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Planeta Criança



Poesia & Contos Infantis

 

 

 


PAPAI NOEL SE LEMBROU DE NÓS / Carlos Cunha
PAPAI NOEL SE LEMBROU DE NÓS / Carlos Cunha

                                                                                                                                                   

                                                                                                                                                  

 

 

Biblio "SEBO"

 

 

 

  

Mais um ano de alegrias e prazeres terminou, como todos os outros. Ele foi mais um na rotina de safadezas e descobrimento das sutilezas do sexo pras meninas do COLÉGIO DE MOÇAS. A maioria delas mantinha seu cabaço, apesar das suas entregas ao prazer com suas amadas e das fugidas coletivas nas orgias que sempre organizavam! Peitinhos sugados, lambidas de “xanas” eram sempre trocadas, dedos delicados enfiados nos cuzinhos e nas bucetinhas é que foram na verdade á violação máxima que aconteceu. Meninas que os pais colocaram no colégio para tomarem juízo, voltavam para casa nas férias cada vez mais safadas, mas quase todas mantinham a sagrada virgindade!

Só que no ano que ia entrar, quando uma nova aluna mostrasse sua força, tudo ia mudar na vida delas...

 

 

 

 

Um novo ano escolar começava no Colégio de Moças, e com ele a alegria dominava as alunas que voltavam cheias de novidades e histórias para contar. Como sempre, os primeiros dias de aula eram na verdade para matar as saudades entre as alunas que ficavam distantes nas férias, e que voltavam ansiosas para se jogarem nos braços uma das outras. Muitas eram amantes fieis e outras ainda amavam na verdade a liberdade e a libertinagem que ali rolava, mas todas vinham sedentas cheias de amor – com a buceta coçando - e prontas para participar da sacanagem que imperava na escola.

 

- Foram férias maravilhosas, Marli dizia para Vera que estava deitada em seu colo, sob a sombra de uma árvore e lhe dava lambidas intercaladas de carícias nas coxas grossas da amiga.

 

As duas alunas se amavam desde o primeiro dia de aula, do ano em que vieram pela primeira vez para o colégio, e eram as que mais sofriam com a separação das férias. Sorte que este seria o último ano para elas. Poderiam finalmente optar por ficar juntas e durante todo o curso, nunca deixaram de fazer planos futuros sobre isso. Quando este novo ano terminasse não precisariam mais se separar, e com certeza iriam morar juntas e concretizar os sonhos que dividiram por tanto tempo...

 

Há alguns metros dali, também sob uma sombra generosa que as protegiam do sol ardente que dominava aquela tarde, Ana Cristina e Maria do Carmo trocavam carícias cheias de meiguice. Na calma da tarde as duas também matavam as saudades e fantasiavam sonhos, enquanto Ana Cristina tinha os cabelos afagados e tirava gemidos “da Preta”, a mulata de “grelo enorme”, enquanto brincava com o clitóris dela.

 

- Sabe “Preta”, antes de vir pra este colégio nunca nem me passou pela cabeça que um dia fosse ter alguma relação com outra mulher! Engraçado né, passei as férias todas pensando em você e morrendo de saudades. Várias vezes, lá em casa, eu gozei me masturbando e chupando um de meus dedos, pensando nesse seu grelo delicioso!

 

- Sério?! E se eu disser que também fiz o mesmo? Só que gozei com o dedo enfiado na buceta e pensando na sua língua me lambendo.

 

Ana Cristina abriu as pernas de Maria do Carmo, que como em todo dia quente estava sempre sem calcinha, e se estendendo na grama enfiou a cabeça entre elas. Meteu com gosto a boca na buceta da amiga, que encostada na árvore passou a dar gemidos prazerosos com as lambidas da língua molhada da amiga, intercaladas com as mordidas suaves que recebia no grelo...

