik empurrou suavemente para longe dele antes de atender ao telefone no criado-mudo.
  •  
  • "O quê?" Bobby puxou Nik para trás até que eles estavam deitados lado a lado. "Eu salvo a vida das pessoas, completos estranhos. Que tipo de homem seria se não fizesse tudo ao meu alcance, para salvar o homem que amo?"
  • "Então o que é? Posso dizer que algo está o incomodando."
  • Ainda estava na mesma posição, quando Bobby voltou para o quarto. Seu amante começou a se despir. Com o jeans empurrado para baixo para as coxas, Bobby caiu da cama. Ele puxou mais para colocar um braço em torno de Nik. "Querido, tudo bem. Ele foi embora."
  • "Não teria deixado você cair sozinho". Nik beijou Bobby e depositou ele no chão. "Estou indo para ver que tipo de danos tenho. Por que você não voltar para a cama?"
  • "Nós não poderíamos ter provado nada com ele de qualquer maneira. Mesmo que você e eu sabíamos que o negócio real, duvido que Lattimer possa ter provado isso. Além disso, levamos a partir de uma cena de crime, sem entregá-lo."
  • "Então ele entendeu. Mas, não pode roubar o conhecimento que já ganhou com isso."
  • "Provavelmente. O quarto é uma bagunça."
  • "Sim, eu também" Ele não podia admitir para Bobby o quanto isso doía. Lembrou das informações que o seu mentor poderia ter começado a matá-lo. Mas foi a morte de sua amizade que o fez querer romper em lágrimas.
  • Nik assentiu. "Disse a Lattimer sobre o diário, e ficou muito desagradável comigo. Ele o queria. Disse que teria que falar com a polícia sobre isso depois que a investigação estivesse terminada. Algo me diz que ele não queria esperar tanto tempo."
  • Nik tentou controlar seu corpo tremendo, mas logo veio a perceber que não foi o único a tremer. Continuou a prender até que ambos voltassem suas respirações ao normal.
  • "Então você acabou de perdê-lo. Talvez você deva..."
  • "Ele já foi?"
  • As roupas espalhadas em cima dele foram levadas como ele quando foi puxado para o caloroso abraço de sua amante. Nik segurou as mãos nas costas da camisa de Bobby como se mantivesse seu coração.
  • Seus batimentos cardíacos soaram em seus ouvidos, enquanto esperava. Quando a porta do armário foi acionada abrindo, Nik segurou a respiração, e os olhos bem fechados.
  • Nik sentiu no escuro e agarrou a cesta da lavanderia. Ele jogou as roupas sujas e tentou se enterrar sob elas. Por favor, deixe esse trabalho. Tinha se apaixonado pela primeira vez em sua vida e não estava...
  • Nik ouviu um estrondo na sala de estar e uma maldição alto. Quem quer que fosse não se importava se era ou não ouvido. "Você ouviu isso?"
  • Colocando a mão sobre o telefone, ele sussurrou. "Eu acho que o professor Lattimer pode estar por trás da invasão."
  • "Eu vivi alguns anos nesta cidade, cercado por milhões de pessoas e nunca esperei encontrar alguém como você. Você é a melhor coisa que já aconteceu comigo, e vou ser amaldiçoado se vou deixar um ladrão levar você longe de mim."
  • "Eu também te amo. Ouça, vou colocá-lo no alto-falante, assim você sabe que não está sozinho. Não diga nada apenas fique tranqüilo, quanto humanamente possível."
  • "Eu sei que você está, bebê. Basta segurar a linha aberta. Não fale mais, ok?"
  • "Entre no armário e fique lá. Estou a caminho."
  • "Você pode sair?"
  • "Ei, querido."
  • Quem estava quebrando, estava fazendo a partir da aterrissagem da pequena escada de incêndio fora da cozinha. Ele subiu de volta para o quarto, pegando seu telefone e correu.
  • Nik deixou-se cair no sofá e ligou a televisão. Não tinha certeza do que observava, sua mente estava ocupada em outro lugar. Finalmente, às onze horas, desistiu e foi para a cama. Pensou em chamar Bobby, mas eles não haviam discutido os procedimentos do telefone em uma emboscada. Com a sorte que tinha tido, ultimamente, Nik provavelmente chamaria na hora errada e Vanderlist alertaria a presença de Bobby.
  • Nik recuou e segurou o telefone longe de sua orelha. Por que de repente sentia-se como se tivesse acabado de receber uma palmada, e não do tipo bom? "Eu vou falar com você mais tarde, professor."
  • Ele questionou se deveria falar ao professor, mencionando a lista de nomes que Jablonsky havia descoberto. Estava pensando, quando George falou novamente.
  • "Bobby não é a minha principal preocupação no momento. Esse diário pertence a um museu."
  • "Você o entregou à polícia!" George gritou com raiva.
  • "Quero ver o diário.”
  • "E?"
  • Merda.
  • Nik assentiu. "Isso faz sentido."
  • "Professor, Oi. Espero que vocês tenham notícias para mim." Nik não tinha dito ao professor sobre o diário, mas tinha falado com Bobby sobre ele, e ambos concordaram que se fosse necessário, trazer conhecimentos ao professor poderia.
  • Nik estava ocupado limpando a cozinha quando seu celular tocou. Secou as mãos e correu para a sala, pegando o telefone da mesa do café. "Olá?"
  • "Uh huh. Lembre-se que quando você estiver sentado no carro sem ninguém para sugar seu pênis."
  • "Eu vou." Nik enterrou o rosto no pescoço de Bobby e inalou. "Eu vou sentir sua falta."
  • Nik levantou-se e ajeitou a ereção. "Os sacrifícios que faço para a segurança das pessoas."
  • Nik aconchegou contra o peito de Bobby. "Você sempre faz."
  • Nik sabia que não era prático, mas tinha se acostumado com as noites com Bobby. "Eu acho que vou ter que me entreter então."
  • "Tem certeza que você não quer companhia em sua emboscada?"
  • Bobby pôs a mão na parte de trás do pescoço de Nik e o puxou para um beijo. "Você é meu primeiro e único."
  • Rindo, Bobby estendeu as mãos e puxou Nik para baixo. "Tive o carro por muitos anos. Demasiados para você ficar com ciúmes sobre o que fiz ou não fiz nele, com um antigo amante."
  • "Querer é mais parecido com isso. A chupada que você me deu no carro foi apenas uma fração do que o Camaro já viu lá dentro."
  • Nik deu uma risadinha. Bobby adorava ter o seu pênis sugado. Tornou-se um dos seus passatempos favoritos. Eles iam para o sofá depois do jantar, pretendo assistir televisão. A cabeça de Nik geralmente estava ocupada subindo e descendo no colo do seu amante pelo segundo intervalo comercial. Não podia lembrar a última vez que realmente assistira a um programa do começo ao fim.
  • Nik lambeu o molho barbecue de seus dedos, olhando o monte de ossos da costela. "Eu não serei capaz de comer mais nada durante uma semana."
  • Nik desligou e Bobby colocou seu telefone no console entre os bancos. Certifique-se de tomar o seu tempo durante o jantar. Nenhum modo de correr por ele. Queria passar tanto tempo com Nik quanto podia. Era um sinal certo de que estava apaixonado.
  • "Ei, estou a 20 minutos de distância. Vou buscá-lo e podemos pegar o jantar, antes de voltar ao meu posto."
  • "Eu sabia que havia uma razão pela qual me apaixonei por você."
  • Ele sorriu. "Acho que posso fazer isso."
  • "Sim. Infelizmente, a parte inferior do papel foi queimado, por isso estamos perdendo metade os nomes." Bobby ligando pistas. "Lamento sobre esta noite. Apenas uma das vantagens de namorar um policial."
  • A inalação aguda da respiração de Bobby disse que a Nik a importância da lista.
  • "Ok." Decepção soou na palavra de Nik.
  • Nik deu uma risadinha. "Você está certo. Foi um dia normal. Como foi o seu?"
  • "Parece que foi um dia normal."
  • "Como vão as aulas, Professor Radin?" Ele colocou a câmera para baixo no assento do passageiro e saiu com seu carro.
  • "Hey."
  • O telefone de Bobby tocou e quando pegou, olhou para o relógio. Tinha que ser Nik.
  • Vigiar Vanderlist ocuparia seu tempo com Nik, mas esperava que seu amante fosse entender.
  • "Obrigado. Ligo mais tarde, se conseguir alguma coisa que você deva saber."
  • Bobby empurrou ficando de pé, jogando o dinheiro na mesa para cobrir o seu café. Ele e Jablonsky caminharam através da multidão crescente até que estavam fora.
  • "O vinho está causando isso?" Jablonsky não soou como se acreditasse.
  • "Você viu algum desses nomes, Bobby? Alguns homens são muito bem conhecidos por lá. O que aconteceria se essa lista vazasse?"
  • Bobby deu de ombros. "Já vimos isso antes. Mesmo caras ricos matam suas famílias. Ele tem alguns grandes segredos a esconder. E se sua filha descobriu que era um membro da sociedade?"
  • Ele virou para o homem, antes de pegar o papel e passar por cima dos endereços. "Eu vou ter que ir para minha casa e pegar minha câmera."
  • "Realmente não queria gastar meu tempo livre ao redor de Vanderlist." Dobrou a lista e enfiou no bolso. "Você me dá os números de licença para seus veículos e os endereços dos lugares que poderia encontrá-lo?"
  • "Acho que sei o que vou fazer durante as minhas férias."
  • "Faz sentido. Quando apertei o leiloeiro, disse que a pessoa que colocou os barris para venda configurou como um leilão de convite privado. Foi enviado a lista de potenciais compradores. Ninguém mais poderia fazer lance ou foi autorizado a entrar no leilão.”
  • "Sim. Infelizmente, estava em chamas quando cheguei lá, assim que a metade inferior da folha está desaparecida. O que é irritante porque se a pessoa que estamos procurando estiver na lista?"
  • "Bom homem."
  • "Eu não consigo adivinhar."
  • "Você contou a tenente onde obteve as informações sobre à casa de leilões?"
  • Chegaram à lanchonete, ele estacionou.
  • "Você apresentou uma queixa por ser retirado do caso?" Jablonsky balançou a cabeça.
  • "Sim, senhora." Bobby sorriu levemente e deixou seu escritório. Jablonsky estava ao lado do carro de Bobby, quando chegou lá em baixo. Seu parceiro sabia que era melhor não se encostar ao Camaro. Bobby acenou com a mão em direção ao carro.
  • "Ah... acho que três semanas está bom para mim."
  • Ela assentiu com a cabeça.
  • "Entre.” disse ela.
  • "Parece bom para mim. Encontrarei você lá embaixo no seu carro." Jablonsky caminhou da sala, sem olhar para trás.
  • "Não. Basta assinar o meu nome neles. Vou deixá-los fora com a tenente em um minuto."
  • Quarenta minutos depois, saiu do elevador no andar da Homicídios. Acenou para vários de seus colegas detetives, enquanto ia para a mesa. Os formulários corretos estavam no meio da sua mesa. Jablonsky não estava por perto, assim Bobby começou a preencher os papéis para suas férias. No momento em que ele terminou todas, Jablonsky estava de volta.
  • "Eu te amo." Ele murmurou contra os lábios de Nik.
  • "Chame quando tiver terminado o dia, e irei buscá-lo." Ele parou em frente ao prédio histórico.
  • "Sim". Nik pegou o diário cuidadosamente colocando em sua mochila, antes de liderar o caminho para fora.
  • "Eu acho que você é um esnobe e mimado de dirigir o carro de vocês por aí." Brincou Nik.
  • "Não. Eu lhe disse antes, não gosto de você, pegando o transporte público." Limpou o prato e se levantou, levando para a pia onde lavaria antes de colocá-lo na máquina.
  • Depois de tomar um gole de suco de laranja, sorriu. "Estou pensando em tirar minhas férias de certa forma, então vou levar Jablonsky para almoçar. Quero saber se descobriu alguma coisa sobre o leilão e leiloeiro. Isso depois de eu sair universidade, porque não vou deixar você levar aquele diário no ônibus. Não deveria nem estar deixando levá-lo a qualquer lugar. Deveria ter dado para Jablonsky no momento que sabia que você tinha."
  • "Você tem tudo que precisa para suas aulas, ou precisamos parar em sua casa?" Pegou alguns ovos deu uma mordida.
  • "Eu vou estar bem. Posso esperar até que tenhamos tempo suficiente para levá-lo lentamente. Você precisa ficar pronto para o dia."
  • "Bom dia." Deu um beijo sobre a boca de Nik, antes de sair da cama em direção ao banheiro.
  • "Bobby!"
  • Balançando, Nik gemeu quando tomou um segundo dedo. Bobby colocou sua outra mão em torno do pênis de Nik e bombeou ao mesmo tempo com o ritmo de Nik. Deus amava os sons que Nik fazia, quando estava gozando. Um toque de sua mão sobre a parte superior do eixo de Nik reuniu pré-sêmen e o atrito aliviou um pouco.
  • "Umm... sim?"
  • "Tenho aulas hoje." Nik espalhou suas coxas, conforme se balançava na mão de Bobby.
  • "Eu fiz." Nik sentou e esticou, exibindo uma grande quantidade de pele pálida para o olhar de Bobby devorar.
  • Virando a cabeça para a esquerda, reconheceu o escuro olhos verdes de Nik. A carranca marcado na testa de seu amante. Bobby percebeu que o alarme em seu relógio era o culpado. Ele atirou a sua mão para fora, batendo a coisa para o chão.
  • Bobby piscou, olhando para teto do seu quarto enquanto trabalhava para descobrir o barulho que enchia o ar.
  • Um zumbido acordou Bobby no dia seguinte.
  • Nik segurou seu amante quando Bobby ficou rígido e entrou, fazendo com que as réplicas idiota e fanfarrão de Bobby fosse contra ele. Nik passou os dedos pelo cabelo curto, suado na parte de trás da cabeça de Bobby e puxou-o para outro beijo. Com cada movimento de sua língua, exclamou mentalmente o seu amor para o homem em seus braços. Nunca haveria outro amante que pudesse comparar com seu detetive.
  • Bobby chegou acima da cabeça de Nik e agarrou a borda do colchão, quando martelou seu pênis dentro e fora do buraco de Nik.
  • Bobby reposicionou o suficiente para roçar no pau de Nik.
  • Depois de várias estocadas profundas, Bobby removeu as pernas de Nik e deitou em cima dele. Esfregou seus lábios contra Nik por várias passagens antes de ir sobre eles. O beijo foi suave até mesmo quando o pênis de Bobby continuou a assolar o buraco de Nik.
  • Nik sorriu para os olhos de seu amante e passou as mãos sobre o peito ligeiramente peludo de Bobby.
  • Nik tentou acalmar o coração, batendo o suficiente para falar. "Não. Necessitava de tocar em você."
  • Com a mão livre, Nik chegou a voltar para Bobby, precisando de algo do seu amante para tocar.
  • Sua declaração deve ter feito algo para Bobby, porque seu amante aumentou, não só sua velocidade, mas a intensidade de seus impulsos. Naquele momento, Nik não se importava. Estava perdido em sensações além do seu sonhos. Nunca tinha estado com um amante com tal paixão.
  • Constrangido, Nik enterrou a cabeça nos cobertores. Recebeu uma alfinetada no ombro e caricias no pescoço. "Eu me sinto da mesma maneira. Em caso de você estar pensando."
  • O cérebro de Nik estava tão confuso com o prazer, que não estava certo de que compreendeu a pergunta. "Como eu estou sentindo? Bem, eu acho que estou me apaixonado por você."
  • Uma vez o pênis de Bobby foi totalmente encaixado, Nik esperava por esse momento quando a dor se tornou prazer. Estava grato por ele não ter que esperar muito tempo. "Tudo bem."
  • Bobby riu novamente e tirou o dedo. Nik ouviu o som do pacote rasgando, quando Bobby abriu e rolou sobre o preservativo. Depois de várias gotas de lubrificante fresco, escorria da fenda de sua bunda, Nik sentia a cabeça do pênis de Bobby quando lentamente empurrou para dentro.
  • "Duro e rápido, ou suave e doce?"
  • Bobby riu e continuou a volta no buraco e penetrar Nik. A raspagem dos dentes contra a sua pele sensível enviou Nik de volta arqueando no colchão. Oh Deus. Gemeu quando envolveu sua mão ao redor de seu pênis, a aplicando uma firme aderência. "Eu vou gozar."
  • "É tudo seu. Venha buscá-lo."
  • "Bem, não é uma vista bonita."
  • Rindo, Nik balançou o dedo. "Uh. Uh. Uh. Você é o próximo."
  • Nik gostou deste lado brincalhão de seu amante. Deu vários passos antes de começar à despir-se. Com sua camisa atiradas ao chão, andou para trás, enquanto empurrava para baixo, começando a suar em grandes dimensões.
  • Nik riu e ficou de pé sob ele. "Pode ser mais seguro se andar com você para o quarto."
  • "Pronto para a cama?" Nik perguntou, aproximando-se e respirando.
  • "Eu acho. Se Jablonsky consegue rastrear o leiloeiro e receber uma lista para quem foi os convites, nós vamos ter uma lista de membros da sociedade."
  • Assim quando Bobby acabou Nik teve o convite da sua mão. "Você perceber isso?"
  • Com o lado do trabalho da noite acabado, Nik enrolou no sofá ao lado de Bobby e esperou pacientemente que terminasse a sua chamada. Sua mente voltava para a passagem sobre o demônio estar dentro de Vlad e o demônio precisa de sangue para mantê-lo vivo. Ele nunca acreditou no sobrenatural, mas fez tanto sentido quanto o vinho, contaminado de sangue conduzindo a empresários a rasgar a garganta de pessoas inocentes.
  • "Há mais. O relatório do laboratório que você recebeu indica duas fontes de DNA no vinho. Foi à coisa real. Eu me pergunto... se o vinho era capaz de fazer um homem louco de 563 anos atrás, quais são suas capacidades de maturação para depois de muitos anos?"
  • "Encontrei este."
  • "E de alguma forma os barris apareceram 500 anos mais tarde em um leilão em Nova York?" Bobby questionou.
  • Bobby assentiu. "Continue."
  • Nik fez uma pausa. Ele sabia que era tudo novo para Bobby. Porque Nik se sentia à vontade na frente de uma sala de aula, dando palestras, precisava fazer Bobby se manter com ele.
  • "Obrigado."
  • Nik acenou com a cabeça. "Isso é um eufemismo. Ele não só consumia o sangue dos seus servos e das damas da corte, mas começou abertamente a foder seus soldados e se alimentar deles também. As pessoas pareciam atraídos por Vlad como nunca antes. Mais louco se tornava, mais as pessoas se ofereciam para ele. O massacre de suas batalhas era lendária, mas depois de um tempo, começou a desacelerar. Seu desejo por sangue diminuiu, e seu povo começou a perder o interesse em segui-lo. Isso é como Radu foi capaz de levar o poder para longe dele."
  • Nik balançou a cabeça. "Parece para mim. Fosse o que fosse Radu pareceu não sofrer muito. De acordo com Dumitru, horas depois, apareceu mais forte do que nunca. Dumitru foi dando ordens para enviar um barril para Vlad III, na véspera do seu jantar comemorativo para ganhar a sede do poder. Vlad III bebeu o vinho, seu irmão, Radu tinha enviado e que foi o início da luxúria de Vlad III pelo sangue."
  • "De acordo com Dumitru, o produtor deu-lhe seis tonéis especialmente concebidos do vinho contaminado, que levou de volta para Radu. Então há uma entrada estranha sobre Dumitru espionando Radu quando seu mestre realizou "O Ritual", que quer que seja. Ele continua a falar sobre Radu fatiando o próprio peito, manchando o seu corpo com o sangue e cantando num idioma que Dumitru não entendia."
  • "Dumitru deu os vasos a Radu contendo o sangue do próprio pai e irmão. Radu encarregou um produtor local para misturar o conteúdo do recipiente com um lote de vinhos especialmente preparada."
  • "Você quer que eu continue?" Perguntou ele.
  • Quando isso aconteceu, eles estavam muito atrasados. Dumitru seguiu suas instruções e cavaram os túmulos para os corpos apressadamente para enterrá-los, e drenaram o sangue de ambas as vítimas.
  • "Tudo bem. Segundo o diário, Radu e Vlad III, o homem que todos conhecem como Vlad, o Empalador, se odiavam o que na verdade era muito comum para o período de tempo. Irmãos combateram irmãos e pais para o trono do poder. Enfim, Vlad III queria o trono de seu pai, mas seu irmão Mircea II era o próximo na linha. Em um movimento ousado, Vlad III ordenou que seu exército privado perseguisse o pai e o irmão e matá-los."
  • "Há um monte de história do período, mas se você não se importa, vou resumir e dar-lhe a versão do Reader's Digest."
  • Bobby assentiu e tomou outro gole de sua bebida. Nik cuidadosamente apanhou o diário que ele salvou do incêndio. "Este foi escrito pelo Neto do servo de Radu Cel Frumos e amante, Dumitru Blaga. O neto, Mihail Cuza escreveu as histórias que seu avô lhe disse. Dumitru tinha apenas quinze anos quando foi considerado velho demais para levar para a cama aos olhos de Radu, assim, embora não tenha nenhuma dúvida mais do que li é verdade, mantenho uma mente aberta que Dumitru foi um amante desprezado."
  • Nik raramente bebia, mas mesmo ele sabia que poderia precisar de algo. "Tomamos os dois."
  • Nik sorriu. "Você tem alguma uísque?"
  • "Porque se estou lendo direito os resultados, então, coincide com o que está no diário. Isso poderia explicar porque o vinho afeta o bebedor da forma como faz."
  • Nik recuou e agarrou a mão de Bobby. "É bom saber, porque você precisa ler os resultados dos testes sobre o vinho."
  • "Ser retirado do caso." Nik aninhou, oferecendo-lhe conforto.
  • Ele colocou o telefone no balcão, após a tenente desligar. Nik veio até ele e passou os braços ao redor de sua cintura. "Sinto muito."
  • "Só tendo algum tempo de férias antes de eu perdê-lo. Você está sempre brigando com Jablonsky e eu para tomá-lo."
  • "Preencha os papéis e coloque na minha mesa amanhã de manhã.
  • "Por que não? Este caso foi o único que estava trabalhando no momento. É tempo de relaxar um pouco." Ele sorriu para Nik. "Especialmente porque tenho algo para preencher meu tempo agora."
  • "Tudo bem. Entendo tenente. Faz-me louco como o inferno, mas sei que você não pode fazer nada sobre isso." Um pensamento o atingiu. "Acho que eu deveria tomar algum do meu tempo de férias."
  • "Ele é o Comissário. Pode tirar quem quiser de qualquer caso que queira. Infelizmente, você deve ter irritado Vanderlist e ele conversou com o Comissário. Vanderlist é um grande doador, você sabe, o Comissário está pensando em concorrer para o Senado no próximo ano.
  • Bobby virou-se e deu um soco na parede. "Você está brincando comigo? Eu não conseguiria que a casa não se queimasse. Tudo que pude fazer foi salvar Nik e eu. E Vanderlist tem uma caixa de charutos com o mesmo selo que estava na garrafa de vinho. Como ele pode me tirar do caso?"
  • "Como ia saber que era seu filho? Tudo o que eu vi foi um cara beijando uma garota que não estava feliz sobre isso. Eu intervi e o cara virou para mim. Não vou deixar ninguém me bater." Ele franziu a testa, lembrando-se quanto irritado o comissário foi buscar o seu filho inconsciente e Bobby sobre ele.
  • "E você falou sobre mim?"
  • "Acabei de desligar o telefone com o Comissário. O homem é uma dor na bunda e um bastardo arrogante. Não é à toa que ele e o Prefeito se dão tão bem."
  • "Bem, para dizer a verdade, sinto a cabeça de alguém mordendo de fora no momento, então eu sei como se sente." Sua raiva queimou quente em sua voz.
  • "Quando terminar dizendo, você pode considerá-lo, Marks." Disse a voz de sua tenente sobre o telefone como uma bala.
  • "Conte-me sobre isso." Ele pegou o telefone e rosnou quando trouxe até seu ouvido.
  • "Foda-se." Bobby jurou suavemente e descansou sua testa contra Nik por um momento enquanto prendia a respiração.
  • Nik montou seu colo, balançando sua virilha juntos. Bobby gemia sendo engolido por Nik. Ficaria quente e pesado logo, mas Bobby não se importava. Haveria tempo suficiente para discutir o caso mais tarde.
  • Nik enterrou as mãos no cabelo de Bobby, e inclinou a cabeça, deixando o beijo ir mais fundo. Suas línguas brincaram e acariciaram. Eles chuparam e mordiscaram.
  • "Eu vou a um segundo." Bobby colocou sobre a mesa de café, antes de deslizar a mão ao redor da cabeça de Nik e trazer o homem para ele. "Eu quero te beijar."
  • Bobby pegou o papel e sacudiu a cabeça. "Não. Jablonsky me deu direto, antes de sair da cena. Ainda não tive tempo de ler nada mais do que o relatório sobre Vanderlist e seu último paradeiro conhecido. O que tem?"
  • Bobby fechou seu telefone e caiu sobre as almofadas ao lado Nik. Passou a mão de Nik na espinha, fazendo uma parada pequena de volta ao seu amante. Nik tremeu e estendeu um dos relatórios a Bobby que tinha deixado cair, quando foi mudar de roupa.
  • Agarrou seu jeans, ele subiu o zíper, mas deixou desabotoado. Ele não se incomodou de por uma camiseta. Seu apartamento estava quente o suficiente. Coçando o peito, vagou de volta para a sala onde Nik sentava na borda do sofá, a tensão em cada linha de seu corpo.
  • "Você acha? Este caso é uma dinamite, Bobby. É melhor ter mais do que você pensa assim, ou então vamos explodir. Não quero pegar os pedaços da minha carreira, porque você pensa assim." Jablonsky não parecia feliz.
  • "Sério?"
  • Ele desabotoou a camisa e deu de ombros, jogando na direção da cesta de roupa. Abriu o cinto, então sua calça, até que estava em seu quarto vestindo apenas cuecas.
  • "Hummm... mas tendo uma cena de crime queimada totalmente, enquanto você está procurando poderia ser considerado errado."
  • "Se existe, ninguém relatou ainda." Jablonsky riu asperamente. "Eu queria lhe dar um aviso, amigo."
  • Antes de Nik continuar, o telefone de Bobby tocou.
  • "O que há de errado?"
  • "Isso significa que quem matou Vanderlist assassinou o garoto. Está tudo ligado a essa porra de vinho e a sociedade doentia dos Cavaleiros. Eu tenho medo que isso também significa é que o assassino não foi tão dominado pela sede de sangue, quanto Thompson foi. Então ele sabe o que o vinho é ou faz, ou não está bebendo tão rápido, quanto Thompson fez."
  • Bobby agarrou as mãos de Nik e segurando, não querendo que fizesse mais danos ao seu polegar machucado. "Havia marcas de mordida no pescoço onde a ferida cortou a jugular. Ele não era tão bagunçado como os assassinatos de Thompson ou até mesmo o assassinato de Vanderlist."
  • Não. Primeiro não acho que o garoto já tinha idade suficiente para entrar no clube. "Ele esperou até que esvaziou antes de prosseguir. Em segundo lugar, não havia qualquer vestígio de sangue. A vítima sangrou em outro lugar e o jogou no beco."
  • "Parece que a nossa outra vítima, Mavis Vanderlist, foi vista pela última vez no The Copa, onde o corpo foi encontrado."
  • Bobby descansou a cabeça no encosto da cadeira, enquanto assistia Nik. "Não, eu não estou. Você quer outra coincidência?"
  • Ele pegou Nik quando o homem ficou de pé.
  • "Foi ruim?"
  • "Eu odeio o meu trabalho, algumas vezes.” Ele murmurou.
  • Tirou os sapatos e os empurrou para o lado. Pendurou o casaco e, afrouxou a gravata, abrindo caminho para a sala onde encontrou Nik enroscado em sua cadeira, e o livro que tinha guardado aberto em seu colo.
  • "Bobby?" Nik chamou.
  •  
  • "Eu vi esse garoto antes, quando fui à casa de Thompson. Ele estava em pé na porta, me disse que sabia de Thompson. Duvidava que o homem fizesse o que os jornais disseram, que ele fez."
  • "Merda."
  • "Definitivamente, tem todas as marcas do nosso assassino." Disse ele baixinho.
  • A fita amarela da cena do crime já estava de pé, quando chegou lá. Jablonsky acenou para ele a partir da entrada do beco. Esquivando-se sob a fita, se juntou ao seu companheiro que o levou para um corpo deitado, coberto com um lençol.
  • Ele se levantou com um suspiro. "Nós trouxemos a luz negra da sua casa. Por que você não olha para o diário, enquanto estou fora? Lembre-se, não abra a porta a ninguém. Você deve estar seguro aqui."
  • O toque de Nik esfregando a mão sobre seu ombro facilitou algumas das tensões de Bobby.
  • "Sim. O segundo, em tão pouco tempo não parece bom. Só espero pegar um golpe de sorte em breve, ou haverá mais mortes antes de isto acabar."
  • Ele desligou o telefone e jogou sobre a cama antes de trocar sua roupa. Depois de ir ao banheiro, lavou o rosto e as mãos. Nik estava sentado na cama, quando voltou para pegar uma gravata.
  • Nik entrou no quarto e parou quando viu Bobby no telefone. "Vou sair daqui dez minutos. O mais depressa possível."
  • "Foda-se." Ele bateu a porta do armário fechada e sentou-se na beira de sua cama.
  • "Nós temos outro corpo em um beco atrás do The Copa."
  • "Você pode me contar tudo sobre o lugar de Thompson queimando, quando me encontrar na Vila."
  • Telefone de Bobby tocou, quando a água desligou em seu banheiro. Vagando ao seu quarto para pegar um par de shorts e uma camiseta, verificou a exibição de identificação.
  • "Ok."
  • "Não é grande coisa, mas onde estou levando vocês?"
  • Nik recuou alguns centímetros para estudá-lo por um momento. Bobby não se importava com o que o taxista pensava. Inclinando-se para baixo, pressionou seus lábios juntos, varreu a sua língua para curso sobre Nik. Seu amante tremeu e gemeu, agarrando os ombros de Bobby, enquanto se beijavam. Ele quase tirou Nik no seu colo, quando o taxista tossiu.
  • "Precisamos ir para minha casa, para que pegar algumas roupas e minhas coisas da escola." Nik aconchegou-se mais. "Eu suponho que você não vai me deixar ficar sozinho."
  • Ele colocou seu braço ao redor do ombro de Nik e puxou o homem menor perto dele, enterrando o rosto nos cachos de Nik. Respirando fundo, inalou o cheiro de fumaça e amaldiçoou silenciosamente para si mesmo.
  • Ele não estava disposto a falar sobre o caso na parte traseira de um táxi. Deus sabia que se o motorista ouvisse, poderia vender as informações para uma estação de jornal ou TV e Bobby não ia deixar que o seu caso fosse jogado para fora por causa de vazamento à mídia.
  • "Por que você não contou a ela sobre o diário? Tenho certeza que isso seria considerado retenção de provas e provavelmente é ilegal." Nik entrou no banco de trás do táxi.
  • "Como o quê?" Nik olhou para seu estômago.
  • "Eu vou ter um dos policiais conduzindo o seu carro de volta para a delegacia. Você toma um táxi de volta para seu apartamento." Ela caminhou fora.
  • "Merda.” O'Donnell jurou suavemente. "Tudo bem. Tenho confiado em seu instinto até agora neste caso. Vou ter que avisar o Prefeito e o Comissário sobre o que está acontecendo, mas continua a cavar. Se Vanderlist é o nosso cara, você vai derrubá-lo, mas quero que seja um caso de ferro."
  • "Não acho que estou."
  • Ele abaixou a cabeça. Orando para o coro, não fora inteligente porque sabia que a tenente não poderia enterrar alguma coisa assim, mas entendeu que ela tinha que andar em uma linha de cuidado.
  • Depois de devolver o telefone, ela esfregou a testa com um suspiro. "Nós estamos pensando seriamente em acusar um dos homens mais ricos da cidade de pedofilia e assassinato?"
  • Uma expressão de compreensão apareceu no rosto da tenente O'Donnell. "Você está acusando..."
  • Ele remexeu nos bolsos para encontrar o seu telefone. Abrindo, movimentou as poucas fotos que tinha para encontrar uma em particular. Bobby entregou o telefone para a sua tenente.
  • "Sim, eu sei. Não há nenhuma maneira para você poder vê-la agora. Eu tirei algumas fotos. Parecia como um lugar que teve suas amantes. Havia livros e imagens de todo o lugar."
  • "Nós encontramos uma sala secreta."
  • "Sente-se antes de cair."
  • "Vamos para o seu carro. Parece que você deveria estar no hospital, detetive.”
  • "Que coisa?"
  • alguém consegue iniciar um incêndio, enquanto estavam na casa? Você não ouviu nada?"
  • "Houve um incêndio", Nik falou.
  • Ambos rígidos, quando a voz da tenente cortou o ruído dos carros de polícia e bombeiros. Soltou seu braço longe de Nik e aliviou alguns centímetros para o lado.
  • "Estou bem. Fui mais afetado durante o futebol de rua, quando era mais jovem." Bobby assinou o formulário e levantou, sorrindo quando Nik caiu debaixo do braço para apoiá-lo, fizeram sua maneira para chegar ao carro de Bobby.
  • A EMT entregou uma prancheta e uma caneta a Bobby.
  • Nik inclinou contra ele e Bobby deslizou o braço em volta da cintura de Nik, franzindo a testa quando sua mão encontrou alguma coisa quadrados sob a camisa de Nik.
  • "Você está bem?" Ele quis correr as mãos sobre o corpo de Nik para tranqüilizar de que seu amante estava bem.
  •  
  • Nik presumiu que ela trabalhava na casa que estava em frente. Ele queria gritar um grande não, mas acenou com a cabeça. "Eu estou bem. Obrigado."
  • Nik olhou para a casa em chamas em frente a ele. Quase tinham ambos chegado à morrer? Valeu à pena? Ele viu quando Bobby disse algo ao policial, antes de puxar o sedan longe do que restou da casa de Thompson.
  • Ele saltou para cima. "Você está ferido."
  • "Esqueça o carro."
  • Sirenes soavam no fundo, enquanto Nik lutava para se manter em pé o tempo suficiente para fazê-lo atravessar a rua. Sentou na calçada, abraçando o diário em seu estômago.
  • Nik passou tão longe da casa em chamas quanto podia e rolou para fora do caminho de Bobby. Ele engoliu em seco o ar tão necessário, quando ouviu um baque ao seu lado.
  • Com um braço segurando o diário, Nik colocou a outra mão no ombro de Bobby e subiu no parapeito da janela. "Dê-me os papéis."
  • Antes de Nik saber o que estava acontecendo, Bobby jogou uma cadeira da sala de jantar, através de uma grande janela. "Depressa."
  • Nunca na vida dele iria esquecer o som do fogo furioso atrás dele. Nik temia que o som só pudesse engoli-lo vivo.
  • A fumaça era tão espessa na frente da casa, eles não tiveram escolha senão tentar encontrar um caminho alternativo. Nik foi forçado a liberar um lado do diário para puxar sua camisa por cima da sua boca e nariz. Ao contrário das casas modernas, a mansão Thompson foi construída nos dias de grandes salas em um labirinto de voltas e reviravoltas. Ele com certeza esperava que Bobby tivesse um melhor senso de direção do que ele.
  • Sabendo que tinha o diário, Nik protegeu seu manuscrito, com os braços e tentou encontrar seu caminho em direção ao corredor. "Vamos!" O grito acabou em uma tosse incontrolável.
  • Nik viu um borrão de movimento que assumiu ser Bobby. "O que está fazendo?"
  • "Bobby." Ele gritou, tentando cobrir a boca. Toda a parede exterior da mansão parecia estar pegando fogo, do chão ao teto.
  • Sem pensar as coisas, Nik enfiou a mão no humidor e tirou o diário, enfiando-o sob sua camisa na cintura de suas calças cáqui. Ele saiu detrás do armário, escolheu o seu caminho para o escritório, ouvindo. Vamos lá, Bobby, faça algum barulho.
  • Pela primeira vez, Nik ficou subitamente muito consciente do quão perigoso era o trabalho de Bobby. A caixa que Bobby tinha aberto tão cuidadosamente estava esmagado entre os braços e peito de Nik. Ouviu o som de vidro quebrando seguido de um grunhido de Bobby.
  • Ele estava prestes a rosnar de volta para Bobby quando um barulho alto, vindo do espaço exterior, assustou os dois. Bobby imediatamente sacou a arma e fez sinal para Nik se esconder atrás de um grande armário.
  • Bobby ergueu os braços e virou em um círculo. "Por todos os meios que me ilumine.
  • Bobby mordeu o lábio inferior e descansou as mãos nos quadris. "O que você está fazendo?"
  • "O diário?"
  • "Abra."
  • Nik passou ao lado de Bobby. Seu amante tinha uma caixa de charuto, a mesma que tinha visto no escritório de Vanderlist. "Ok, então há definitivamente uma conexão entre Thompson e Vanderlist. Você pode usá-lo?"
  • Nik assentiu. "Como se ele realmente acreditasse que, este quarto provavelmente seria considerado como um santuário para praticar sua religião."
  • Nik riu e revirou os olhos. "Não." Nik substituiu o livro depois de constatar o ano, 1973 MAT. "Mas esta foi obtida por Morgan Thompson."
  • Nik delicadamente retirava de um livro e abria a tampa. "Uau. Este parece ser uma das edições publicadas por Sir Richard Burton[12] em 1883."
  • Nik deu um passo adiante, limpando seus óculos. Colocou de volta em seu rosto e passou a mão enluvada sobre uma das espinhas. "Este é mais parecido com ele."
  • O quarto parecia algo saído de um filme pornô. Uma cama grande e redonda envolta em organza branca sobre o centro do palco. Bobby estava ocupado tirando fotos, quando Nik facilitou seu caminho para o quarto. Seu olhar ficou na parede de livros. "Eu sabia."
  • Nik agarrou a chance e enfiou a cabeça dentro do quarto. "Santa Merda, eu que digo."
  • Bobby voltou com sua maleta e pegou a câmera e uma lanterna. Nik ficou devidamente impressionado. "Nossa, essa coisa é como um carro de palhaço."
  • Nik começou a entrar na sala escura, mas Bobby pegou a mão dele. "Não. Deixe-me pegar minha câmera e ir primeiro no lugar."
  • "Será que ele fez alguma coisa?"
  • Nik apontou para a prateleira. "Não parece ser uma espécie de alavanca de liberação."
  • "Uhhh Bobby?"
  • Bobby inclinou e pegou mais um volume de couro pesado vinculado no chão e devolveu a Nik. "Eu gostaria de ser sua distração."
  • Bobby puxou para trás por um lado, sorrindo para Nik. "Vamos terminar isso, assim posso te levar para casa."
  • Bobby inclinou-se e beijou Nik. "Estou começando a achar que preciso de você por muito tempo, após esse inquérito."
  • "Você não é um instintivamente sabichão." Em um movimento atípico, Bobby riu e Nik colidiu com o seu quadril.
  • "Eu não entendo por que você acha que ele não continuou?"
  • Bobby deu de ombros. Ele fechou a gaveta estava escavando dentro e dirigiu-se para colocar um braço em torno de Nik. "Talvez ele não apreciasse como seus antepassados fizeram."
  • "Desistiu?"
  • Nik balançou a cabeça. "Não. Eu acho que estamos lidando com um homem que saiu procurando o baixo-ventre de uma sociedade civilizada." Ele deslizou o livro pesado de volta no lugar e continuou descendo a linha.
  • Ele tirou um grosso volume encadernado em couro. "Este é um dos feitiços de vodu da idade da sacerdotisa." Ele balançou a cabeça. "Merda incrível."
  • "É impressionante, hein?"
  • "Bem, já que não sei absolutamente nada sobre os livros não escritos por Tom Clancy[10] ou Louis L'Amour[11], vou verificar a mesa e deixá-lo com eles."
  • "Algo errado?"
  • Assim que eles estavam na casa, Bobby abriu sua maleta e entregou a Nik um par de luvas. "Eu tenho sacos de provas, bem, então grita se precisar de um."
  • Ele tomou outro gole. Sim, eu definitivamente vou precisar de uma boa refeição, antes do jantar. Caminhou na direção da casa de Morgan Thompson para cuidar de seu primeiro problema.
  • "Esteja lá às quatro." Ele agarrou e desligou o telefone e enfiou a cabeça de volta para a sala de conferências. "Alguma coisa está acontecendo que exige minha atenção. Vou pedir a minha secretária ligar para você para remarcar."
  • "Não temos sempre cuidado de vós, Phillip?"
  • "Encontre-me no nosso lugar comum às quatro.”
  • "Fácil para você dizer. Preciso de dinheiro. Preciso sair daqui."
  • Ele deixou a sala de conferências e pisou em seu consultório particular. "Sim." "O que está acontecendo? Passei pela casa de Morgan e a polícia estava de volta. O detetive praticamente me jogou para fora, mas eu voltei e olhei na janela. Eles estão no escritório, vasculhando a escrivaninha de Morgan e estantes."