 

Não muito longe dali, sem ser vista, uma nova aluna apreciava a sacanagem que rolava entre as alunas mais velhas. Era uma loirinha pequena de cabelos curtos que, vendo o malho que as outras meninas davam, encostou-se numa árvore, ergueu a saia xadrez do uniforme e abaixando a calcinha segurou um “pinto enorme” e se masturbou com um sorriso irônico nos lábios.

 

“Vou adorar esta escola”, Juçara – era esse o nome da nova aluna - pensava enquanto a porra branca e grossa que ejaculava salpicava a grama em volta dela...

 

Naquela mesma noite, logo após o toque de recolher, a porta do alojamento foi travada com uma cadeira e as meninas, todas nuas, sentaram em um círculo para iniciar o ritual costumeiro de boas vindas, a tradicional primeira suruba coletiva do ano.

 

- Bem, disse a Maria do Carmo, que como sempre era a mestre de cerimônia da putaria que estava prestes a rolar, como neste ano não temos a novidade dos brinquedinhos japoneses que uma das nossas deliciosas amigas nos brindou no ano passado, sugiro que escolhamos uma dupla para vir ao centro para começar a brincadeira.

 

- Eu, como a aluna mais nova me candidato e peço pra escolher a parceira.

 

Todas as alunas se assustaram por ouvir a voz , diferente e um tanto rouca, que vinha de uma das camas mais retiradas, em que estava á nova aluna e de quem nenhuma delas se lembrava.

 

- Mas você... Você é novata e nem devia estar aqui! Na verdade devíamos ter arrumado um motivo pra você estar ausente e depois te preparar pra vida aqui na escola.

 

- Certo, sou novata, mas se vamos viver juntas durante todo este ano, ou talvez até mais, acho que devo ser iniciada! E por que não agora? Afinal quando se trata de sacanagem, nunca gosto de esperar.

 

- Bem, se é o que você quer por mim tudo bem! Só que preciso da aprovação de nossas amigas.

 

Todas as meninas falaram ao mesmo tempo:

 

- Deixa ela, carne nova sempre é bem vinda.

 

- Essa loirinha é jeitosa, vou adorar chupar ela.

 

- Por que não?! Se a menininha ta afim, a gente se delicia com ela.

 

- Vem pro meio da roda loirinha, deixa a gente ver você peladinha. Se você quer mesmo participar da brincadeira, esteja á vontade.

 

Juçara – a aluna novata - desceu da cama em que estava e cheia de charme se encaminhou para o centro da roda. Nele sorriu docemente para as meninas em volta e devagar desceu a calcinha que tampava sua nudez. Um “pinto enorme” e duro saltou para frente e ela continuando a sorrir disse pras outras:

 

- Então meninas, acham que a novata não está preparada pra vocês?

 

- Meu Deus... Olha, ela tem “um pau”! Veja o tamanho do “cacete” dela!

 

- Mas ela... Ela... Ela é...

 

- Tão lindinha! É a primeira vez que sinto tesão por “uma rola”!

 

- Ai, que delicia! Papai Noel se lembrou de nós.

 

A novata continuou sorrindo em meio aos comentários surpresos e maravilhados, sobre ela, e com as meninas de olhar pregado – todas elas nessa hora já estavam se masturbando - colocou “a Preta”, que estava ao lado, de quatro com ela no centro da roda, e a enrabou. Teve a rola chupada e esporrou na boca de várias outras meninas, e quando a orgia deflagrou entre elas, deu prazer e fez gozar cinco das alunas ao mesmo tempo. Uma lhe chupava o pau enquanto uma amiga lhe engolia as bolas do saco, outra ainda lhe enfiava a língua no cu, ao mesmo tempo em que a Juçara chupava uma buceta e masturbava uma quinta menina.

A novata se tornou a aluna mais popular e requisitada das sacanagens que aconteceram aquele ano do COLÉGIO DE MOCAS, e aquele seria um ano especial, pois bem antes dele acabar, com certeza, ela ia tirar muitos dos cabaços das meninas que ainda eram virgens.

 

                                                                                Carlos Cunha  

 

                      

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