  • O barulho de seu celular o assustou. A música em particular que tinha designado a outros membros da irmandade raramente soavam, especialmente durante o meio da tarde.
  • O pensamento do menino muito legal estar envolvido com Os Cavaleiros Paiderastia, virou o estômago de Nik. Ele acompanhou Bobby dentro da casa, querendo mais do que qualquer coisa expor a sociedade secreta aos nojentos que eram.
  • "Como um garoto como ele sabe de Thompson? Eles definitivamente não andam no mesmo círculo social."
  • "Aconteceu alguma coisa?"
  • Bobby desligou o motor e as chaves no bolso. "Fique aqui, enquanto vou checar."
  • "Ele tinha, mas os vizinhos estavam reclamando, por isso derrubaram tudo do lado de fora da casa, exceto o selo da porta."
  • "Eu acho que seria sábio você fazer uma mala. Não vejo que esta investigação estará encerrando tão cedo, e até o perigo passar, não vou deixar você dormir em qualquer outro lugar, mas comigo." Bobby terminou a declaração com um piscar de olhos, pois o pênis de Nick contraiu em resposta.
  • "Não acho que você ferrou tudo, mas me preocupo com o perigo de você colocar-se dentro. Se Lattimer não estivesse em cima e pensa que você sabe mais que ele..." Bobby apertou a mão de Nik. "Eu penso que você deveria ficar perto de mim."
  • "Uma coisa que aprendi há muito tempo foi o de seguir a intuição. Se algo está te dizendo para suspeitar de Lattimer, eu iria com ele. Certifique-se de não compartilhar mais do que seja absolutamente necessário."
  • "Não, realmente. Além do fato dele também ser do "dinheiro velho." Seu bisavô era Peirce Lattimer, fundador e co-proprietário da L & M Bank. Desculpe, achei que você sabia."
  • Bobby assentiu. "Processo. Estávamos para entregar a um estranho uma valiosa peça de provas."
  • Ele notou que Bobby pegava a mão livre do volante. "Você não vai voltar para a biblioteca, isso é certeza. Vou ter que cavar mais fundo em Lattimer."
  • "Você acha que a bibliotecária tem algo a ver com isso?"
  • Bobby levantou a mão de Nik e beijou-a. "Uma moeda de um centavo por seus pensamentos?"
  • A sobrancelha direita de Bobby cresceu. "Seria ainda mais se sua teoria da sociedade for transmitida dentro das gerações de uma família, estiver certas."
  • Bobby tirou o celular e conectou para a imagem, antes de entregar o telefone para Nik. "Desejava que a qualidade fosse melhor, mas estava com pressa."
  • Bobby ligou o carro e saiu da garagem.
  • "Estou preocupado em deixar você ficar ainda mais envolvido do que você já está."
  • "Estou bem, realmente. Eu quero ir com você."
  • "Apenas uma dor de cabeça."
  • Enquanto seguia Bobby para o sedan, ele enfiou a mão no bolso para o pequeno tubo de analgésicos, colocando dois em sua boca.
  • Bobby descansou a mão sobre sua pasta.
  • "Você está pronto?" Bobby perguntou, virando para Nik.
  • "Não temos todos." Bobby bateu em seu companheiro nas costas. "Chame se você ver alguma coisa no mínimo suspeito."
  • Bobby assentiu. "Pelo menos enquanto estamos no Thompson. Aliviarei você mais tarde, assim pode ir para casa e para a família a tempo do jantar.”
  • Bobby olhou para seu parceiro. "Acho que devemos prestar atenção em Vanderlist. Mesmo se não tivesse visto a insígnia, diria que ele sabe mais do que está disposto a nos dizer. Há algo sobre aquele homem que me dá arrepios."
  • As sobrancelhas de Bobby dispararam. "Você acha que Thompson roubou o diário da biblioteca?"
  • Bobby meneou a cabeça. "É muito perigoso."
  • Nik seguiu Bobby fora do escritório com Jablonsky à retaguarda. Uma vez que eles estavam de volta ao lado das mesas laterais dos dois detetives, Nik falou.
  • "Sugiro que você trabalhe com rapidez, antes da sua investigação estar comprometida." Seu olhar oscilando entre os três homens na sala. "Eu tenho que informar aos superiores uma visão completa ao final do dia."
  • A tenente bateu a caneta sobre a mesa enquanto considerava o pedido de Bobby. "Nós não liberamos a cena do crime ainda, então não é um problema de acesso. As implicações políticas que você deve encontrar para ligar um dos homens mais ricos da cidade, com uma sociedade de pervertidos poderia ser prejudicial."
  • A Tenente O'Donnell estreitou os olhos. "Você está caminhando numa fronteira tênue, Marks. Vanderlist tem ligações que poderiam nos chutar a bunda, se não formos cuidadosos."
  • "Como assim?" Questionou a tenente. "Embora nós saibamos agora que o barril originalmente veio de Radu, o que isso tem a ver com os assassinatos acontecendo agora?"
  • "Radu cel Frumos foi o meio-irmão de Vlad Tepes, também conhecido como Vlad, o Empalador, mas o mais importante, Vlad era o governante no livro de Drácula que foi modelado depois. Radu era membro dos Cavaleiros de Paiderastia, assim como vários outros homens poderosos da época. Em sua juventude, Radu foi mantido por um sultão na extremidade de uma relação pederasta. Embora relacionados, Radu e Vlad Tepes eram inimigos, especialmente após a morte de seu outro irmão, Mircea e seu pai, Vlad Dracul II, e quando a Vlad Tepes foi concedido poder dominante ao longo de Wallachia."
  • "Estive pensando sobre a sociedade, e acredito que as associações são passadas entre gerações. Sua existência é muito secreta para permitir que pessoas de fora possam entrar. Acho que é a razão pela qual a maioria das pessoas nunca ouviu falar deles."
  • Nik respirou. Não tinha certeza se devia compartilhar as informações do Professor Lattimer comunicando sobre a volta da sociedade, já que não tinha nada para apoiá-la. "Pelo que entendo os Cavaleiros de Paiderastia ainda estão ativos, pelo menos nos Estados Unidos e na Europa, meu palpite é que no mundo inteiro."
  • "Estamos falando sobre pedofilia, Dr. Radin?" Perguntou a tenente.
  • Quando começou, a unha de Nik foi automaticamente para a pele ferida em seu polegar. " Os Cavaleiros de Paiderastia eram homens ricos e poderosos que, de acordo com os textos que tenho descoberto, encontravam realização espiritual através do amor dos meninos. Os antigos gregos e romanos encontravam o ato de pederastia bastante aceitável. Foi tudo muito civilizado naquela época.”
  • "Isso é bom." A tenente sentou em sua cadeira e sorriu, colocando Nik à vontade.
  • Bobby acenou para a cadeira mais próxima à sua mesa, deixando saber Nik que deveria sentar-se ali. Jablonsky assumiu a cadeira mais próxima da porta, deixando Bobby sentado ao lado de Nik.
  • Nik corou, mas apertou a mão da tenente. "Prazer em conhecê-la, senhora."
  • "Hora do Show." Murmurou Jablonsky, quando foram através do labirinto de mesas onde a tenente esperava.
  • "Professor Nikolay Radin, este é o meu parceiro, o Detetive Kenneth Jablonsky. Jablonsky, este é o nosso perito, o professor Nikolay Radin."
  • "Sim. Sheila disse que ia deixá-los saber. Talvez me sinta bem amanhã, o suficiente para voltar."
  • Nik esfregou a testa com a mão livre. "Eu vou ter que voltar para a biblioteca e fazer tudo de novo."
  • "Eu não tenho nenhum material caro." Nik apontou.
  • "Você realmente acha que meu ataque foi sobre o seu caso, e não apenas um caso de assalto?"
  • "Você pode colocar na rádio, que quiser." Afastou de seu local e dirigiu ao portão.
  • "Tchau."
  • Bobby olhou para Nik, enquanto deslizava para trás do volante. O corte se destacava em Nik na pele pálida, existia um gesto leve de dor, movendo os cantos da boca do homem. "Ele está sentindo um pouco de dor, mas tomou remédio e deve melhorar."
  • "Ei, parceiro. Nós estamos a caminho da Delegacia." Ele destrancou a porta de seu carro e segurou aberta para Nik.
  • Um confortável silêncio encheu a sala, enquanto eles compartilhavam o café da manhã. Nik insistiu em lavar os pratos, antes de empilhá-los na máquina. Bobby olhou para o relógio, então pegaram suas coisas e saíram do apartamento de Bobby. Ele pegou o telefone e discou um número.
  • "Obrigado por ter tempo de me alimentar". Nik acariciou-lhe os dedos por cima da mão de Bobby.
  • "Você sempre come um café da manhã, como este?" Nik assentiu com a cabeça em direção ao monte de comida que ele tinha feito.
  • Ele pegou a manteiga e o xarope de fora, junto com a geléia de morango que seus vizinhos idosos lhe deram. Tudo estava sobre a mesa e sentou, observando a Nik.
  • As panquecas ficaram perfeitas, e somente as deslizava nos pratos, quando Nik se juntou a ele na cozinha. Bobby puxou uma cadeira e gesticulou para Nik se sentar.
  • O café ficava pronto, enquanto Bobby fazia algumas panquecas e salsichas rapidamente. Não conseguia se lembrar da última vez que tinha feito café da manhã, antes de ir para a delegacia. Normalmente parava em uma das padarias e agarrava algo para comer. Mas algo lhe dizia que Nik não comia muito ou muitas vezes, e queria cuidar do professor.
  • Pegou o paletó de onde colocou sobre a cadeira. "Tome um banho e se vista, mas não molhe os pontos. Vou fazer o café da manhã. Você gosta de panquecas?"
  • "Sinto muito."
  • "Está tudo bem." Nik acenou para Bobby para colocar a preocupação a distância, aparentemente estava mais preocupado com a tenente do que as suas feridas. "Ela está com raiva de mim?"
  • Nik inclinou-se sobre a água. Bobby não conseguiu resistir alcançando e apertando uma dessas firmes bochechas. Nik grunhiu e virou, perdendo o equilíbrio, mas agarrando o cabide da toalha na hora certa para se firmar.
  • "Com problemas? Por que você estaria em apuros?" Bobby franziu a testa, enquanto verificava sua camisa e gravata no espelho, certificando-se que não estavam muito enrugados.
  • "Agora, você vai tomar um banho e se vestir. Minha tenente solicitou a sua presença em seu escritório esta manhã." Ele puxou um novo par de calças para fora de seu armário e vestiu.
  • "Não se preocupe comigo." Ele despiu e jogou sua roupa suja e calças no cesto de roupa suja. "Você está tão morto e sexy. Gozei quando você o fez."
  • "E você?" Nik acenou com a mão em sua direção.
  • Líquido salgado, amargo quente inundou a boca de Bobby quando Nik parou de falar e começou a gozar. Mergulhou os dedos profundamente, gemendo em torno do pênis de Nik, quando os músculos internos do homem fecharam em torno dele como um vício.
  • Nik balançava entre a boca de Bobby e os dedos. Bobby levou o seu amante mais alto e mais difícil, exigindo que Nik desse tudo.
  • "Bobby." Gritou Nik, rolando a cabeça de um lado para o outro, segurando as mãos de Bobby. Bobby cantarolava a sua aprovação, balançando a cabeça para cima e para baixo. Fez certo de manter a sucção dura e sólida, deixando raspar os dentes ao longo da carne sensível. Dois de seus dedos deslizaram no buraco de Nik, preenchendo seu amante. Torcendo seus dedos, conseguiu acertar a glândula de Nik.
  • "Oh, meu Deus." Nik estava ofegante, quando Bobby esfregou os dedos sobre o buraco de Nik, brincando com as terminações nervosas escondidas lá.
  • Ele deslizou uma das pernas de Nik por cima do ombro, dando-lhe um melhor acesso às esferas de Nik. Depois de cheirar e respirar o perfume almiscarado de Nik, Bobby chupou em sua boca, banhando-o com a língua.
  • "Não se preocupe. Não vou esquecer, que você me deve."
  • Bobby riu, mas balançou a cabeça em um sorriso esperançoso de Nik.
  • "Eu não vou discutir com isso."
  • "Não se esforce, mel. Deixe-me fazer o trabalho. Não quero que você fira a sua cabeça ou qualquer coisa."
  • "Eu? Eu não sei."
  • "Bobby?” Nik empurrou até os cotovelos e piscou para baixo, para Bobby.
  • "Hmmm..." Nik cantarolava, arqueando quando Bobby beliscou sua carne entre o polegar e o dedo.
  • Não é que Bobby, não achasse que Nik poderia segurar-se na maioria das situações, mas esta não era um caso ordinário e seu instinto... Bobby agitou. Ele só tinha conhecido Nik alguns dias, o professor já percorreu o caminho para o coração de Bobby. Ele nunca seria capaz de perdoar-se, caso algo pior acontecesse com Nik.
  • Nik estava debaixo das cobertas, com as mãos dobradas perto de seu rosto, e ainda havia círculos negros sob os olhos. Bobby odiava ter que acordá-lo, mas o tenente exigia a presença de Nik em seu escritório às dez e Bobby percebeu que era uma boa hora para falar a todos sobre a investigação de Nik.
  • A enfermeira chegou com uma cadeira de rodas, e eles deixaram o hospital. Quando ele pegou um táxi, Bobby decidiu que ficaria com Nik e falou com o seu tenente. Ela iria querer saber o que aconteceu, mais deveria saber que o seu relacionamento com Nik era mais do que trabalho.
  • "Sinto muito."
  • Um olhar selvagem cruzou o rosto de Nik. "Oh não! Minha mochila está faltando. Todas as pesquisas que fiz hoje não existem mais."
  • "Então eu vou assinar os formulários de liberação. Os pontos terão de ser tirados em duas semanas, mas você pode ir ao seu médico regular para isso." O médico folheou alguns papéis. "Vou enviar um enfermeiro com uma cadeira de rodas."
  • "Agora, professor Radin, você tem alguém que possa ficar com você? Eu não quero você sozinho esta noite."
  • Nik embalava seu rosto e lhe deu um breve sorriso. "Não é culpa sua. Disse para não se preocupar comigo."
  • Incerteza sombreava os olhos de Nik. "Eu não tenho certeza. Desci do ônibus e caminhei até a minha casa. Ouvi passos vindo atrás de mim. Virei para ver quem era. Então houve essa dor quente na parte de trás da minha cabeça... e não me lembro de mais nada."
  • Inclinando-se, escovou um beijo nos lábios trêmulos de Nik. Ele exigiu a entrada e varreu, enquanto Nik se abria para ele. Bobby ficou abalado pela forma do medo que havia sentido desde o instante em que ouviu como estava a voz de Nik no telefone. Degustou Nik lhe facilitando um pouco, mas os nervos resolverem não ajudar completamente até que pudesse segurar Nik em seus braços e verificar por si mesmo que não estava ferido pior do que ele imaginava.
  • Nik respirou agitação e acenou com a cabeça, encolhendo-se. "Eu estou agora."
  • Seu coração parou, quando olhou para cima em Nik quando entrou. Um curativo marcando a bochecha direita de seu amante, juntamente com um na parte de trás da cabeça. Bobby foi às pressas ao lado da cama e apertou a mão de Nik.
  • "Como ele está?" Bobby perguntou à enfermeira que o levou ao quarto de Nik.
  • "Eu devo a você."
  • "Não. Vou levá-lo comigo para casa em um táxi. Obrigado. Ligo-te quando chegar lá. Vamos você sabe o que fazer." Ele bateu no seu parceiro no ombro.
  • "Obrigado."
  • "Eu sou o detetive Marks. Fui informado que o professor Nikolay Radin foi trazido há 30 minutos atrás."
  •  
  • Bobby esfregou a mão sobre o rosto e repetiu o que ouvira. "Sabia que devia ter-lhe dado uma carona para casa, em vez de deixá-lo tomar o ônibus."
  • "Foda-se." Bobby acabou a chamada e bateu com o punho contra a sua coxa.
  • Bobby fez uma careta. Nik não soava bem.
  • Subiram em seus carros. Foi à vez de Jablonsky conduzir, de forma que Bobby ouviu sua voz, enquanto Jablonsky puxava para o tráfego.
  • "Você está falando sério?" Seu parceiro o cutucou. "Este poderia ser o que estamos procurando."
  • Jablonsky balançou a cabeça. "Não que eu saiba. Distraía até que tive certeza que você tinha tirado."
  • "O que você achou sobre a mesa que você tinha que tirar uma foto?"
  • "Obrigado, detetive. Minha esposa e eu ficaremos felizes em colaborar de alguma forma se precisar de nós."
  • Gravando um olhar sobre seu ombro, viu Vanderlist falando Jablonsky. Bobby puxou o celular e tirou uma foto rápida do mesmo. Os caras do laboratório provavelmente poderiam melhorar. Um símbolo de um envelope brilhou em sua tela. Ele verificou através de suas chamadas não atendidas para ver se Nik havia chamado alguns minutos mais cedo. Por alguma razão, uma estranha onda de mal-estar estava em cima dele. Bobby sacudiu. Ele estava exagerando, simplesmente, porque não gostava da idéia de Nik andar de transportes públicos. Ele tinha visto e ouvido muitas coisas ruins que aconteceram com pessoas que andavam o ônibus ou metrôs.
  • Luísa entrou e Vanderlist tomou o livro de endereços, antes de dispensá-la.
  • Vanderlist abriu uma gaveta e retirou uma caixa. O topo, elaboradamente esculpido, capturou a atenção de Bobby. Havia algo de familiar sobre ele. Vanderlist pegou um charuto da caixa, cortando numa extremidade, e acendeu-o enquanto aguardava Luisa trazer o livro.
  • "Foi onde ela recebia a seus homens. Eu disse que ela não poderia trazê-los aqui. Foi desrespeitosa com a mãe e comigo." Vanderlist socou o botão do intercomunicador. "Luisa, você pode trazer o livro de endereços de Mavis para o escritório?"
  • "Certamente. Vou pedir a Luisa pegar o livro de endereço de Mavis." Vanderlist levantou-se e caminhou ao redor da mesa para o telefone.
  • Vanderlist encarou Jablonsky. "Tenho certeza que não tenho nenhuma idéia."
  • Bobby fez rolar os olhos para isso, mas Jablonsky manteve o rosto sério.
  • Bobby inclinou-se ligeiramente para trás, tentando ler os papéis sobre a mesa. Parecia que Vanderlist lia algumas contas. Provavelmente, re-trabalhar a sua vontade. Um pensamento cruzou a mente de Bobby. Onde é que todos os milhões de Vanderlist iriam, agora que a sua única herdeira estava morta?
  • "Certo. Eu a vi na noite de sexta-feira. Fomos todos para a ópera juntos, em seguida, para jantar. Deixou-nos em torno da meia-noite. Minha esposa e eu chegamos a casa, enquanto Mavis ia a um dos clubes que gostava de visitar."
  • Deus, Vanderlist foi comendo merda "senhor". Bobby queria amordaçar. Ele andou até a mesa de Vanderlist, descansando um quadril na borda. Vanderlist franziu a testa, mas não parou Bobby.
  • "Acho que uma taça de Merlot acalma os nervos. Será que qualquer um de vocês quer algo para beber?"
  • "Estamos fazendo o nosso melhor, senhor."
  • Jablonsky olhou Bobby rapidamente. Bobby assentiu com a cabeça ligeiramente, dando ao seu parceiro a permissão de distância. Ele vagueava em torno do escritório, para ver se poderia haver alguma pista por lá.
  • "Sr. Vanderlist, lamentamos ter que incomodá-lo em um momento tão difícil, mas nós temos algumas perguntas a fazer." Jablonsky apertou a mão do homem com desconfiança adequada.
  • "Detetive Marks. Detetive Jablonsky. Por favor, entrem e sentem. Lamento que a minha esposa tome a notícia da morte de Mavis muito difícil. Elas tinham suas divergências ao longo dos anos, mas uma mãe ama sua filha."
  • "Obrigado."
  • "Deixe-os entrar, Luisa."
  • A mulher bateu na porta e enfiou a cabeça em torno da borda, dizendo:
  • Será que a Sra. Vanderlist desempenhando o papel de mãe de luto? Ou já teve o suficiente? Bobby fez uma anotação mental para saber.
  • Bobby mostrou o distintivo para a mulher, que olhou para ele como se fosse o Anti-Cristo de volta à vida.
  • "Como posso ajudá-los?"
  • "Eu odeio vazamentos. Tudo no que eles pensam é no dinheiro. Nunca pensam sobre como isso pode afetar uma investigação de assassinato."
  • nível. Ele cutucou Jablonsky e assentiu. "Você acha que a imprensa os tem perseguido?"
  • Bobby não se pronunciou, mas não teria ficado surpreso se seu parceiro não estivesse certo. Os Vanderlist eram dinheiro holandês velho de New York. Os antepassados do Sr. Vanderlist chegaram à Nova York, quando ainda se chamava New Amsterdam e conseguiu acumular uma fortuna maior que as gerações subseqüentes iriam utilizar.
  •  
  • Eram outros vinte e cinco minutos depois de sair do ônibus, seis quarteirões de sua casa na cidade. Ele estava tão perdido em seus pensamentos, que não ouviu os passos atrás dele até que estava quase na porta.
  • "Tudo bem. Adeus."
  • Mesmo que não falasse a Bobby, Nik sentiu que o professor tinha um motivo para querê-lo fora do caso. Balançou a cabeça e revirou os olhos. Ele estava começando a pensar em si mesmo como um detetive, ao invés de um professor nerd. "Olha, minha parada está chegando, então vou desligar. Chame-me mais tarde?"
  • "Nik?"
  • "É este tipo de homem?"
  • Nik olhou para fora da janela. Podia dizer pelo tom de Bobby que estava começando a se preocupa com seu novo amante. Seria como se Bobby apoiasse o Professor Lattimer achando que Nik estava em perigo. Mas ele foi longe demais, para parar agora.
  • "Não... É isso que está me incomodando. Eu não sei como explicar isto, mas existia algo no modo que disse isto que fez o cabelo atrás de meu pescoço arrepiar."
  • “Eu acho que sim. Professor Lattimer aconselhou a me afastar do caso. Acho que ele sabe algo sobre Os Cavaleiros do Paiderastia que não quer compartilhar. Contou-me que a sociedade está novamente em ascensão."
  • "Isso é o que eu pensei também, mas Edna disse que o diário está desaparecido há anos." O ônibus parou em um gemido de freios de ar comprimido e Nik tirou sua passagem da carteira. "A maioria das pesquisas que encontrei falavam da Paiderastia, então vou continuar nessa por enquanto."
  • "Não foi realmente um livro, mais como um diário. De acordo com o computador, havia rumores de ser escrito pelo grande-grande neto de um dos servos de confiança de Radu."
  • Nik pegou sua mochila no banco e pagou a sua passagem. "Eu encontrei um par de coisas sobre o Paiderastia, mas de acordo com a bibliotecária, o livro que realmente queria havia sido roubado anos atrás."
  • Nik sorriu. Os efeitos do frio e as informações perturbadoras que tinha sido profundamente em toda a tarde começou a cair longe. "Obrigado pela preocupação. Eu gosto de você também. Mas vou ficar bem, prometo."
  • Nik revirou os olhos. Levantou e começou a descer as escadas em direção à parada de ônibus. "Comecei a andar em torno desta cidade em transporte público, desde que era uma criança. Desde quando você é tão paranóico?"
  • Nik saiu da biblioteca e sentou sobre os degraus a meio caminho para baixo. "Então não se preocupe comigo. Vá em frente e faça o que precisa ser feito. Vou pegar o ônibus para casa. Você pode chamar quando estiver livre."
  • "Por enquanto. Vou embora. Sai com mais perguntas do que as que tinham entrado. Você está na área?"
  • "Obrigado novamente." Nik disse e deu a Edna um aperto de mão, antes de ir para cima. Ele puxou fora o telefone celular da mochila e chamou Bobby.
  • Nik esperava que fosse encontrar algo digno de todos os problemas.
  • Nik colocou o papel e a informação para mais tarde. "Obrigado."
  • Enquanto esperava, Nik abriu sua mochila e tirou o caderno e as fotos que Bobby havia dado. Foi durante vários minutos antes de Edna, voltar com duas, caixas finas. Colocou-os sobre a mesa na frente de Nik e entregou-lhe um par de luvas de nitrato.
  • Uma expressão cruzou o rosto de Edna que Nik não pode ler. Sem outra palavra, ela levou-o através de uma série de prateleiras de uma sala trancada. Usou sua chave para abrir a porta e acender as luzes. Em vez de fluorescente normal, as luminárias foram equipadas com lâmpadas de preto. Era a sua primeira pista de quantos anos os documentos podiam ter.
  • Edna pulou e se virou. "Sim. Professor Radin, não é?"
  • "Obrigado. Sei onde fica." Olhou para o pedaço de papel na mão. Segundo o computador no nível principal, a biblioteca abrigava vários itens sobre os Cavaleiros de Paiderastia. Não deu um local para os itens, em vez disso solicitou que o pesquisador procurasse um bibliotecário para orientação. Espero que Edna seja capaz de ajudá-lo a encontrá-los.
  • Uma vez na seção de referência, Nik se aproximou da mesa grande. "Edna Grant está trabalhando?"
  • "Vá para casa e cuide de si mesmo, e pelo amor de Deus, não espirra em mim." Nik sorriu e saiu do escritório. Precisava aprender tudo o que havia sobre Radu cel Frumos e o Paiderastia.
  • Pensando rapidamente, Nik assentiu.
  • "Obrigado. Eu chamarei." Nik desligou e enfiou o telefone em sua mochila junto com as fotos da insígnia e do barril. Ele atirou a mochila nas costas e desligou as luzes. "Estou saindo para o dia, Sheila."
  • "Só na borda, eu acho. Eu vou falar com você depois."
  • "Acho que vou te ver mais tarde."
  • "Chame quando terminar. Se eu estiver fora, vou buscá-lo."
  • "Isso é bom, não é?"
  • "Ei.” Bobby respondeu, parecendo aflito.
  • Silêncio. "Eu estarei em contato, Nikolay."
  • "Tudo bem professor. Apreciaria se você continuasse a me chamar com os seus achados."
  • O tom de voz do professor saiu como se estivesse sufocando para Nik. "Há algo que você não está me dizendo?"
  • Nik assentiu com a cabeça, antes de perceber que o professor não podia vê-lo. "Isso não me surpreende. Radu foi um dos membros mais poderosos do Paiderastia. Então você acha que esse barril foi feita por ele?"
  • "Senhor, há algo mais. Acredito que há outra insígnia embutida no selo com a de Os Cavaleiros do Paiderastia."
  • "A garrafa estava vazia quando a polícia a encontrou, mas havia indícios de que tinha sido recentemente consumida. Eles devem receber os resultados do laboratório a partir do resíduo, a qualquer momento."
  • "Vinho? Você não me disse que tinha encontrado no barril, vinho. Onde está ele agora?"
  • O professor ficou em silêncio por um momento. "Tenho amigos. O importante é que há uma razão, para este barril está aparecendo agora, depois de mais de 500 anos."
  • "Porque Os Cavaleiros de Paiderastia nunca sumiram. Eles se refugiaram bem ao longo dos séculos, mas tem havido muita especulação recentemente, que há um ressurgimento."
  • "Bem, o barril é definitivamente tão velho, quanto você pensava que era. Os Cavaleiros de Paiderastia têm uma cera de insígnia muito interessante."
  • "Já era hora de você retornar a ligação para mim." Disse George, quando atendeu ao telefone.
  • "E um homem." Nik piscou novamente, entrou em seu escritório.
  • Nik piscou para Sheila. "Ele é bem bonitão, não é?"
  • "Sim. Quase duas horas atrás." Ela entregou a Nik suas mensagens e começou a voltar ao trabalho.
  • Sheila olhou por cima de seus óculos. "Quem chamou?"
  •  
  • “Ok." Nik aconchegou-se mais, pressionando a mão no coração de Bobby.
  • "Não até as onze horas, mas como disse, tenho documentos que precisam ser analisado antes." Nik não parecia com pressa de sair, não importava o que falasse.
  • Um sorriso cruzou o rosto sonolento de Nik quando assentiu. "Nunca me senti melhor, mas deveria provavelmente voltar para casa. Tenho trabalhos de classe."
  • Limpou Nik suavemente e jogou a toalha na direção do banheiro, antes de subir na cama. Ajustou o despertador, pensou no silêncio de Nik.
  • Eles caíram na cama, Bobby manteve seus braços ao redor de Nik, segurando-o firme no peito. Colocou a testa nas costas de Nik e descansou até que sua respiração desacelerou.
  • "Eu sei Nik. Estou indo com você."
  • Bobby mordeu o ombro de Nik, apreciando o sabor salgado. Ele estendeu a mão e com a outra mão puxou o pênis de Nik, injetando um ritmo com seus próprios movimentos. Quando o pré-sêmen da seta cobriu a carne de Nik, diminuindo o atrito e construindo o prazer.
  • Nik inclinou a cabeça e, com esse sinal de consentimento, Bobby começou a foder. Puxou até que só a cabeça de seu pênis permanecesse dentro, em seguida, bateu de volta, batendo na glândula de Nik com cada punhalada.
  • "Cristo, você está apertado." Bobby agarrou Nik pelos quadris e empurrou até que teve as bolas até o fundo. Ele congelou e passou as mãos sobre o dorso de Nik, aliviando a tensão que viu e sentiu no corpo de seu amante. Ele esperou até Nik relaxar a passagem interna em torno de seu eixo, antes de empurrar novamente.
  • Agarrando o lubrificante de novo, esguichou mais sobre seu pênis e jogou o tubo no chão. Espalhou ao redor, antes que colocasse a coroa de seu pênis na abertura Nik lentamente, o penetrou o anel apertado do músculo.
  • "Não." Protestou Nik, chegando por trás dele para pegar o pulso de Bobby.
  • "Gostou disso."
  • "Isto pode estar um pouco frio." Advertiu antes que gotejar para baixo no vinco de Nik, onde compreendeu seus dedos. Achando que já tinha o suficiente, fixou o lado liso.
  • Ele acariciou a pele macia por trás das bolas de Nik com sua língua e continuou, dando atenção especial intima aos macios gritos, enquanto batia na bunda do jovem. Apontando a sua língua, ele aliviou passando o anel de músculos, então Nik empurrou de volta em seu rosto.
  • "Uau." Nik arqueou as costas.
  • "Confie em mim. Você vai gostar disso." Bobby nunca fez uma promessa que ele não poderia cumprir.
  • "Fica assim." Ordenou antes de depositar um beijo na pequena parte traseira de Nik.
  • "Aqui." Nik passou um pacote de papel alumínio e um tubo para ele.
  • Nik não conseguia articular o que queria dizer, e foi assim que Bobby queria. A única coisa que queria que Nik gritasse era o seu nome no topo de seus pulmões, quando Bobby transasse com ele.
  • Bobby lambeu a partir da base do pênis de Nik à cabeça queimado e cantarolou quando o gosto salgado de suor explodiu em sua língua. "Eu vou estar muito ocupado."
  • Nik piscou os grandes olhos verdes e Bobby sorriu. "Você pode tirar seus óculos e deixá-los ficar lá à noite." Ele apontou para onde Nik poderia deixá-lo. "Enquanto você está nisso, também pode querer pegar as camisinhas e o lubrificante."
  • "E quanto ao numero sessenta e nove que estávamos indo desfrutar mais cedo?" Nik arrastou a sua mão sobre a cabeça de Bobby e puxou seu lóbulo da orelha.
  • Roupas voaram ao redor do quarto enquanto ficava nu, não importando para Bobby fosse um terno em liquidação. Ele tinha outro limpo para amanhã.
  • "E você?" Nik perguntou, com as mãos já tirando dos botões através dos furos.
  • Bobby levou um Nik corado até o quarto, onde apontou para o homem em direção à cama.
  • "Merda, a porta." Nik o colocou sobre seus pés e fechou a porta, trancando antes de virar para olhar Bobby. Depois de pé, Bobby estendeu a mão.
  • Deixando de lado a cabeça de Nik, Bobby deslizou suas mãos para agarrar a bunda dele, balançou a parte inferior do corpo do homem em seu peito. Nik apoiou suas mãos sobre o peito de Bobby e empurrou para cima, abrangendo os quadris e balançando no pau de Bobby.
  • "Ei, querido, estou em casa." Ele sussurrou, antes de deslizar a mão para o fundo da cabeça de Nik, juntando suas bocas.
  • Teria chamado se tivesse ido para casa."
  • Sacudindo a chave na fechadura, Bobby xingou baixinho. Suas mãos tremiam, e não podia evitar, mas rir. Qualquer pessoa que olhasse iria pensar que estava bêbado ou algo assim, porque não conseguia segurar a porta para destravar.
  • "Estou pensando nisso. Obrigado." Bobby bateu seu companheiro sobre o ombro e saiu, deixando cair sua botas e luvas em um saco do lado de fora da porta do apartamento.
  • "Sim, é por isso que não vou te aborrecer com os detalhes, e você será o incrível parceiro que sei que é, e vai me liberar."
  • "Você faz. Deixei você fora da cena de Wendy Thompson porque estava doente. Tenho alguém esperando em casa por mim, e preferia não deixá-lo esperando, considerando que é nosso primeiro encontro."
  • Enquanto se afastava, respondia ao telefone. "Nós não sabemos nada, senhor."
  • "Sim, senhora. Tenho mais algumas informações também."
  • Ele lutou contra o impulso para largar o seu olhar e chutar o tapete debaixo dos pés como quando uma criança era chamada na frente da Madre Superiora na escola católica. "Estou trabalhando em algumas pistas, Tenente."
  • Bobby suspirou. "Não. Eu simplesmente não consigo ver uma mulher que tenha força de cortar uma pessoa do pescoço até o osso. Você tem que ter muita força para poder obter a faca em toda a carne." Ele olhou para a tenente. "Sem querer ofender, Tenente."
  • "Marcas de dentes, tenente. Sua garganta foi cortada até o osso, e não acho que isso foi um golpe de sorte, também. O assassino sabia muito bem para onde levá-la para a perda máxima e o acesso mais rápido para o sangue. Presumo que bebeu, enquanto ela estava morrendo."
  • "Boa menina." Bobby deu um tapinha no ombro dela e deixou acompanhar o corpo de Mavis fora do apartamento.
  • "Obrigado. Envie-as para mim, o mais rápido possível."
  • "Droga.” Bobby murmurou, os dedos das luvas cobertas pairando sobre as marcas dos dentes na carne de Mavis, onde sua jugular tinha sido cortada. "Você queria fotos de perto dessas marcas?"
  • Jablonsky arrastou os pés. "Não, senhora. Marks pode estar errado. Miss Vanderlist poderia ter cortado sua própria garganta ou poderia ter sido um assalto que deu errado."
  • Juntou as mãos atrás das costas e andou.
  • "O que seu instinto está lhe dizendo, Marks?" Ela o devorou com seus ferozes olhos azuis claros.
  • Bobby se endireitou e enfiou as mãos nos bolsos, como costumava fazer quando ia à loja com a mãe.
  • "Quanto você acha que vale essa coisa?" Ele estendeu a mão para empurrar com o dedo.
  • "Sim. Hansen e seus parceiros estão com ele. Temos outros detetives que vão de porta em porta no prédio para ver se alguém ouviu alguma coisa. Tenho um palpite de quando ela poderia ter sido morta."
  • “O que sobre as pessoas ricas morrendo no modo mais ensangüentado possível ultimamente?” Jablonsky pegou um vidro apoiado na mesa final. "Isso cheira a vinho." Bobby apontou para a garrafa aberta na mesa de bar ao lado, no canto.
  • Seu olhar aguçou. "Você acha que pode estar relacionado com os assassinatos Thompson?"
  • "Sim, senhor." Libby saudou quando passou com sua câmera na mão. Jablonsky revirou os olhos, mas deixou-a ir, antes de se dirigir para a sala. Bobby ficou onde estava acenando com a mão para chamar a atenção de Libby.
  • "Não há nenhuma maneira de abordá-la sem pisar no sangue", observou ele, a necessidade de verificar a ferida no pescoço, mas não querendo destruir a cena.
  • "Nós apenas não estamos ferrados, parceiro. Estamos completamente fodidos."
  • Bobby grunhiu, mas não se manifestou. Não era como se não tivesse vomitado em seu primeiro assassinato violento e sangrento. Depois de um tempo, se acostumou a isso, e assim o novato durará, assim como ele durou.
  • Entrando no apartamento, o primeiro cheiro que atingiu o nariz de Bobby foi o cheiro metálico esmagadora de sangue. Ele olhou para baixo e apontou para uma trilha de pegadas de sangue no corredor principal de um quarto.
  • "Marks, traga o seu traseiro aqui. Não os deixei tocar em nada até que cheguem os técnicos."
  • "Sim, certo. Mas como você urinou em cima de alguém, agora eles estão devolvendo para você." A risada de Hansen o seguiu, enquanto seguia pelo saguão para o elevador. Ao contrário do que está em seu apartamento, Bobby não tinha dúvida se este elevador principal estava em ordem para o trabalho.
  • "Como você ficou tão afortunado desenhando ambos os casos, Hansen?"
  • Faça o seu trabalho, Robert. Isso é tudo que você pode fazer, e deixar os pedaços caírem onde caírem, quando chegar a hora. A voz do seu pai ecoou em sua cabeça, e Bobby assentiu. Saiu do carro e ergueu o crachá quando se aproximou dos dois policiais de uniforme que guardavam a entrada do prédio.
  • Ele parou no edifício de apartamentos, que já tinha barricada de carros de polícia na frente dele. "Já cheguei. Estarei aí em um minuto.”
  • "Sim, parceiro. Somente filha de Reinholt Vanderlist. Dinheiro velho de New York e uma das celebridades mais populares da sociedade."
  • " Mavis Vanderlist."
  • Jablonsky murmurou alguma coisa com alguém antes de voltar para Bobby.
  • Bobby assobiou baixinho. "A alta sociedade. A vítima já foi identificada?"
  • "Ei, estou a caminho. Para onde vou?"
  • Nik assentiu, parecendo um pouco confuso, mas Bobby não tinha mais tempo para explicar as coisas para ele. Bateu a porta fechada, verificando para ter certeza que estava trancada, e desceu a escada de volta para a porta que levava ao estacionamento. Merda, Jablonsky iria matá-lo por não chegar lá mais cedo. Bobby deu de ombros, enquanto saía do estacionamento e balançou a cabeças. Ele discou o numero do celular de seu parceiro.
  • "Bom." Bobby abraçou apertado por um segundo, antes de se dirigir para a porta. "Os controles remotos estão sobre a mesa mais perto da TV. Eles estão realmente fáceis de ver. Você está convidado a assistir a qualquer um dos meus filmes que você quiser."
  • "Se você não se sentir confortável aqui, vou te levar pra casa. Não vou deixar você pegar o ônibus. Não é assim que meu pai ensinou a cuidar dos meus encontros."
  • "Você vai ficar?"
  • Lambeu uma linha até o ponto sensível atrás da orelha de Nik e chupou, só um pouco, e ele engoliu uma risada, quando Nik gemeu e ficou mole, a sua confiança na força implícito em suas ações de Bobby. Sua cabeça inclinada para dar mais acesso a Bobby, Nik segurou firme nos ombros de Bobby. Sugar mais, uma mordidela de orelha em Nik, e Bobby afastou o outro homem para longe dele.
  • Era um outro traço nervoso? Bobby não tinha certeza, o que fazia Nik ficar nervoso. Caminhou até o homem esguio, com os óculos no nariz, e o abraçou.
  • Finalmente, ele sugeriu: "Por que não fica aqui? Tenho comida na geladeira e coisas para beber. Você pode assistir alguns filmes, apesar da maioria dos meus filmes são em preto e branco, dos anos trinta e quarenta."
  • "Aonde você vai?"
  • Nik parecia tão feliz quanto Bobby com aquele pensamento. Depois de se vestir, Bobby tirou o revólver da mesa de cabeceira e colocou em seu cinto. Seu emblema foi do outro lado e vestiu o paletó, o cobrindo.
  • "Está tudo bem." Nik cutucou o seu polegar, um hábito que Bobby tinha notado desde o primeiro dia que se conheceram. "Eu só espero que isso não tenha nada a ver com o caso."
  • Caminhando de volta para seu quarto, ele avistou Nik sentado na cama, vestido. A decepção percorreu Bobby. Merda. Ele estava apenas indo pegar um pedaço desse traseiro doce e algum psicótico tinha que estragar tudo.
  • Ele esperou para ver o aceno de Nik, antes de correr para o banheiro. Tremendo quando desligou a água fria, percebeu que não tinha tempo suficiente para se barbear. Dane-se. Foi o seu dia de folga, que o tenente lide com isso. Bobby e Jablonsky não deveriam pegar um caso neste fim de semana, mas desde que esse parecia com os assassinatos de Thompson, os agentes que responderam ao chamado acharam que eles deveriam estar lá.
  • Nik pareceu surpreso que Bobby lhe pedira isso, mas Bobby o arrastou de volta para seu quarto e apontou para o armário.
  •  
  • "O quê?" Bobby se levantou do sofá, desalojando Nik. "Quando?"
  • Rindo, Bobby colocou o dedo sobre os lábios, quando atendeu ao telefone. "Marks."
  • Desde que estava em cima, Nik subiu fora do sofá e agarrou a calça jeans de Bobby. "Aqui pegue."
  • O gosto do pré-sêmen de Bobby na boca de Nik. Deus eu vou morrer agora. Ele gemeu quando o telefone celular de Bobby tocou. "Você tem que responder isso?"
  • Bobby riu e sacudiu o saco de Nik com o dedão. "Basta de jogar com o seu pênis bonito."
  • Nik andou até ao final do sofá e estendeu a mão para puxar a roupa íntima de Bobby para baixo.
  • Rastejando fora de colo do Bobby, Nik levantou e empurrou para baixo a sua roupa interior. Gesticulou para a roupa íntima de Bobby. "Posso?"
  • "Sim. O número sessenta e nove para ser exato."
  • "Hmmm, como se sente sobre os números?" Nik perguntou.
  • Nik lançou o mamilo em sua boca e olhou para o ponto vermelho escurecendo. Perfeito. "Existe outra localização aceitável?"
  • Nik abaixou e saiu correu sua língua sobre o mamilo castanho claro, antes de morder entre os dentes. Não mordeu duro, apenas o suficiente para provocar um gemido de Bobby. Ele sorriu para si mesmo enquanto se agarrava à pele sensível.
  • "Então..." Nik raspou a unha curta entre a protuberância da bunda. "Será que isso é uma lugar aceitável para um machucado?"
  • No sofá do apartamento de Bobby, Nik subiu a bordo, escarranchando os quadris do maior homem.
  • "Mmmm." Nik alcançou a pele e deu um leve empurrão no corpo de Bobby. "Deixe-me em cima, assim que chegar a um ponto que possa te marcar."
  • Com seus pênis roçando um contra o outro, excitou a Bobby, Nik começou a beijar e lamber o pescoço do seu logo amante.
  • Bobby jogou Nik no sofá, como se não pesasse nada. Bobby veio por cima de Nik e balançou a cabeça. "Uma viagem para a sala de emergência não é exatamente o que tinha em mente."
  • Nik começou a se empurrar contra o pacote de Bobby e tropeçou nas calças ainda estando presas em torno de seus tornozelos. Quando começou a cair, Nik tentou desesperadamente endireitar-se, antes de ir de cara à mesa de café.
  • "Desculpe. Aprendi uma lição muito importante, enquanto crescia sobre os meus óculos. Tenho a tendência a ser um pouco chato quando se trata de cuidar deles."
  • "Tira."
  • "Sim, mas só funciona a cada segundo na terça-feira. Melhor irmos de escadas, no caso de ficarmos preso por horas."
  • Depois de usar sua chave, eles entraram num pequeno átrio, completo com caixas de correio. Bobby apontou para as escadas. "No terceiro andar."
  • Antes de abrir a porta, Bobby estendeu a mão e puxou para frente Nik, pela parte de trás o pescoço. A boca de Bobby encontrou a sua, empurrando sua língua para dentro. Terminou o beijo mordendo um pedaço macio do lábio inferior de Nik. "Vamos."
  • Ele estudou os bairros em que percorreu. Era raro porque ele não vinha para este lado da cidade. "Isso é bom." comentou.
  • Nik sutilmente voltou à face frontal, nem sequer encontrou a idéia atraente. Não podia imaginar fazendo isso por prazer. Sou o tipo de doente para ele, mas decidiu suspender o julgamento até uma data posterior.
  • "Então por que você me bateria?" Mesmo sendo Ingênuo, Nik não entendia ao certo porque permitiria que um amante o machucasse.
  • Nik sentiu seu rosto corar. "Não. Não tive muitos amantes, mas talvez não os tenha irritado o suficiente para baterem em mim."
  • Nik engoliu todo o nó na garganta. "Eu não sei. Quer dizer, eu não penso assim."
  • A mandíbula de Nik caiu. Será que Bobby realmente ia fazê-lo? Nik não tinha recebido uma palmada desde que era um menino. Seu choque deve ter mostrado a sua cara porque Bobby começou a rir.
  • Nik deu uma risadinha. Não se lembrava de ter tanto divertimento em um primeiro encontro. Com o cinto de segurança ainda preso, Nik virou seu corpo para Bobby. Ele apalpou seu pênis propositalmente e gemeu. "Isso incomoda você?"
  • Assim que Bobby pegou a Cross Island Parkway, Nik lançou uma das mãos debaixo de sua bunda e correu sobre seu pênis. No começo, ele não pensou que Bobby percebesse, então fez isso de novo, aplicando mais pressão e dando-se o menor aperto.
  • "Bronx." Bobby nem sequer olhou para Nik quando disse.
  • Nik seguiu as ordens e atingiu todo o console para destravar a porta de Bobby, antes de firmar o seu cinto de segurança. Ele praticamente vibrou com a luxúria, mas sabia que o tráfego da cidade de Nova York não se prestava a ficar tateando, então sentou sobre as mãos para não chegar para o monte pressionando contra a braguilha de Bobby.
  • Nik riu e Bobby beijou novamente. "Eu tive isso todo o tempo em que estivemos aqui, o que é outros 25 minutos."
  • Santa Merda. Nik não sabia se seria capaz de fazê-lo em algum lugar isolado, antes de tirar sua calça. "Preciso de você."
  • Sem uma palavra, Bobby mais uma vez caminhou em direção ao seu carro, só que dessa vez foi mais como correr. Nik segurou firme a mão de Bobby e tentou manter-se. Em um mar de carros, Bobby, conseguiu encontrar o Camaro.
  • Bobby resmungou e jogou o bilhete no chão, antes de levantar. "Minha sorte estáuma merda hoje."
  • Nik lambeu os lábios. "Eu não posso fazer muita coisa aqui, desculpe." Por um breve momento, Bobby sussurrou na orelha Nik. "Tão logo a corrida seguinte termine, por que não saímos daqui?"
  • Nik cedeu à tentação e descansou a mão na barriga lisa Bobby. "Será que você se incomoda se eu sentar tão perto?"
  • Evidentemente, Bobby não foi o único a perder, porque as arquibancadas esvaziaram lentamente, enquanto as corridas continuavam. Convinha isso a Nik muito bem. Sabia que era estranho para um homem que nasceu e cresceu em uma cidade se sentir sobrecarregado por grandes multidões, mas tinha crescido no seu pequeno canto de Chelsea. Seus pais mal conseguiam pagar as contas em casa e ele viver passeando ao redor de Manhattan não tinha sido um luxo que eles poderiam dispor, então Nik passou a maior parte de seu tempo, ou no seu quarto ou a filial local da biblioteca.
  • Com a mão livre, Bobby abriu o programa e começou a estudar a corrida após ter ficado pronto para dar a largada. Foi bom estar com alguém que não tivesse medo de mostrar um pouco de afeto em público.
  • Ler foneticamente
  • Sentindo-se confortável pela a primeira vez desde que, chegaram à pista, Nik inclinou-se contra o lado de Bobby. "Bem, você não precisa se preocupar comigo. Eu sou bom. Vou levar os meus montes de dinheiro e comprar alguns hambúrgueres depois que sairmos."
  • Bobby deu um toque no programa e rolou na mão contra a sua coxa e se sentou.
  •  
  • "Não se preocupe. Não estou indo para arrastá-lo até as janelas e forçá-lo a uma aposta. Vou fazer a aposta." Levantou os ombros juntos. "Quem sabe? Talvez você seja uma boa sorte para mim."
  • "Ok, Nik. Você está pronto para sua primeira aula em aposta de cavalos?"
  • Bobby sentou-se e segurou o ombro de Nik. "Se você estiver entediado ou decidir que já teve o suficiente, me avise. Venho aqui todo fim de semana, assim que sair mais cedo, não seria um problema para mim."
  • "Não se preocupe. Este é o meu lugar favorito, logo na chegada. Nós vamos dar uma boa olhada nos cavalos cruzando a linha." Ele gesticulou para Nik tomar um assento. "Você está com fome ou com sede? Posso conseguir algo."
  • Vinte minutos depois, eles estavam estacionando em Belmont e Bobby levou Nik pelas portas. Depois de pegar um programa e o Daily Racing Form, descansou a mão na parte de baixo das costas de Nik e dirigiu o homem menor no meio da multidão para as arquibancadas.
  • Bobby piscou para Nik. "Veja, sabia que você era mais esperto do que eu. Não aposto muito dinheiro. Não quero ter que vender meu carro para pagar minhas dívidas. Levei muito tempo para restaurar essa beleza para perder tudo em uma aposta."
  • "Você não vai mesmo apostar um dólar?" Ele dirigiu com confiança tranqüilo, sabendo o quão bem afinado o carro estava.
  • "Belmont. É uma reta só. Vou até Saratoga quando tiver um par de dias de descanso do serviço, e sei que não vou conseguir um tão cedo." Bobby apertou a mão de Nik. "Tem alguns bons cavalos correndo hoje. Vou ensiná-lo a escolher um vencedor."
  • Suas palavras pareciam ter chocando a Nik, porque o professor não comentou nada quando Bobby ligou o carro e se afastou do meio-fio. Achou uma emissora de rádio, deixando o rock clássico derramar dos alto-falantes. Pegou a mão de Nik e pousou-o em sua coxa sob sua própria responsabilidade.
  • Nik abaixou a cabeça, com o rosto vermelho beterraba. Bobby estendeu a mão e acariciou Nik no rosto.
  • "Merda. Sabia que ia ser um fogo de artifício. "Bobby respirou profundamente, apreciando o cheiro do desejo e da necessidade de preenchimento de seu carro.
  • Sorrindo, Bobby ajudou Nik em voltar para seu assento e colocou o cinto de segurança enquanto Nik prendia a respiração, parecendo ter seu corpo sob controle.
  • O beijo esquentou e se tornou relaxado, quando eles provocavam mutuamente com os dentes, língua e lábios. Bobby enroscou seus dedos no cabelo de Nik, segurando o homem mais jovem, enquanto ainda saqueava sua boca.
  • Nik tremia, e suas mãos deitadas, fechadas em seu colo. Bobby recuou alguns centímetros e sussurrou: "Você pode me tocar, se quiser."
  • "Eu acho que você é o tipo de cara que se concentra em um livro ou uma peça interessante de investigação e se esquece de comer. Você pode se esquecer onde deixou sua mochila ou telefone celular, mas não acho que isso faz você desmiolado. Acho você intensamente focado e totalmente ligado novamente."
  • "Está tudo bem. Só não quero que você pense que sou tão distraído, que não iria se lembrar de trancar a minha própria casa." Nik franziu o cenho.
  • Nik hesitou antes de acenar e juntou-se a Bobby na varanda. Mesmo que tivesse visto Nik trancar a porta, não podia deixar de chegar ao seu redor e testar para certificar de que estava fechada. Nik olhou para ele, enquanto se dirigiam em direção ao seu carro.
  • Sem realmente considerar suas ações, inclinou para frente e deu um beijo nos lábios de Nik. Aqueles lindos olhos verdes que Nik mantinha escondido por trás dos óculos arregalaram de surpresa. Bobby se afastou, antes que fosse tentado a dar mais um beijo.
  • "Oi, Bobby."
  • Ele virou o telefone, fechou e jogou no banco do passageiro. O tráfego foi surpreendentemente leve para a cidade, então parou na frente da casa de Nik na hora certa. Saindo, espreguiçou por um momento olhando em volta. As casas eram mais velhas, provavelmente construídas pelos homens que trabalhavam nas docas ou na câmara frigorífica. Ser professor devia fazer Nik ganhar um bom dinheiro, porque os preços reais em Chelsea eram elevados, agora que a parte da cidade era desejável novamente.
  • "Eu aposto." Um suspiro suave rastejou pelo telefone. "Se o seu instinto está dizendo que deixar alguns especialistas olhar nisso é o caminho certo para o nosso caso, vou acreditar em você, sabe que o tenente estará feliz conosco, contanto que tragamos resultados. Agora, estou desligando e preparando-me para o café-da-manhã e almoço com a família. Você se divirta na pista."
  • "Você não estava bem com ela no começo?"
  • Embora Bobby tentasse permanecer sob o radar do tenente, ele e Jablonsky compartilhariam um chute no traseiro.
  • "Nós provavelmente vamos ser chamados no tapete amanhã."
  • "Todas essas histórias de vampiros foram inventadas pelo homem, para fazer o Drácula, ou o que seu nome verdadeiro seja, parece assustador para seus inimigos." Jablonsky resmungou. "Você tem alguma informação útil?"
  • Mais do que provável, qualquer que seja o vinho que estivesse na garrafa estava envenenado e isso fritou seu cérebro."
  • "Merda, não é?" Parando na luz, bateu os dedos no volante. "Isso pode explicar Thompson beber o sangue de suas vítimas, depois que ele os matasse."
  • Ele duvidou, mas não comentou sobre isso. "Sim, veja isso. Tem mais de quinhentos anos e pode ter pertencido ao meio-irmão de Drácula."
  • "Merda. Esqueci de te ligar. Tenho algumas boas informações sobre esse barril que encontramos no local de Thompson."
  • "Marks."
  • Mesclando no trânsito, dirigiu-se a Chelsea, rezando para que o tráfego estivesse bom. Odiaria estar atrasado em seu primeiro encontro. Uma boa primeira impressão traria possibilidade de novos encontros e Bobby queria conhecer melhor Nik.
  • O motor rugiu para a vida e sorriu. O vermelho-sangue, de todo macho americano não sorriria ao som disso? Ele pressionou a palma de sua mão contra sua ereção ameaçando romper seu jeans. Ah sim, e que cara não ficaria duro com o pensamento de todo esse poder?
  • Ele fez uma pausa em seus pensamentos para apreciar as linhas limpas do Camaro, 1969, o ano das estrelas alinhadas e a Chevrolet construíram o perfeito carro forte. Bobby tinha amorosamente restaurado o carro inteiro e agora era o seu bem mais valioso. Ele passou a mão sobre o teto do carro, e abriu a porta.
  • Ele ia chegar atrasado, se não acelerasse as coisas um pouco. Bobby colocou sua camiseta e correu para a sala de estar, em busca de suas botas. Ah, lá estavam elas. Ele agarrou-os e enfiou os pés nelas. Óculos de sol em seu rosto, chaves na mão, o telefone grampeado no cinto e carteira no bolso de trás. Escolheu deixar a arma de serviço, para trás. Seu instinto disse que Nik poderia ficar nervoso, se descobrisse que Bobby carregava uma arma, mesmo quando não estivesse trabalhando.
  • Deus, o professor era bonito, mas obviamente não sabia disso, vestia com uma folgada e suada camiseta tamanho grande. Nik tinha um corpo pouco magro, o que Bobby descobriu quando tinha beijado o homem na noite anterior. Eles não deviam ter se beijado, Bobby sabia disso, mas não resistiu. Nik tinha um cheiro tão limpo e fresco e Bobby queria provar os lábios de Nik, desde o momento em que eles se conheceram.
  • Esse pensamento solidificou sua crença na reação de uma garota, porque não tinha roupas, tinha jeans ou terno. Ele não era o tipo de cara que colocou um monte de roupas da moda em seu guarda-roupa. Ternos era uma necessidade para o trabalho, desde que o Comissário instituiu um padrão de vestimenta para os detetives. Bobby comprou ternos de boa qualidade, mas não era um Armani, com certeza.
  • A água escorria do tórax de Bobby quando ficou na frente de seu armário, embrulhado em uma toalha, tentando decidir o que vestir. Ele soltou um suspiro frustrado, antes de pegar a primeira camisa e uma calça jeans que as mãos tocaram. Em algum lugar entre a noite anterior e o tempo que ficou no banho, começou a reagir como uma garota de dezesseis anos de idade. Foi à explicação mais lógica para o porquê não conseguir encontrar uma maldita roupa que gostava.
  • "Meu palpite é ‘algo assim'."
  • "Não sei. Quanto tempo demora que o laboratório análise o conteúdo?"
  • Nik balançou a cabeça. "Este tonel não foi comprado num leilão normal. Se um lugar como a Christies tivesse algo tão valioso como isto sobre um bloco, é melhor você acreditar que estaria em todos os noticiários. Diga ao seu parceiro para olhar nos leilões de venda no mercado negro ou colecionador particular. Se tiver sorte, talvez possa rastrear o vendedor. Por que lançar um barril de 550 anos de idade de vinho agora? Tem que haver uma razão."
  • "De onde o barril vem?"
  • "Agora que sei que alguns de seus segredos, você vai compartilhar outra comigo?" Nik perguntou.
  • "Depois que Morgan Thompson matou suas vítimas, ele bebeu o sangue."
  • "Há algo que acho que você deveria saber. Temos de alguma forma, conseguido manter alguns dos mais sangrentos fora da notícia, mas acho que é relevante para sua pesquisa."
  • "Isso não está ajudando." Bobby praticamente rosnou.
  • Bobby tomou um gole e acenou. "Desculpe, eu só estou tentando fazer minha cabeça voltar para a razão de eu ter vindo aqui."
  • "Diga-me novamente sobre esse cara Radu."
  • "Ok." Nik murmurou antes de estar na ponta dos pés para outro breve beijo. Embora Bobby beijasse de volta, Nik podia sentir um pouco de tensão rastejar nos ombros do homem. Quebrou o beijo e afastou-se da tentação. "Dois copos de suco, saindo." Ele pegou a garrafa da geladeira e levou-a para o balcão. Depois de encher dois copos, Bobby levou de volta para a sala. Seus lábios estavam inchados de seu lapso momentâneo de restrição e Nik não poderia ter sido mais feliz sobre isso.
  • "Bem, sinta-se livre para estudar a qualquer hora que você queira."
  • "Estou contente por você me achar irresistível." Brincou Nik.
  • Aquecido contra o grande corpo do detetive, Nik não podia imaginar um lugar melhor para estar. Brincou com a sua língua contra a de Bobby, entrando em um jogo erótico.
  • Bobby baixou a cabeça e apertou seus lábios contra Nik. O beijo foi suave, mas com certeza, assim como era Bobby. Nik voltou e enfiou os dedos na parte de trás do cabelo de Bobby, quando abriu a boca.
  • Bobby se aproximou por trás dele e colocou as mãos sobre os ombros de Nik. "Suco estaria ótimo."
  • "Tudo bem?"
  • Nik apontou para o sofá. "Sinta-se confortável. Já volto."
  • Ele levou Bobby para a sala. "Posso arranjar-lhe algo para beber?"
  • "Ei.” Bobby cumprimentou com um sorriso.
  • “Bem, existe uma mesa real aqui debaixo.” Ele comentou com uma risadinha. Desde que ele e Bobby ficassem na sala de estar, esperava que o detetive não pensasse que era uma pessoa muito desajeitada.
  • Quando desceu ao andar debaixo, olhou para o estado de sua sala de estar e gemeu. A limpeza era uma das tarefas que tinha planejado para o dia anterior, quando tinha chamado Bobby.
  • Enquanto caminhava para seu quarto, a água continuava a escorrer nos cachos negros de seu cabelo e no peito e costas. Abriu a gaveta e começou a vestir no seu estilo habitual de calças demasiada grande e camiseta extragrande. Havia algo sobre roupas largas que o faziam sentir confortável.
  • Depois de desligar com Bobby, Nik jogou o resto do seu jantar no lixo, achando que Bobby tinha tomado a decisão correta. Ele só esperava não morrer de intoxicação alimentar, antes de seu grande encontro de amanhã. Oh. Merda. Bobby estava chegando.
  • "Eu sei que é tarde, mas posso ir aí? Há algo que preciso falar com você, e prefiro não fazê-lo através do telefone."
  • "Sim. Isso é o que os livros dizem, mas ele era uma pessoa real." Bobby ficou em silêncio novamente.
  • Bobby não disse nada, então continuou Nik. "Vlad Dracul III é mais conhecido como..."
  • "Ok, vou te morder, quem é o homem?"
  • "Isso é doente."
  • "Os Cavaleiros de quê?"
  • "Uma das insígnias?"
  • "Oh, não reconheci o número no identificador de chamadas."
  • O telefone tocou várias vezes, antes de Bobby finalmente atender. "Marks."
  •  
  • Antes de ir para a seção de pesquisa, sentou em uma mesa e tentou reunir seus pensamentos. Não faz sentido ir a uma caçada. Havia algo tão familiar sobre a insígnia. Ele sabia que era uma questão de tempo através da informação em sua mente. Ele tirou o desenho e a fotografia de sua mochila.
  • Bobby piscou. "Conheço as pessoas."
  • Sabendo que não iria ganhar, Nik finalmente concordou. "Eu prometo."
  • Nik começou a sair do carro, mas Bobby estendeu a mão e agarrou sua mão, segurando-o no lugar.
  • "Se estiver escuro, prometa-me que você vai pegar um táxi?"
  • Bobby estacionou em fila dupla em frente à escadaria. "Claro que você não quer que eu fique e dou-lhe uma carona para casa?"
  • O humor de Bobby estava melhorando. "Ótimo. E se for buscá-lo por volta das onze?"
  • "Sim. Eu gosto de ir pelo menos uma vez no fim de semana, quando os cavalos estão competindo. É a minha maneira de relaxar."
  • Bobby virou uma esquina. "Não. Estava pensando se você gostaria de ir à pista de corrida de cavalos comigo amanhã."
  • Bobby virou para olhar Nik. "Por que você iria se arrepender? Você descobriu coisas no barril que iria demorar semanas para chegar. E isso supondo que nem sabia que o estava procurando, em primeiro lugar."
  • "Ela fecha às seis. Infelizmente, os livros que vou olhar são livros de referência e não pode ser retirados. Eles estão fechados aos domingos, por isso vou ter que tentar novamente segunda-feira se não encontrar o que preciso hoje à noite."
  • Nik abriu o recipiente e olhou para as sobras. "Eu acho que vou ficar bem."
  • Bobby assentiu e abriu a porta. Nik começou a perguntar se o detetive estava furioso com ele. Sabia que Bobby teve uma chance chamando-o sobre o caso em primeiro lugar. Talvez o detetive lamentasse sua decisão.
  • "Claro. Vou levar os outros e colocá-los com o resto dos arquivos do caso."
  • Nik assumiu que ele ainda estava preocupado com o barril, para que não o empurrasse.
  • Nik sabia que sua concentração sofreria com o detetive lindo por lá, então relutantemente, balançou a cabeça. "Eu posso fazer essa parte, mas você vai ser o primeiro, a saber, quando eu encontrar alguma coisa."
  • Nik levantou o desenho semi-acabado. "Eu preciso fazer alguma pesquisa. Você se importaria em deixar-me na biblioteca, da Rua Quarenta e Dois?"
  • Nik desligou e voltou-se para Bobby. "Disse que cuidara de tudo. Não sei para quem ele vai ligar, mas o Professor Lattimer tem algumas conexões poderosas em Washington e Nova York."
  • "Obrigado, Professor Lattimer.”
  • "Ainda não. Tenho um pressentimento que vou passar algumas horas com o nariz preso em pesquisa de livros."
  • "Você acha que uma chamada para o Prefeito iria ajudar a acelerar o processo?" Nik sabia que ele estava empurrando, mas George nunca foi conhecido por fugir de um desafio.
  • “... então gostaria de saber o que está escrito no rótulo sob o selo de cera. Pode dizer-me quanto tempo você acha que vai levar?"
  • "É para uma aula?"
  • "Sério? Eu pensei que você fosse um especialista agora?" George riu.
  • "Estou no melhor momento da minha vida."
  • "Nikolay, como você está, garoto?"
  • "Olá?"
  • Bobby arranhou a parte de trás do pescoço. "Ela disse que é melhor eu estar certo ou será a minha cabeça. Isso é o mais próximo à sua bênção como sou provavelmente a começar."
  • "Sim. Ela não está feliz, mas ouviu tudo o que eu disse, o que é um bom sinal."
  • "Merda. Desculpe-me.” Bobby pediu desculpas.
  • Estava tão envolvido no que estava fazendo, que não ouviu Bobby entrar na sala.
  • Nik estudou as imagens perfeitas do lacre de cera. "Estes são grandes. Obrigado, Peter."
  • Peter estendeu várias fotografias. "É o melhor que posso fazer com o que temos aqui.
  • Nik estendeu a mão e agarrou a mão livre de Bobby, dando-lhe um leve aperto. "Eu não iria colocá-lo nesta posição, se não tivesse certeza."
  • Após alguns momentos, Bobby levantou e puxou o telefone celular do bolso da jaqueta.
  • "Deixe-me pensar por um momento. Examinaria cuidadosamente melhor se advertisse meu tenente, antes dela receber o telefonema real."
  • “Então, o que você está propondo?”
  • "É mais um indício, é o motivo. Não me pergunte como sei, chamasse um instinto."
  • Nik cobriu o rosto com as mãos, algo que sempre fazia quando estava pensando profundamente. "Simplesmente não faz sentido. Um barril tão original como este, ainda cheio de vinho, ou qualquer outra coisa, seria quase inestimável, então por que alguém intencionalmente desvalorizaria tal investimento por beber o seu conteúdo?"
  • "Então você tem alguma idéia?"
  • "As evidências mostram que ele estava bebendo dele na noite dos assassinatos." Os ombros de Bobby pareciam pesados. "Deus, vou ser demitido por dizer isso."
  • Bobby parecia inquieto. Nik sabia que era difícil para o detetive discutir um caso aberto.
  • Bobby suspirou. "Eu provavelmente não deveria estar dizendo isso, mas, francamente, eu não sei como responder à sua pergunta. O barril foi encontrado no escritório de Morgan Thompson na noite em que foi morto.”
  • Os olhos castanhos de Bobby estreitaram em fendas simples. "Por que é que isso interessa?"
  • "Ajudaria como? Você me perdeu."
  • "Bem, a insígnia é definitivamente algo que consiga pesquisar usando uma fotografia. Embora ainda gostasse de saber o que está sob a cera." Nik zumbia os dedos sobre a mesa. Sabia mesmo que tirasse a cera, a etiqueta provavelmente arranharia até ao ponto de ficar ilegível.
  • Peter olhou para Bobby pedindo permissão. Depois que Bobby assentiu, o homem envolveu o barril na proteção e levou-a da sala.
  • "Merda." Bobby passou a mão sobre o seu curto, cabelo loiro escuro. "E agora?"
  • "O quê?" Bobby inclinou sobre o ombro de Nik, fornecendo um olhar mais atento ao selo.
  • “Peter Allenbrand.” O técnico cumprimentou.
  • "Você importaria se eu ficar?" O técnico pediu a Nik.
  • Nik assentiu, tomando um lugar à mesa de conferência longa. A maioria das coisas que precisava estava lá. Ele puxou um par de luvas de borracha nitrílica para fora da caixa fornecida e ajustou as lâmpadas de luz negra, antes de desligar as luzes fluorescentes de cima.
  •  
  • Bobby estendeu a mão e apertou o ombro de Nik. "Você está pronto para segurar um barril do século XV?"
  • "A propósito, os gemidos e o garfo na bochecha? Deixou-me duro. Não acho que você é um idiota, acho que você provavelmente é um homem brilhante que passou demasiado tempo na maldita biblioteca, em vez de sair para o mundo real."
  • "Olha, não sei quais são os seus problemas, mas minha bunda está na reta. Eu questionaria tudo, antes de dar acesso a uma peça vital de prova. Agora se acalme, porra."
  • "Ajudaria se eu desse uma lista das minhas credenciais? Pode acreditar em mim, as tenho. Você pensa que porque enfio meu rosto com um garfo ou gemo quando como comida muito boa, sou um idiota, mas não sou! Eu trabalhei duro como um condenado para chegar onde estou hoje, e não vou deixar você ou alguém colocar a minha experiência em prova."
  • "Contanto que você garanta que sabe o que está fazendo, então sim."
  • Nik inclinou a cabeça e deslizou para fora da cadeira. Sentiu o calor da mão de Bobby contra a parte inferior de suas costas, quando fez o seu caminho até a porta. Nik não tinha certeza se Bobby sabia que estava fazendo isso.
  • "Obrigada." Nik levou a caixa e colocou seus restos. Até o momento de acomodar sua comida, Bobby ficou ao lado da mesa.
  • A piscadela que Bobby deu a Nik o deixou sem fôlego. Estava flertado com ele? Ele soltou o pedaço de papel, mas notou que Bobby parecia relutante em tirar a mão.
  • "Não seja ridículo. Posso pagar a metade." Começou a pegar a conta, mas Bobby pousou a mão em cima de Nik, antes que pudesse pegar o cheque.
  • Nik puxou sua mochila danificada perto e abriu o bolso lateral para pegar sua carteira. Esperou enquanto Bobby estudava a conta, antes de alcançar para pagara sua parte.
  • Nik acenou, agradecendo a sua estrela da sorte que Bobby tinha parado de acariciar o estômago. "Estou bem. Se comer demais, eu terei dor de estômago."
  • "Posso ter uma caixa para viagem, por favor?" Ele tinha conseguido comer cerca de um terço de seu almoço, antes de se envergonhar muito. É melhor ir para casa do que arriscar a se humilhar mais.
  • Não só o garfo o machucou como o inferno, mas Bobby tinha testemunhado a coisa toda. Sim. Sou socialmente desajeitado. Decidiu parar, enquanto estava à frente, sinalizando para a garçonete.
  • "Eu sou um nova-iorquino. Nem sei dirigir, o que faria com um carro? Além disso, estacionamento custa uma fortuna na cidade."
  • "Eu quero saber se é caminho da minha linha de ônibus." Nik admitiu. Ele não tinha brincando, quando disse a Bobby que era o seu novo restaurante favorito.
  • "Qual é o endereço deste lugar?"
  • "Desculpe."
  • Bobby meneou a cabeça. "Não... Acho que nunca ouviu alguém desfrutar tanto de um bolo de carne."
  • Com apenas cinco ou seis anos, Nik pode ser pequeno, mas ele não era fraco, e odiava quando James tentou tratá-lo como um. Então, por que o pensamento de Bobby levando-o para a cama colocou seu pênis em movimento? Estranho.
  • Bobby respirou rapidamente antes de dar uma mordida no seu filé de frango frito. "Não. Você merecia ser depositado, não pressionado."
  • Bobby deu de ombros. "Você poderia facilmente ser carregado e levado para a cama. Você consegue ver alguém tentando fazer isso comigo?"
  • Bobby parece estar à procura de exemplos. "Bem, você pode resgatar gatinhos de canos de esgoto."
  • "Ser pequeno não é necessariamente uma coisa ruim. Pense em todas as coisas que você pode fazer que eu não posso."
  • Nik olhou para cima e viu a preocupação nos olhos avelã do grande Bobby. "Está tudo bem. Estou acostumado com isso."
  • Por alguma razão, a observação machucou a Nik. Quantas vezes, crescendo, ele correu a casa para ficar longe de intimidações que tentaram lhe pegar, por sua pequena estatura?
  • A garçonete entregou a sua comida e a mandíbula de Nik caiu. "Eles dão grandes porções. Eu não vou precisar comprar outra refeição pelo resto do fim de semana."
  • Bobby meneou a cabeça. "Eu pensei que todo mundo tinha pelo menos uma."
  • Ele olhou para cima para ver um grande sorriso no rosto de Bobby. "Eu aposto que você está recuperando o tempo perdido."
  • "Eles pensavam o quê?" Bobby descansou os braços sobre a mesa e inclinou para frente como se realmente estivesse interessado em ouvir o que Nik tinha a dizer. Nik encolheu os ombros.
  • Nik sentiu seu rosto corar. "Meus pais não permitiram doces ou televisão em casa. Eles pensavam..."
  • Nik sorriu e tomou um gole de sua bebida. "Eu tenho um forte desejo por doce."
  • Nik esvaziou outro pacote de açúcar em seu chá gelado e pegou a colher. Quando começou a mexer a bebida, notou Bobby olhando para ele. "Há algo de errado?"
  • O estômago de Bobby roncou, lembrando que tinha perdido o café da manhã. "Quer pegar um lanche antes de voltar para a delegacia?"
  • "Você pode fazer isso de olhar para ele?" Ele fundiu no tráfego. Nik encolheu os ombros, ombros delgados movimento sob uma enrugada, camisa vermelha escura.
  • "É um exemplar único. Nunca vi uma assim antes." O rosto de Nik se iluminou e olhou para Bobby.
  • Nik abaixou a cabeça e corou. A queda de cachos escuros bloqueava a visão de Bobby do rosto de Nik. Estendeu a mão e acariciou o joelho do homem.
  • Antes que pudesse sequer sair do carro, o professor correu os degraus da escada e entrou na frente do veículo para chegar até a porta do passageiro. Quando Nik estava sentado e afivelou o cinto, Bobby afastou do meio-fio.
  • Ele não era o tipo de cara que se preocupava com coisas como a morte, então empurrou seus pensamentos a distância. Viva e deixe viver era o seu lema. Se algo estava para acontecer entre ele e Nik, aconteceria. Se não, então trataria Nik como qualquer outro especialista com quem havia trabalhado no passado.
  • Nikolay Radin transmitia um ar de ingenuidade e pureza que geralmente fica desligado Bobby. Ainda havia outra coisa sobre o professor que provocava o interesse de Bobby.
  • Por que não poderia ser Nik algum velho professor enfadonho-cansativo em vez do rato de biblioteca lindo que era? O homem era provavelmente mais velho que ele, mas esses óculos e roupas emprestaram-lhe um ar de inocência que sacudiu todos os interruptores de Bobby. Inferno, talvez não fosse tão inocente?
  • Ele franziu os lábios. Realmente, essa regra era aplicada às testemunhas e suspeitos em casos. Era possível que não se aplicasse aos peritos convidados para ajudar com os casos.
  • Depois tirando o telefone fechado, o jogou no banco ao lado dele e teve uma discussão consigo mesmo enquanto dirigia.
  • "Coisas? Ah, certo, meus livros. Vejo você em pouco tempo, Bobby."
  • Relutante em terminar a chamada, mas sabia que precisava deixar Nik ficar pronto.
  • "É bom, considerando-se um monte de policiais que deixa o trabalho os comerem vivo. Eles ficam bêbados ou drogados. Depressão é um risco grande neste trabalho, junto com o divórcio."
  • Ele sorriu com o pensamento de seu pai. "Um veterano da força de trinta anos. Viu muita merda desagradável acontecer, mas nunca deixou chegar a ele."
  • Ele realmente precisava manter sua mente fora da calha, pelo menos até que o caso acabasse, ou nunca poderia fazer alguma coisa.
  • "Sim. Fui para a escola católica até o meu último ano, então meus pais se mudaram de Queens para Long Island. Acabei em uma escola pública no meu último ano. Não podia esperar para me formar. Não tinha a menor idéia do que iria fazer, mas achei que iria acabar na polícia como o meu velho."
  • "As freiras?"
  • "Nada de ruim. Você só parece um cara que tem um livro para cada ocasião, você sabe. Embora isso não seja uma coisa ruim. É útil para um cara como eu, que tinha de ser punido por freiras, antes de abrir um livro."
  • "Por que não estou surpreso?" Ele murmurou, a verificação sobre o ombro antes que tirasse de sua vaga no estacionamento.
  • "Diz que eu estarei aí em quarenta minutos. Isso dará tempo suficiente para se preparar?" Bobby ligou o carro.
  • Bobby não gostava muito de tecnologia, mas admitiu ter um GPS tinha feito a condução mais fácil.
  • "Não!" Nik protestou estridente surpreendendo Bobby. "Estou pronto. Eu não estou fazendo nada além de avaliando os papéis de qualquer maneira. Você tem uma caneta para as direções? Eu vivo distante de Chelsea. "
  • Uma pausa silenciosa, como se Nik tivesse que pensar sobre ele, enchia o ar.
  • "Quando posso olhar para ele?" A ansiedade na voz de Nik trouxe um sorriso ao rosto de Bobby.
  • "Não é uma garrafa. É um barril."
  • "Barril."
  • Nik tossiu. "O quê?"
  • "Lembro-me de você, Detetive Marks. Como posso ajudá-lo?"
  • "Oh, desculpe por isso. Distraí-me, Professor Radin. Sou o detetive Bobby Marks. Nós conversamos ontem."
  • A voz suave que atendeu ao telefone disparou sobre o corpo de Bobby e o arrepio cresceu em sua pele. Que diabo foi isso? Nunca tinha tido esse tipo de reação à voz de alguém antes.
  • Desligou após o tom de discagem informasse que Wilmont tinha terminado a conversa. O número de Nik saltou da pasta que tinha escrito, e Bobby marcou do seu telefone celular, quando deixou a unidade de homicídio.
  • "Divirta-se, e obrigado. Aprecio isso."
  • "Sim, ela fez. Não teria perguntado se não tivesse."
  • "Disse que pode trazê-lo. Vou te deixar um lugar onde ele possa analisar a garrafa. A tenente assinou isso, não é?"
  • Piscando, percebeu que tinha largado Wilmont, enquanto estava conversando.
  • Todo o cabelo escuro e rebelde, e aqueles olhos verde-escuro escondidos pelos óculos de aros finos Bobby tinha olhado por um segundo, quando entrou no escritório de Nik. Pensou que entrou no lugar errado e Nik fosse um estudante. Claro, Nik não se vestia como qualquer professor que Bobby houvesse encontrado antes. Brim caqui amarrotado, camisa fora da calça, e tênis, parecia mais uniforme dos estudantes universitários do que de um professor.
  • "Eu não sei. Ele diz que já trabalhou com itens como este antes e sabe ser cuidadoso. Não tenho muita escolha no assunto. O professor Radin é o único especialista que pude encontrar e o tenente está recebendo muita pressão para fechar este caso rapidamente. Gostaria de aproveitar o professor, enquanto tenho o seu interesse."
  • "Eu tenho um especialista vindo olhar a garrafa de barro que nós encontramos na cena do crime principal Thompson. Quer ver a garrafa de perto e pessoalmente. Não posso tirá-lo do laboratório, por isso estou trazendo ele aí." Ele arrastou alguns papeis ao redor, tentando encontrar o número do telefone de Nik.
  • "Existe alguma coisa como um vício saudável?" Ele apressou-se antes que Wilmont pudesse responder. "Você pode criar um espaço para mim no laboratório?"
  • "Eu sei tudo sobre isso, cara. Estava esperando para sair para Belmont hoje por algumas horas. Em vez disso, estou preso na minha mesa por causa deste caso."
  • "Sim?"
  • "Tudo bem. Ele pode vir e olhar para a garrafa, mas não pode sair do laboratório, e certifica que Wilmont tem conhecimento da visita do professor."
  • "Como disse, o professor Radin acredita que há algo sob o selo. Ele lidava com objetos como este frasco antes e diz que sabe o que está fazendo. Acha que a garrafa deve estar em um museu e se pode descobrir o que está sob o selo, sem destruir a garrafa, porque não o deixar fazer isso?"
  • Estando na frente dela foi pior do que lidar com as freiras da escola católica. Bobby tinha gastado muito tempo no escritório da Madre Superiora, quando era mais jovem.
  • "Sim, senhora. Eu gostaria que concordasse em deixar o professor olhar a garrafa."
  • "Como do século XV. O professor diz que provavelmente foi feito sob encomenda, porque os fabricantes de vinho usavam versões maiores de barril." Tirou o caderno onde ele anotou todas as coisas que conseguiu lembrar-se de Nik dizendo e folheou as páginas. "É da Romênia, ou o que eles chamavam a Roménia na época. Ele acha que há algo sob o selo do frasco, algumas palavras que não seriamos capazes de ler, mas ele poderia. Pelo menos é o que diz."
  • Balançando novamente em seus calcanhares, ele encolheu os ombros. "Não sei se é bom, mas o professor com quem conversei ontem, diz que a garrafa encontrada na cena do crime principal é velha."
  • Bobby lembrou que era um homem adulto e não devia correr como uma menina com medo, quando a tenente colocasse o telefone de volta em seu lugar delicadamente. Seus dedos ficaram brancos, quando ela segurou a caneta.
  • Ele empurrou a porta e entrou, parando em frente a sua mesa. Ela o olhou, enquanto esperava quem estava do outro lado do telefone, falar com ela.
  • Dando uma respiração profunda, Bobby levantou a mão e bateu na porta do tenente. Não tinha certeza de como ela iria reagir ao seu pedido, mas perguntar não machuca.
  • Enquanto se aproximava do ponto, viu o ônibus dobrando a esquina. Com um aceno para que parasse, subiu a bordo e olhou ao redor para um assento disponível. Ele gemeu, quando percebeu que o ônibus estava cheio. Serve-me bem.
  • Nik começou a puxar o seu telefone para ligar para a biblioteca e, novamente, amaldiçoou a si mesmo. Estava em sua mochila junto com as chaves de sua casa e os papéis que precisava analisar. Quando estava na esquina, a duas quadras de seu apartamento, estava penosamente tentado a aclamar um táxi.
  • Não havia nenhuma dúvida na mente de Nik que o detetive era gay, ou pelo menos bi, porque não parecia desconfortável em torno de Nik, diferente da maioria dos homens heterossexuais. Ele não tinha pegado Bobby dando-lhe qualquer olhar de luxúria, mas também não tinha recebido qualquer zomba do desgosto.
  • Em vez de pegar um ônibus de volta para sua parada regular, escolheu caminhar. Tinha um monte de coisas para pensar, o detetive bonitão era um deles. Por que não só pediu ao homem?
  •  
  • Após o constrangimento passado, Nik sorriu. Embora não tinha a intenção de falar do jeito sabia havia soado, tinha que admitir não ficaria desapontado, se o detetive chamasse por outros motivos que não fosse o barril.
  • Não era até que Nik pensou sobre o que ele disse que ficou embaraçado. Merda.
  • Com o fim de semana chegando, Nik rabiscou rapidamente o seu número de telefone de casa na pasta de papel manilha, antes de entregá-lo de volta para o detetive. "Apenas no caso de eu ter sorte, e você tenha algo para mim antes de segunda-feira."
  • "O selo real está escondido sob o selo. Não vai estar em uma linguagem que seu pessoal técnico poderá conhecer. Tenho tratado de artefatos, sei a maneira correta de retirar o selo para manter intacto o que está escondido por baixo, e posso traduzir o rótulo apropriadamente."
  • Nik abriu a gaveta da mesa e puxou uma lupa que seu pai havia dado no décimo aniversário. Ele analisou a imagem do selo e balançou a cabeça. "Bem, você já sabe do que a palavra Havasalföld se refere, mas parece que há algo mais debaixo do selo. Nik fixou a lupa sobre a mesa e olhando Bobby. "Existe alguma maneira de eu poder inspecionar este barril pessoalmente?"
  • "Sim. Bem, eu poderia ao menos dar-lhe uma imagem mais clara da data. Você se importaria se perguntasse, onde você encontrou este barril em particular?"
  • Por favor, por favor, me pedem para examiná-lo.
  • Os olhos de Bobby quebraram o contato e sua atenção foi mais uma vez com o livro na frente dele. "Portanto, este barril, ou seja, do que é chamado, é muito, muito velho."
  • A sensação das mãos ásperas do detetive em Nik foi eletrizante. Medo de fazer papel de bobo, Nik se afastou e voltou sua atenção para o livro na frente dele. Virou ao redor para enfrentar Bobby. "Parece que você encontrou uma versão menor do barril desta imagem. Foi utilizado para conter vinho e outros líquidos até as garrafas de vidro começar a tomar o seu lugar, no final do século XV e XVI."
  • Nik não pôde deixar de sorrir. Ele não tinha nenhuma dúvida, o grande homem poderia envolver os dedos em torno de quase tudo que tentasse. Nik levantou suas mãos muito pequenas. "Que tal a minha? Será que poderia segurar ao redor da parte mais grossa?"
  • "Preciso saber o quão grande ela é. Não posso dizer a partir de fotografias.” A unha de Nik encontrou o seu caminho para a pele torturando seu polegar. Ele começou a dedilhar a ferida auto-infligida, enquanto esperava que Bobby descrevesse o barril. Não tinha mentido, quando disse ao detetive que pertenciam a um museu.
  • Nik não tinha idéia do que o detetive estava falando, então voltou sua atenção de volta para as fotografias. "Você realmente viu isso por si mesmo?"
  • Bobby pegou seu telefone e chamou. "Wilmont. Sim, eu sei, mas tenho outro favor. Informe aos técnicos para terem cuidado com a garrafa. Parece que é muito valiosa. Sim, eu sei. Ok, eu vou te pegar no final da semana."
  • Antes de abrir o arquivo, Nik tirou os óculos e limpou-os no fundo de sua camisa para fora da calça, azul-claro. Fixou de volta no nariz e abriu a pasta de papel manilha.
  • Nik apontou para uma cadeira. "Por favor, sente-se."
  • "Isso é o que diz na porta." Assim como as palavras saíram da boca, Nik queria trazê-los de volta. "Sinto muito. Eu não quis dizer como a forma que soou. Por favor, me chame de Nik."
  • “Detetive Marks?”
  • Ele não estava esperando o grande homem que entrou em seu escritório. Ele deveria ter suspeitado tanto pelo som da voz do detetive, mas o homem que estava na frente de sua mesa parecia preencher todo o escritório.
  • Ele esfregou as mãos, verificando os títulos de seus livros de referência, antes de puxar um particularmente velho da prateleira. As páginas cheiravam a mofo, o cheiro fazia cócegas no nariz, mas sabia que a informação era correta. Até o momento que baterem na sua porta, Nik tinha encontrado o que estava procurando.
  • "Estou apenas 30 minutos de distância, então vou te ver em alguns minutos."
  • "Não agora. Está no laboratório para ser analisado. Embora tenha fotos muito detalhadas. Posso levá-las ao seu escritório, você gostaria?"
  • "Sim."
  • " Eu acho, embora ele não seja feito de vidro."
  • "Não é o vinho que eu preciso de ajuda, é com a garrafa que tenho perguntas. Há uma mancha vermelha escura de cera na garrafa. Do pouco que consegui desenterrar na internet, acho que a garrafa seja proveniente da região romena. É velha, muito velha. Há uma palavra no rótulo, Havasalföld.”
  • "Professor Radin, obrigado por ter chamando de volta. Fiquei me perguntando se você tem tempo esta tarde, para dar uma olhada em algumas fotos? Eu tenho uma garrafa de vinho que estou tentando descobrir algumas informações."
  • Nik ajeitou os óculos, quando os efeitos da voz, viajou até sua espinha.
  • Balançando a cabeça, Nik bufou em diversão. Uma mensagem de um detetive e estava agindo como paranóico. Não tinha feito nada de errado. Inferno, ele nunca tinha feito nada de errado. Era a razão principal que estava só toda noite. Ele pegou o telefone de mesa de teclou o número do detetive.
  •  
  • Nik sabia que continuaria a se preocupar com isso, ou podia simplesmente fazer a maldita chamada e descobrir.
  • Nik entrou em seu escritório e chutou a porta para fechar, sem tirar os olhos do telefone da mensagem. Largou seus papéis da classe para o canto de sua mesa e sentou-se. Que diabo iria querer um detetive para falar com ele?
  • Confuso, Nik pegou os papéis. "Ele disse o que queria?”
  • Nik balançou a cabeça. "Estudante." Estendeu a mão e retirou os cachos que tinha conseguiu bloquear seus olhos. Eu realmente preciso de um corte de cabelo. Sheila estendeu vários pedaços de papel rosa.
  • Entrando no santuário interno do departamento, Nik suspirou de alívio.
  •  
  • Balançando a cabeça, ela deixou seu rastro olhar sobre ele, fazendo com que quisesse dar um puxão no fundo de sua jaqueta para tirar as rugas. "Boa idéia. Você está procurando uma pista irregular. Deixe-me saber o que você aprende com o professor."
  • "Pode ser a mesma garrafa que encontramos no local." O tenente franziu os lábios e olhou para ele. "O que você está fazendo agora?"
  • "Ótimo. O que é que Jablonsky está fazendo?" Ela anotou algo no bloco em frente dela.
  • Ficando parado em frente de sua mesa, Bobby juntou as mãos atrás das costas e esperou até que ela o olhou, antes de falar.
  • Desligando, suspirou e se levantou. Caminhou para o escritório do tenente, batendo em sua porta quando chegou lá.
  • "Ok, Detetive Marks. Eu mesmo darei o recado ao professor Radin."
  • "Seu horário de trabalho e das onze a uma, então ele deve estar voltando aqui daqui à uma hora."
  • Um breve momento de silêncio, em seguida, a voz feminina falou novamente. "O professor Radin está dando aula agora. Posso pegar o seu número e ele retornará quando voltar ao seu escritório?"
  • "Departamento de História. Como posso ajudá-lo?"
  • “Estou fazendo o meu melhor, amada.” Ele desligou pausado um segundo para colocar em ordem os pensamentos e agarrou novamente o telefone.
  • "Se isso não acontecer, ele deve ser capaz de me apontar na direção certa para encontrar alguém que consiga." Ele anotou o número do professor. "Obrigado Cecelia."
  • "Alguém que possa me ajudar com a história romena." Cutucou os papéis em sua escrivaninha, ouvindo, como Cecelia cantarolava baixinho em seu ouvido.
  • Um teclado clicando encheu o ar por um momento, enquanto levantava a lista de contatos para NYU.
  •  
  • "O que posso fazer por você hoje, Detetive Marks?"
  • "Sim?"
  • "Havasalföld é uma palavra húngara costumava descrever Wallachia, uma histórica área geográfica da Romênia." leu em voz alta. "Acho que isso significa que a garrafa é velha."
  • Seu computador antigo estava tomando seu próprio tempo doce para encontrar nada sobre a palavra, então voltou a estudar o selo. Nada disso fazia sentido algum para ele. Bobby teria que recorrer a alguma ajuda de peritos sobre o assunto. Os detetives tinham uma lista de peritos que poderiam chamar, se não podiam sozinhos achar as informações.
  • "Hmmm... o que isso quer dizer?" Ele murmurou, dando um zoom no selo vermelho do gargalo da garrafa.
  • Enquanto Bobby esperava o laboratório enviar-lhe as novas fotos, memorizou as fotos que tinha. Nada além da garrafa de vidro parecia fora do lugar ou movido. É por isso que a mente de Bobby não deixava de ir ao vinho, mas o que poderia ter sido o líquido que causou um homem relativamente normal para ficar louco e brutal assassinando cinco pessoas, depois de beber seu sangue? Ele não tinha certeza se queria saber.
  • "Não. Vou levar o novato comigo. Ele precisa de alguma prática para interrogar testemunhas. Você fica na garrafa, especialmente se o seu instinto está dizendo que é a chave para toda esta Merda."
  • "Eu vou entrevistar algumas das testemunhas. Verei se eu posso agitar algumas novas memórias." Jablonsky empurrou o pé, puxando o casaco antes que se afastasse da mesa.
  • "Compre-me uma cerveja no bar uma noite e eu vou cobrá-lo mesmo." Wilmont desligou.
  • "Vou pedir a Libby para fazer e enviá-las para você assim que possível."
  • Barulho de papeis chegou à orelha de Bobby.
  • "Eu preciso que um de seus técnicos para tirar várias fotos de muito perto do selo em uma garrafa de barro."
  • "Wilmont, sou eu o detetive Marks."
  • Ele virou para o tipo Jablonsky, enquanto sua atenção foi atraída para o selo vermelho na garrafa. Mudando através das imagens, ele percebeu que não havia uma fotografia tirada de perto do detalhe do mesmo. Ele pegou o telefone e ligou para o laboratório de crime.
  • Ele voltou a inspecionar as fotografias da garrafa de vinho. "Você acha que há uma razão especial para o fundo da garrafa seja pontudo ou fizeram dessa forma, sempre que o vinho era engarrafado?"
  • "Seu instinto está dizendo isso?"
  • A cadeira de Jablonsky rangeu, enquanto seu parceiro pensava nisso. "Não sei. Acho que eu deveria fazer um pouco de investigação nas casas de leilão, para descobrir onde foi vendido."
  • "Sim, o criado disse que Thompson tinha participado de um leilão privado na outra noite e passou um inferno de lote de dinheiro, por um pouco de vinho. O cara não sabia mais nada, exceto que Thompson estava ‘muito feliz’ sobre como obter nas mãos este. Foi entregue na noite passada."
  • Parece que somente os três membros da equipe sênior viviam na casa. Os outros iam para casa todas as noites. Há mais dois que vamos precisar perguntar, mas que pode esperar para mais tarde." Jablonsky tirou o casaco, arregaçou as mangas de sua camisa e deslizou um par de óculos.
  • "Com quem você falou?" Bobby anotou rapidamente a nota ao lado de suas perguntas.
  • O instinto de Bobby disse-lhe que a garrafa era importante. Será que ainda existia vinícolas colocando vinho em garrafas de barro ou todas tinham mudado ao longo dos anos para vidro? Rabiscou as perguntas em seu caderno. Teria que fazer alguma pesquisa para descobrir quando esta garrafa podia ter sido criada e, se o vinho tinha estado nisto, quando ele tinha sido feito.
  • Livros com capa de couro ordenadamente em filas nas estantes do chão ao teto, parecendo que ninguém nunca os tocou. As bugigangas espalhadas ao redor da sala, provavelmente custaram mais do que Bobby pagava de aluguel. O custo da pintura a óleo mais do que o carro de Bobby, que estava dizendo alguma coisa, porque ele possuía um Camaro 1969, vermelho e preto, um clássico da época em que eles realmente sabiam como fazer carros fortes.
  • Balançando a cabeça para a pergunta não formulada, Bobby baixou o olhar para a pasta. Mesmo que o garoto fosse seu tipo, não saia com as pessoas com quem trabalhava. As coisas tendem a ficar um pouco estressante, se a relação terminasse mal. Pegando as fotos, inclinou para trás na cadeira e pôs os pés de volta na sua mesa.
  • "Obrigado, garoto. Diga ao seu chefe que lhe devo uma bebida por enviar as fotos para mim rapidamente."
  • "Sim, lá embaixo o chefe disse que você iria querer ver essas fotos o mais cedo possível, que é por isso que eu trouxe até aqui eu mesmo, em vez de enviá-los para você." O cara facilitou um pouco mais para Bobby.
  • "Final de noite, detetive?”
  •  
  • "Somente com os cavalos estou a caminho, homem." Ele estava passando por um período de seca no momento para rapazes. "Eu vou te ver de manhã, e vamos trabalhar para fora, porque Thompson era um vampiro para nós."
  • "Teve um grande encontro?" Seu parceiro fez uma careta, quando a questão escorregou de seus lábios.
  • "Wendy está se sentindo melhor, mas agora Rebecca está com gripe." Jablonsky bocejou. "Eu estava com ela, quando recebi o telefonema."
  • "Devemos voltar para casa e pegar um par de horas de sono. Vou encontrá-lo de volta na delegacia, e vamos começar a trabalhar sobre as provas, então."
  • "Ganhou um milhar de dólares nas duas últimas corridas, eu aposto. Minha sorte foi boa, ultimamente, e não acho que vai ser difícil resolver este caso. Nós só precisamos de um pouco de tempo, mas vai ser embrulhado ordenar os fatos e o tenente pode levar o crédito por isso, quando nós o fizermos."
  • Virando-se, Bobby olhou tudo de novo. "Tudo o que causou Thompson romper-se e matar cinco pessoas está nesta sala. Eu sei tão certo, como sei que um cavalo vai ganhar a terceira corrida em Belmont neste sábado."
  • "Não. Ambos sabemos que não sei nada sobre vinho, mas o líquido tem cheiro familiar. Eu simplesmente não consigo descobrir o quê. Ele vai vir para mim." Ele levantou e cutucou a garrafa de barro com a ponta da bota. "Certifique-se que este fique ensacado também. Tome algum tempo batendo fotos dele para mim. Teste o que resta nele. Se fosse veneno, teremos que ver se a garrafa inteira foi corrompida ou se ele foi colocado no copo."
  • Jablonsky riu. "Agora você é algum tipo de especialista em vinhos, Bobby. Você não bebe nada à exceção de cerveja, desde que nos tornamos parceiros."
  • "Ei, talvez você deva se certificar de que não é algum tipo de veneno, antes de cheirar essa merda." Jablonsky sugeriu de onde estava segurando uma pá usada para remover as cinzas da lareira. "O que você acha? Parece o mesmo conjunto do atiçador."
  • "Sim. Você pode movê-la."
  • Ele se agachou ao lado de uma cadeira onde um copo de vidro e uma garrafa de argila repousava ao seu lado. O vidro tinha um resíduo vermelho escuro ao lado. Olhando em volta, chamou a atenção de um dos técnicos.
  • Jablonsky cruzou as mãos atrás das costas, antes de passear até a lareira. "Como sabemos que não houve qualquer rumor? Eu não leio os tablóides, e você arremessaria qualquer um, que o fizesse ler algo diferente Daily Racing Form[5]."
  • "Você sabe, dizem que o sangue é o elixir da vida. Em todos os filmes, os vampiros necessitam de sangue para viver. Talvez Thompson acreditasse nisso também."
  • "Você acha que ele planejou?" Jablonsky correu os dedos sobre as esculturas ornamentais no corrimão quando eles voltaram para baixo.
  • Empurrando as mãos nos bolsos, fez seu caminho para os próximos dois quartos, entrando sem tocar em nada. Não havia nenhuma dúvida da quantidade de sangue jogado em torno das vítimas que foram mortas. Bobby esperava que eles tivessem morrido logo depois do primeiro golpe, porque ali, enquanto o seu empregador bebia seu sangue seria o pior tipo de tortura.
  • Ele resmungou e balançou a cabeça. "Ele matou Thornton primeiro. Deve ter sido bastante quieto, uma vez que os outros não reagiram. Eles foram mortos em suas camas, certos?"
  • Mais barulho de papeis.
  • "Desde que eles encontraram no quarto, era um homem chamado Thornton. Parece que ele era o mordomo de Thompson."
  • "De quem era este quarto?"
  • "Quase com certeza, mas vamos ter respostas definitivas depois de ter todo o material de volta para o laboratório. O sangue começa nesta sala. Ele não vai além daqui e só olhar a partir do padrão de salpico, que regressou atrás dele." A moça do laboratório parecia certa, e uma vez que a ciência de assassinato não era a especialidade de Bobby, decidiu acreditar nela.
  • "Quanto você está certo disso?"
  • Não querendo parecer um covarde, mesmo para a memória de seu pai, Bobby tomou uma profunda respiração e ergueu a cabeça para o andar de cima. Um dos técnicos da cena do crime acenou para ele a partir do final do corredor.
  • O trabalho policial é desagradável, Robert. Se você quer ser um detetive, você tem que fazer o homem e seu trabalho.
  • "Antes ela do que eu." Jablonsky falou os pensamentos de Bobby em voz alta.
  • Bobby revirou os olhos. Só o que ele precisava. Quando a Prefeitura se envolvia, as coisas tornavam-se uma mina política. Graças a Deus, somente tinha que lidar com os fatos. O tenente teria que encontrar uma maneira educada de dizer ao Senhor Comissário e ao Prefeito que seu amigo era um louco.
  • Ela parou em frente à entrada da casa. Linhas de sangue levavam até a escada em curva na parte de trás da casa onde, Bobby assumiu que os empregados dormiam.
  • Não havia dúvida em sua mente que a matança de Thompson havia começado em sua própria casa. Por quê? Era trabalho de Bobby descobrir isso, pois não poderia questionar Thompson sobre seus motivos.
  • O tenente concordou e Bobby avistou mais policiais, mais técnicos de cena de crime, e mais de fita.
  • "Sim, bem, estive esperando toda a minha carreira para ter uma dessas." Jablonsky trocou seu palito mastigado por um novo.
  • "Temos uma testemunha que viu Thompson atacar o atleta." Acenando uma mão para a jovem que soluçava, o tenente abanou a cabeça. "Coitadinha terá pesadelos para o resto de sua vida."
  • "Recrutas." Jablonsky murmurou sob sua respiração.
  • "Parece ser o mesmo M.O.[4] Ele atacou com o atiçador, derrubando a vítima no chão, e esfaqueou-o no pescoço, antes de beber o sangue do homem."
  • "Oficial Monaghan leve o seu cão, desde lá detrás, de onde Thompson veio. Não será tão difícil quanto você pensa." Bateu uma faixa escura no chão com o pé. "Thompson não se escondeu."
  • Bobby e seu parceiro ficaram perto da tenente, mas a mente de Bobby tinha certeza que o caso seria um campo político minado. Thompson podia ter sido anti-social ao ponto de ser um ermitão, mas tinha muitos amigos poderosos, que estavam indo em busca de respostas. Ele esfregou a mão sobre o cabelo cortado curto e suspirou. Por que é que tinha de ser sua vez e de Jablonsky pegar um caso?
  • "Então, quem mais morreu?"
  • “Não. Não é todo seu.”

 

[1] Que se refere à estroboscopia - Estudo das fases sucessivas de um movimento rápido e periódico, mediante o estroboscópico.

[2] Gíria utilizada pelos policiais americanos para filha da puta

[3] No Brasil o filme é conhecido como À Hora do Pesadelo.

[4] Modus Operandi – Mesma técnica, tipo de assassinato.

[5] Jornal sobre o desempenho dos cavalos e suas corridas. Melhor páreo.

[6] Um pequeno envelope contendo pó nos sabores mais variados possíveis. Uma jarra de um litro cheia de água. Em poucos segundos, o pó e a água se misturam para formar um delicioso e refrescante suco, que há mais de 80 anos proporciona a milhões de famílias uma forma prática e rápida de matar a sede das crianças. Com seu popular personagem estampado nos envelopes, KOOL-AID se tornou uma marca divertida e querida, presente em milhões de armários da cozinha no mundo inteiro.

[7] Terreno para pastagem do cavalo, antes da corrida.

[8] Porta com argola ou maça de ferro articulada, por fora da porta, que, batendo nesta, serve para chamar alguém.

[9] Emergency Room – Área de Emergência.

[10] Thomas Leo Clancy Jr., mais conhecido como Tom Clancy é um escritor americano. Ficou conhecido principalmente pelas adaptações de seus livros para os videogames (jogos de vídeo), entre os mais conhecidos estão: Rainbow Six e Splinter Cell.

[11] Louis L'Amour, pseudônimo de Louis Dearborn LaMoore, foi um escritor de ficção (principalmente histórias de filmes no velho oeste).

[12] Explorador, lingüista e escritor vitoriano lembrado hoje principalmente por sua tradução de As mil e uma noites(1829), Os lusíadas - de Camões(1830), o livro Kama Sutra(1833), entre outros todos para o inglês.

[13] Caixa para conservar o tabaco suficientemente úmido.

[14] Emergency Medical Technician - Proporcionar atendimento pré-hospitalar de emergência através do Técnico de Emergência Médica (EMT).

[15] Aparecer.

[16] Frutas Frescas Fontelli´s

 

 

                                                                                Carol Lynne  

 

                      

O melhor da literatura para todos os gostos e idades

 

 

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